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A família Coelho Diniz, principal acionista do Pão de Açúcar, está buscando junto aos bancos credores um alongamento da dívida da rede varejista, em torno de R$ 2,7 bilhões. Depois de cortar mais de 700 funcionários e reduzir seu capex, o clã elegeu como prioridade repactuar o passivo e vender ativos não estratégicos. A alavancagem do Pão de Açúcar está acima da média do setor – a relação dívida líquida/Ebitda é superior a três vezes. A rodada de conversas com os bancos é apenas parte do complexo processo de renegociação das dívidas da companhia. O movimento mais intrincado é a repactuação de um passivo tributário da ordem de R$ 15 bilhões – 70% desse valor equivalem a multas e juros acumulados da Receita Federal.
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