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Os dois maiores acionistas da Pague Menos ainda buscam uma convergência em relação ao melhor timing para o follow-on da empresa. O que se diz no mercado é que a General Atlantic, dona de 17% do capital, é quem mais pressiona pela oferta de ações. Os norte-americanos querem usar a operação como porta de saída da companhia. Por sua vez, o empresário Deusmar de Queirós, acionista controlador, ainda não estaria convicto de que este é o melhor momento para a colocação dos papéis. O entendimento é que a Pague Menos poderia levantar um volume maior de recursos mais à frente, ao acentuar a redução do seu nível de alavancagem. Hoje, a relação dívida líquida/Ebitda é de 2,6 vezes. Ao que parece, a General Atlantic vai impor sua visão e seu senso de premência. Na última segunda-feira, a empresa anunciou ao mercado que avalia uma oferta primária (novas ações) e secundária (com a venda de títulos já existentes), no valor total de R$ 250 milhões. Consultada pelo RR, a Pague Menos limitou-se a reproduzir o Fato Relevante divulgado ao mercado, confirmando que “a potencial oferta, se concretizada, envolverá ações de emissão da Companhia e de fundos geridos pela General Atlantic”.
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