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A família Vicentin, um dos grandes nomes do agronegócio na Argentina, está garimpando lavouras de soja do lado de cá da fronteira, notadamente no Centro-Oeste. O clã tem sofrido poucas e boas com o presidente Alberto Fernández. Há dois anos, o governo argentino chegou a expropriar fábricas de esmagamento de soja pertencentes aos Vicentin por supostas operações irregulares com o Banco de la Nación.
A CBF promete fazer jogo duro na renegociação do contrato com a Nike. Segundo o RR apurou, a entidade vai partir de um aumento de 20% nos valores do patrocínio. Se a seleção trouxer o hexa do Catar, a inflação será ainda maior.
A Igreja Mundial do Poder de Deus, do apóstolo Valdemiro Santiago, teria planos de criar sua própria plataforma de streaming. O investimento, eventualmente, permitiria a Santiago a reduzir a locação de horários em emissoras de TV, motivo, por sinal, de vários enroscos jurídicos. A Claro processa o líder religioso por uma dívida de R$ 8,8 milhões referente ao aluguel de uma banda do satélite StarOne C2. Já o Grupo Spring de Comunicação, dono de canais de TV, cobra de Santiago mais de R$ 70 milhões.
O Grupo Iter, operador do bondinho do Pão de Açúcar, contratou o Banco Genial, de olho nas concessões de áreas ambientais. Tanto a União quanto os governos estaduais prometem uma sucessão de leilões para os próximos meses. Minas Gerais, por exemplo, planeja licitar até 20 parques estaduais.
Há um cabo de guerra institucional nos portos brasileiros. A Antaq tem municiado o TCU com farta documentação na tentativa de atestar a legitimidade do Serviço de Segregação e Entrega de Contêineres (SSE). Trata-se da taxa cobrada por terminais portuários para a movimentação de contêineres. O Tribunal de Contas considera o “pedágio” ilegal. O Supremo vai pelo mesmo caminho. Em julho, o presidente da Corte, ministro Luiz Fux, negou monocraticamente liminar para a retomada da cobrança. Tanto empenho da Antaq a favor da derrama imposta pelos operadores portuários tem despertado as mais tenebrosas teorias entre os grandes exportadores.
A chinesa Shein entrou na disputa pela compra da Dafiti, uma das maiores plataformas de e-commerce de moda do Brasil, com faturamento em torno de R$ 3,5 bilhões por ano. Controlada pelo Global Fashion Group (GFG), de Cingapura, a empresa está avaliada em algo em torno de R$ 1,5 bilhão. No mercado, há informações de que Renner e Magazine Luiza também teriam interesse pela Dafiti. Seu ativo mais cobiçado é a base de quase oito milhões de clientes ativos, com um tíquete médio da ordem de R$ 190. A investida sobre a Dafiti reforça o apetite da Shein pelo mercado brasileiro. O grupo, gigante global do e-commerce, quer marcar sua entrada no país com uma aquisição de peso. Neste momento, os chineses se dedicam à montagem da sua operação brasileira, a cargo do executivo Felipe Feistler, ex-Shopee. A Shein já fatura o equivalente a R$ 2 bilhões por ano no país, mas com peças de vestuário vindas da China. Peças que vêm com algumas “manchas”, diga-se de passagem: o grupo chinês é acusado no exterior de copiar o design de criações da espanhola Zara.
A presidente da Caixa Econômica, Daniella Marques, quer resgatar um projeto que ficou pelo caminho na gestão de Pedro Guimarães, seu antecessor: o spinoff do Caixa Tem, uma combinação de banco digital e plataforma de marketplace. O passo seguinte seria o IPO da subsidiária.
Há um zunzunzum nos corredores do SBT de que Silvio Santos abriu as portas para o genro Fabio Faria, atual ministro das Comunicações, assumir um cargo no grupo a partir do ano que vem. Ressalte-se que Faria, deputado licenciado, não disputará a reeleição.
O ex-presidente José Sarney está comemorando por antecipação as eleições. De qual candidato? Lula ou Jair Bolsonaro, tanto faz. O MDB será um dos fiéis da balança. Agora e lá na frente.
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Paulo Guedes é o termômetro das possibilidades de reeleição de Jair Bolsonaro. Se permanecer ativista, é porque “Bolso” tem boas chances. Caso contrário, o presidente já terá perdido a parada. Melhor pingar uma ficha em cada casa.
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Acreditem: Jair Bolsonaro sondou uma visita a FHC. Não é momento para isso. Nem de receber Bolsonaro nem nenhum ex-presidente. O “príncipe” precisa de paz. Só isso.
O TCU pretende acionar o Supremo contra o Tribunal de Contas do Mato Grosso (TCE-MT). O objetivo da Corte Federal é brecar a transformação do projeto do VLT de Cuiabá em BRT, proposta que já recebeu aval do TCE-MT. O TCU alega que a fiscalização sobre o empreendimento está fora da alçada do Tribunal de Contas do Mato Grosso, por ter sido financiado com recursos da União. E bota recursos nisso. O projeto do VLT recebeu mais de R$ 2 bilhões em verbas federais e jamais saiu do papel. Trata-se de um dos “legados” da Copa do Mundo de 2014.
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