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Circulam no mercado rumores de que a Raízen poderá anunciar, ainda neste ano, um grupamento de ações. Seria uma forma de estancar a sangria do papel, que desde o início do ano acumula uma queda de quase 60% no rastro da disparada do passivo da empresa. Ressalte-se que a B3 já alertou a joint venture entre a Cosan e a Shell pelo tempo em que a ação vem sendo negociada abaixo de R$ 1. Pelas normas da Bolsa, caso a cotação fique em patamar inferior a esse valor por mais de 30 pregões consecutivos, a empresa é instada a apresentar um plano para se reenquadrar nessa cláusula de barreira. No caso da Raízen, já são 46 pregões seguidos em que a ação se mantém abaixo de R$ 1. Os principais fundos têm se desfeito da sua posição na empresa, diante da sua descontrolada alavancagem. O passivo de curto prazo da companhia chegou a R$ 53 bilhões em setembro, ou seja, uma relação dívida líquida/Ebitda de 5,1 vezes – contra 2,6 vezes no terceiro trimestre do ano passado.
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