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Os fundos acionistas da Inspira – um trio pesadíssimo formado pelo Advent, pela canadense CPPIB e pelo BTG – trabalham intramuros com metas ousadas para a holding da área de educação. O que se diz no mercado é que a empresa pretende chegar a um Ebitda de R$ 1 bilhão em até três anos – em 2023, esse indicador ficou em R$ 300 milhões. Os investidores falam também em triplicar o faturamento – em torno de R$ 1,1 bilhão no ano passado. Para encurtar o caminho, a Inspira vai partir para uma agressiva estratégia de aquisições.
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