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planos
08.08.17
ED. 5678

Family office

Mais do que petróleo, os Queiroz Galvão descobriram uma camada de dividendos no pré-sal. A Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP) vende ativos, segura investimentos, hesita em relação à próxima rodada da ANP e, com isso, engorda o caixa e garante a remuneração de seus acionistas controladores. Estima-se que apenas a venda dos 10% no campo de Carcará para a Statoil, por US$ 379 milhões, aumentará os dividendos programados para este ano em mais de 60%.

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12.07.17
ED. 5659

Galp quer ser o peixe-piloto da Statoil no Brasil

A Galp elegeu como prioridade absoluta no Brasil a licitação da área Norte do campo de Carcará (BM-S-8), na Bacia de Santos, marcada para 27 de outubro. Para tanto, tenta convencer a Statoil a entrar no negócio, repetindo, assim, parte do consórcio que detém a concessão do próprio BM-S-8. A Galp, em bom português, é o “miúdo” da operação: detém apenas 10%. Já a Statoil tornou-se o maior acionista de Carcará com a aquisição dos 66% da Petrobras.


Por falar em Petrobras, os planos da Galp no Brasil passam ao largo de José Sergio Gabrielli, integrante do board do grupo. Segundo uma fonte da empresa, há muito que os lusos não ouvem os conselhos do ex-no 1 da Petrobras.

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22.06.17
ED. 5645

Dobradinha

Petrobras e Statoil estão perto de selar uma parceria para a 14a Rodada de Licitações da ANP, que ocorre em setembro.

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Por falar em Petrobras, a BR pretende vender a concessão da distribuição de gás natural no Espírito Santo. Promessa de mais combustível no contencioso com o governo capixaba, que já decretou a caducidade da concessão.

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29.03.17
ED. 5588

A dona de Carcará

A Statoil está faminta para aumentar sua participação no campo de Carcará, hoje de 66%. Resta saber quem vai ser diluído entre Petrobras, Queiroz Galvão, Barra Energia e a portuguesa Galp.

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statoil-rr-5576
13.03.17
ED. 5576

A sardinha e o tubarão

A portuguesa Galp está fazendo de tudo para entrar no leilão da ANP previsto para este ano colada com a norueguesa Statoil, repetindo a relação de comensalismo que já une as duas empresas no campo de Carcará.

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20.01.17
ED. 5543

Aqueles 10%

A Statoil quer beliscar 10% do Campo de Libra. O caminho é a Petrobras, dona de 40%.

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07.12.16
ED. 5511

Unitização

Petrobras e Statoil serão uma só na próxima rodada de licitações da ANP, prevista para o primeiro semestre de 2017. A dupla promete entrar pesado no leilão de dois ativos: o bloco adjacente a Carcará, já operado pelos noruegueses, e a área contígua a Sapinhoá, campo pertencente à estatal

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31.10.16
ED. 5486

Carcará

 A Statoil sinalizou à ANP que vai participar da licitação de parte do campo de Carcará prevista para o ano que vem. Expectativa de bom ágio. Ninguém tem mais a ganhar com a concessão do que os noruegueses, que recentemente compraram da Petrobras a área restante de Carcará. Procurada, a Statoil diz que “está sempre avaliando oportunidades”. Para bom entendedor…

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 A Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP) costura a entrada da Statoil no Campo de Atlanta. No melhor dos mundos, os noruegueses comprariam toda a participação da encalacrada OGPar, dona de 40% do consórcio. Operadora do campo, a QGEP tem 30% do negócio. Os outros 30% pertencem à Barra Energia. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: QGEP, OGPar e Statoil.

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06.09.16
ED. 5449

Statoil in Rio

 A Statoil, segunda maior operadora de petróleo do país, já fez os primeiros contatos com o governo do Rio de Janeiro a respeito da construção de uma planta de GNL no estado. A unidade será voltada para exportação do combustível.

