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Mercado
Corre no mercado que, nos últimos dias, a BlackRock se desfez de um significativo volume de ações da Azul, o que ajudaria a explicar a queda de 10% do papel nos últimos cinco pregões. É o segundo movimento mais contundente dos norte-americanos na ponta de venda no intervalo de quatro meses. A maior gestora de ativos do mundo, com uma carteira de mais de US$ 12 trilhões, chegou a ter quase 6% da Azul. Agora, já estaria abaixo dos 4%. Tão ou mais importante do que o percentual negociado, é o efeito simbólico do recuo da BlackRock. Aos olhos do mercado, trata-se de uma mensagem de que os norte-americanos não levam muita fé no plano de repactuação das dívidas da companhia aérea no âmbito do chapter 11, a lei de recuperação judicial dos Estados Unidos.
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