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O Carrefour vai acelerar a conversão das lojas da rede Maxxi para a bandeira Atacadão. O timing é uma variável importante nessa equação. O Carrefour não quer dar brecha para o concorrente Assaí, que também está “reenvelopando” todos os hipermercados da bandeira Extra.
O resultado da última pesquisa no Mato Grosso tem alimentado a expectativa da campanha de Lula em conquistar terreno no agronegócio. O otimismo se deve à figura de Blairo Maggi, apoiador do ex-presidente. A disparada de Wellington Fagundes, candidato a senador pelo União Brasil, é atribuída a um intenso trabalho de Maggi junto ao setor agropecuário. Com 39%, Fagundes está atropelando o presidente licenciado da Aprosoja, Antonio Galvan. Bolsonarista raiz, Galvan aparece nas pesquisas com menos de 5%.
A CBF conversa com plataformas de streaming para a produção de uma série sobre os bastidores da seleção na Copa do Catar. É investimento de “risco”: a princípio, o documentário só vai para o ar se o hexa vier.
O senador Jaques Wagner teve um papel fundamental na reaproximação entre Lula e Marina Silva.
O Ministério da Agricultura tem feito gestões junto ao governo do Vietnã para aumentar as vendas de carne, notadamente suína, para o país asiático. O produto é apenas o quinto na pauta de exportações para os vietnamitas. No ano passado, os embarques somaram cerca de US$ 100 milhões.
O ano de 2022 já “acabou”. Segundo o RR apurou, apenas no início de 2023 a ANTT vai se manifestar sobre o pedido de reequilíbrio econômico e financeiro dos contratos de concessão feito pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias e pela Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários. Ou seja: o problema vai cair no colo do próximo governo – seja ele quem for – logo no início do mandato.
Há um contencioso em ebulição nos portos brasileiros. De um lado, os grandes exportadores brasileiros de café; do outro, algumas das maiores companhias globais de navegação, a exemplo da Hamburg Sud, CMA CGM e MSC. Nos últimos meses, armadores passaram a cobrar uma nova tarifa para os embarques de café, que vem sendo informalmente tratada no setor de “taxa de segurança”.
A rigor, o pagamento é justificado por serviços de inspeção da carga e de contêineres. O valor varia de navio para navio, aumentando a barafunda tarifária. De acordo com a fonte do RR, os exportadores têm feito gestões junto à Antaq com o objetivo de barrar a derrama, ao menos até que a tarifa seja normatizada pela agência reguladora. Trata-se de mais uma taxa que desponta em uma zona cinzenta do ponto de vista regulatório, aumentando os chamados “chargers de custo” dos exportadores de café.
Isso em um momento extremamente delicado para o setor. Boa parte dos exportadores de café tem operado com margens negativas há mais de dois anos. A pandemia virou a logística do produto – e de outras commodities – de pernas para o ar. As restrições para circulação de navios, devido ao lockdown na China, provocaram um déficit de contêineres em todo o mundo – ver RR de 16 de dezembro de 2021.
O custo de aluguel mais do que duplicou, chegando a US$ 7 mil. Só agora os preços começam a ceder – ainda assim seguem na casa dos US$ 4 mil, acima do valor pré-pandemia. Os exportadores sofrem também com o aumento das taxas de juros, que pesam sobre o financiamento de contratos futuros. No caso do Brasil, não há muito para onde correr quando o assunto é custo de frete. O trio Hamburg Süd, MSC e CMA CGM, por exemplo, concentra quase 80% dos embarques brasileiros de café.
A Anatel pretende apresentar até janeiro uma nova regulamentação para o uso de postes pelas empresas de telecomunicações. A iniciativa se dá por pressão das companhias de energia elétrica, donas dessas estruturas. São mais de 50 milhões de postes em todo o país, enroscados em uma gambiarra regulatória. Hoje, não há normas claras para o compartilhamento desses equipamentos e a passagem de cabos de telefonia. Em todas as capitais do país, o que se vê é um emaranhado de fios. As empresas de energia alegam ter sérios prejuízos com o rompimento de cabos de transmissão devido à instalação desordenada de redes de telecomunicações. Segundo estimativa encaminhada à Anatel, o setor elétrico estima que a “limpeza” dos postes em todo o Brasil demandaria um gasto próximo dos R$ 20 bilhões. Procurada, a Anatel confirmou que ela e a Aneel “têm trabalhado conjuntamente na reavaliação da regulamentação sobre compartilhamento de postes entre distribuidoras de energia elétrica e prestadoras de serviços de telecomunicações”.
Um raro consenso entre os representantes do governo e dos trabalhadores no Codefat: segundo um integrante do Conselho, o colegiado vai aprovar por unanimidade na reunião do próximo dia 21 o pagamento de duas parcelas extras do seguro-desemprego a moradores de municípios de nove estados, atingidos pela calamidade das chuvas em julho e agosto último. Os beneficiados agradecem; e o candidato à reeleição, Jair Bolsonaro, também.
A Agrotools está na mira de fundos internacionais. No setor, a expectativa é que uma nova rodada de capitalização eleve a agritech à prateleira dos unicórnios brasileiros. Na última tranche de investimentos, em junho, a startups de soluções para o agronegócio foi avaliada em cerca de R$ 450 milhões.
Segundo o RR apurou, executivos da Petrobras vão se reunir hoje com a direção do Ibama. A companhia busca um alinhamento com o órgão ambiental com o objetivo de destravar a licença para a exploração do bloco FZA-M-59, na Foz do Amazonas. Na última terça-feira, o Ibama emitiu um parecer apontando inconsistências na documentação apresentada pela estatal. A posição do Instituto aumentou a preocupação na Petrobras – a ponto de o próprio diretor de Exploração e Produção, Fernando Borges, estar à frente do assunto. A questão é intrincada e já mobiliza altos gabinetes em Brasília. Informações filtradas do Ibama apontam que a direção do órgão estaria sofrendo pressões políticas para liberar o licenciamento, atropelando, portanto, o parecer da área técnica.
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