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05.09.16
ED. 5448

Ao lado

 O presidente da Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP), Lincoln Guardado, jogou uma isca na direção da Statoil ao afirmar que a empresa disputará a concessão das áreas adjacentes ao Campo de Carcará, na Bacia de Santos. A QGEP pretende fisgar os noruegueses e chegar de braços com eles no leilão, previsto para o início de 2017. E quem não quer estar ao lado da Statoil? O grupo acaba de investir mais de US$ 2,5 bilhões na compra da participação da Petrobras em Carcará, do qual a própria QGEP é sócia, com 10%.

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09.08.16
ED. 5429

Pega, mata e come

 Além dos US$ 2,5 bilhões que pagou pela participação da Petrobras no campo de Carcará, a Statoil vai desembolsar logo na partida cerca de US$ 1 bilhão para compensar os atrasos no cronograma da operação.

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06.05.16
ED. 5363

Energia eólica

 A Statoil Energy Ventures, braço da petroleira norueguesa, negocia a compra de um pedacinho da Copel Renováveis. O alvo do fundo nórdico é a operação de energia eólica da estatal paranaense.

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12.02.16
ED. 5305

Marcha lenta

 A decisão da Statoil de reduzir o ritmo de perfurações de poços no Campo de Peregrino, em Campos, eliminando metade das equipes de trabalho, encontrou oposição da sócia Sinochem. Os chineses, minoritários com 40% do capital, defendem que o ritmo seja mantido para aumentar os ganhos de escala. Peregrino é o oitavo maior campo produtor do país. A Statoil não comentou o assunto.

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19.06.15
ED. 5145

O gás da Statoil

A Statoil pretende se aproveitar da brecha aberta pela nova Lei do Gás para investir no transporte do combustível no Brasil. O projeto envolve a criação de uma nova empresa no país. Os noruegueses já abriram conversas com a Petrobras, a mais afetada pela mudança nas regras. Pela nova lei, o transportador será obrigado a ceder o uso da capacidade ociosa de seus gasodutos.

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27.04.15
ED. 5108

Sinopec ganha um bilhete premiado para o pré-sal

 O empréstimo no valor de US$ 3,5 bilhões obtido pela Petrobras junto ao Banco de Desenvolvimento da China (CDB) passa ao largo da cessão de petróleo ao país asiático, como disse o próprio presidente da estatal, Aldemir Bendine. Os chineses querem, sim, o óleo brasileiro, mas in loco. A principal contrapartida ao financiamento é a possibilidade de um avanço ainda maior dos asiáticos no pré-sal. Mesmo que informalmente, a Sinopec passará a ter o status de parceira preferencial da Petrobras tanto em novas investidas quanto nas operações já em curso. Significa dizer que a companhia chinesa sai na frente na disputa pelos ativos que poderão ser negociados pela estatal, a começar justamente pelas participações nos blocos em que os dois grupos já estão juntos.  É o caso do BMC-33. Por meio da Repsol Sinopec, os chineses detêm 35% do consórcio, mesma fatia da norueguesa Statoil – o restante está nas mãos da Petrobras. Até o momento, já foram perfurados três poços no local, com reservas estimadas em aproximadamente 1,4 bilhão de barris. Os asiáticos querem também beliscar uma participação maior no BM-S-9, na Bacia de Santos. No momento, a Sinopec detém a menor fatia do bloco: 25%. O maior pedaço pertence justamente a  Petrobras (45%). Os outros 30%, originalmente do BG Group, estão sendo herdados pela Shell. Este é um dos ativos mais importantes da estatal e, não por acaso, um dos mais cobiçados pelos chineses. O interesse maior recai sobre o campo de Sapinhoá, que hoje responde por quase 20% da produção total de petróleo no pré-sal brasileiro. O aumento da participação da Sinopec neste bloco já pagaria, com juros e correção monetária, uma parcela expressiva do empréstimo do CDB a  Petrobras.

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