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Energia
No Ministério de Minas e Energia, o entendimento é que dificilmente Brasil e Paraguai conseguirão concluir dentro do prazo, ou seja, 31 de dezembro, a revisão do Anexo C do Tratado de Itaipu. Desta vez, ao contrário do que sugere o track records de divergências bilaterais em relação à hidrelétrica, os dois países não estão em rota de colisão. O problema é que ainda faltam detalhes relevantes no documento, notadamente no que diz respeito às bases financeiras, às condições de suprimento da energia gerada em Itaipu e aos custos de produção do insumo. A questão é que, uma vez sacramentado, o acordo ainda terá de ser submetido aos Congressos do Brasil e do Paraguai, o que deve atrasar ainda mais sua entrada em vigor.
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