Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
12.07.17
ED. 5659

As algemas de Amos Genish

Se o israelense Amos Genish assumir um cargo de comando na Telecom Italia, como cogitam os jornais europeus, ele terá de contornar um entrave ao pleno exercício das novas funções. Segundo o RR apurou, ao deixar a Telefônica, no ano passado, Genish teria assinado um acordo de non-compete, comprometendo-se a não participar da gestão executiva de concorrentes no Brasil até o fi m de 2018. A TIM Brasil é a maior operação internacional do grupo italiano: responde por um quarto da receita global.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.07.17
ED. 5654

Terra ainda gira. Até quando?

Por que cargas d ́água a Telefônica se deu ao trabalho de fazer uma reestruturação societária no Brasil para assumir o controle de um negócio que ela própria extinguiu na Espanha, Estados Unidos, Argentina, Chile e Peru? Segundo o RR apurou, a resposta está no benefício fiscal de R$ 194 milhões que o grupo terá ao incorporar o portal Terra, operação anunciada na última segunda-feira. O valor será abatido do prejuízo de R$ 807 milhões na Tdata, subsidiária da Telefônica que, na prática, incorporou o portal. A vantagem justifica a sobrevivência da operação no Brasil. Por quanto tempo? No mercado, a aposta é que, no médio prazo, o Terra terá o mesmo destino de seus congêneres pelo mundo afora. Procurada, a Telefônica não se pronunciou.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.06.17
ED. 5633

Telefônica entra em linha cruzada com o TCU e a Anatel

Nem mesmo a intimidade com o Poder tem ajudado o CEO da Telefônica no Brasil, Eduardo Navarro, a desatar o nó das multas da operadora com a Anatel. Integrante do “Conselhão” e bastante próximo do ministro da Comunicação, Gilberto Kassab – a quem, inclusive, ciceroneou em visita à sede do grupo em Madri no último mês de fevereiro –, Navarro vem ricocheteando entre diversas esferas do governo sem encontrar uma saída para o passivo de R$ 2,2 bilhões. Os espanhóis lhe cobram uma saída que passem longe do pagamento das multas, mas dificilmente o executivo conseguirá cumprir a missão.

A operadora chegou a assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a Anatel para transformar as dívidas em investimentos. No entanto, foi abalroada pelo TCU, que suspendeu o acordo no início de maio. Na Telefônica, a causa já é dada como perdida. As gestões junto ao TCU conduzidas pelo próprio Navarro e pelo diretor jurídico Breno Pacheco de Oliveira foram infrutíferas.

O TCU fez um strike para cima da operadora e da Anatel. Não apenas suspendeu o acordo como ainda responsabilizou os conselheiros da agência, incluindo o ex-presidente João Rezende e o ex-conselheiro Rodrigo Zerbone, por perdas decorrentes da assinatura do TAC. Segundo o Tribunal de Contas, o Termo de Ajustamento causou um suposto prejuízo de R$ 137,7 milhões à União. O órgão identificou uma série de irregularidades, notadamente na metodologia do cálculo das multas aplicadas pela Anatel contra a Telefônica.

Diante do iminente fracasso, o que restará à Telefônica é a alternativa da Medida Provisória 780, editada na semana passada, que permite o parcelamento de dívidas não tributárias com a União. Está longe, muito longe do ideal. Mais do que uma confissão de dívida, a adesão à MP será uma confissão de fracasso da Telefônica.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

13.10.16
ED. 5474

Amos Genish não resiste ao “domínio do fato”

 A tese do “domínio do fato” parece ter chegado à Vivo. A abrupta saída de Amos Genish da presidência da operadora estaria diretamente relacionada à auditoria interna instaurada pela Telefônica. Nos últimos dois meses, a matriz promoveu uma devassa na Vivo para investigar suspeitas de pagamentos indevidos a fornecedores do departamento de marketing e indícios de que a empresa foi vítima de espionagem comercial – ver RR edição de 5 de agosto.  Em seu veredito, a “corte espanhola” teria jogado sobre os ombros de Genish a culpa por malfeitos cometidos dentro da companhia. Por essa visão, em última instância, o executivo seria o grande responsável por desvios de conduta e procedimentos contrários às normas de compliance da Vivo, não por conivência, mas por omissão. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto:  Vivo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

15.04.16
ED. 5349

Quase matriz

 O que se diz na Telefônica é que o novo CEO global da companhia, José María Álvarez-Pallete, vai “governar” com um pé em Madri e outro em São Paulo. Isso significará longas estadas no Brasil – a maior das operações do grupo fora da Espanha. Um aperitivo: antes mesmo de assumir, Álvarez-Pallete comandou o processo de incorporação da GVT, que será extinta hoje.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

29.03.16
ED. 5336

Download

 Com a fúria de um touro miura, os espanhóis da Telefônica estão debruçados sobre um duro programa de cortes no Portal Terra. Uma das medidas em estudo é concentrar toda a operação em São Paulo. Com isso, a base de Porto Alegre, onde tudo começou, seria extinta. Procurado, o Terra nega os cortes.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

26.02.16
ED. 5315

Napster afina sua operação no Brasil

  A Napster iniciou conversas com a Telefônica com o objetivo de transformar a parceria comercial em uma sociedade. A associação ampliaria o poder de fogo da empresa no país: já na partida, permitiria seu acesso aos 80 milhões de celulares da Telefônica no Brasil. Mas a busca por um sócio não está circunscrita aos espanhóis. A Napster considera que o tamanho do seu desafio no Brasil exige um companheiro de viagem. Pouco mais de um ano após chegar ao mercado brasileiro, está tendo de rever todo o modelo de operação.  A reestruturação da empresa de compartilhamento de músicas contempla mudanças na estratégia comercial, novas plataformas e uma ampla revisão de processos. O curto espaço de tempo entre a chegada ao país e as drásticas mudanças pode sugerir uma certa falta de paciência do controlador, a norte-americana Rhapsody. No entanto, a reação do grupo se dá na mesma velocidade das transformações do mercado. A Napster já reinou absoluta no setor, mas perdeu espaço quando foi processada pelas gravadoras e teve de interromper seus serviços gratuitos. O Brasil é vital nos seus planos: o mercado de compartilhamento de músicas tem crescido 30% ao ano. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Telefônica e Napster.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

06.01.16
ED. 5281

Má companhia

A migração da CBF das páginas esportivas para o noticiário policial começa a cobrar seu preço. Depois da Procter & Gamble, a Telefônica/Vivo também deverá romper o contrato de patrocínio com a entidade. O acordo rende à CBF cerca de três milhões de euros por ano.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.10.15
ED. 5220

Outra linha

O presidente do conselho de administração da Telefônica no Brasil, Antonio Carlos Valente, procura evitar os mesmos corredores por onde passa Amos Genish, seu sucessor no comando do grupo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

16.04.15
ED. 5102

Rumo à Nextel

A Telefônica reabriu as negociações para a compra da Nextel no Brasil. A operadora amarga prejuízos, queda do faturamento e uma dívida de aproximadamente US$ 1 bilhão. Oficialmente, a Telefônica negou a operação.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.