GIC e Vinci ensaiam dobradinha para investimentos em concessões no Brasil

Infraestrutura

GIC e Vinci ensaiam dobradinha para investimentos em concessões no Brasil

  • 13/06/2025
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De um lado, um potentado soberano, com quase US$ 900 bilhões em ativos; do outro, um gigante global da área de infraestrutura. O GIC, fundo de Cingapura, e a francesa Vinci estão trocando figurinhas sobre a possibilidade de novos investimentos conjuntos em concessões no Brasil. Na mira, a gestão de rodovias e aeroportos. Ressalte-se que os franceses já operam oito concessões aeroportuárias no Brasil, a maior delas o Aeroporto Luiz Eduardo Magalhães, em Salvador. E se o governo Lula cumprir ao menos parte das suas promessas, há uma leva de negócios no setor pronta para sair do forno. O Ministério de Portos e Aeroportos acena com mais de uma centena de leilões de aeroportos regionais até o fim de 2026 – o edital de 19 desses ativos deverá ser lançado até o fim deste mês. GIC e Vinci não partiriam do zero. Recentemente, ambos passaram a coabitar sob o teto da Entrevistas, empresa que administra 570 km de rodovias em São Paulo. O fundo soberano de Cingapura fechou em maio a compra da participação de 45% do Pátria Investimentos na concessionária. Os 55% restantes estão nas mãos da Vinci.

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