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Deve ser a tensão pré-eleitoral. A “tucana” Cemig suspendeu abruptamente as negociações para uma parceria com a CEB, distribuidora do Distrito Federal, governado pelo petista Agnelo Queiroz. Bem, a partir de janeiro é muito provável que os desígnios da estatal mineira estejam nas mãos de Fernando Pimentel. Em contrapartida, não há garantia nenhuma de que Agnelo permanecerá onde está.
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