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12.07.22

Duplo chapéu

O papel de Amos Genish na V.tal, criada a partir da compra da rede de fibras ópticas da Oi, não se limitará ao cargo de CEO. Genish, ex-CEO da TIM Brasil, está buscando investidores internacionais para a empresa, controlada pelo BTG. O banco diz que a informação não procede.

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25.02.22

Deu boi na linha na sucessão da Anatel

As intensas articulações nos bastidores em torno da sucessão na Anatel passam também pelo setor privado. Segundo o RR apurou,  Claro e TIM Brasil estariam na “base de apoio” de Carlos Baigorri e fazem pressão pela sua indicação à presidência da agência reguladora. Os grandes players do setor temem perder influência dentro da Anatel com a eventual nomeação de Emmanuel Campelo, integrante do Conselho Diretor do órgão e filho do ministro do TST Emmanoel Pereira. Até prova em contrário, Baigorri, também conselheiro da agência, ainda é o candidato preferido do Palácio do Planalto. Mas a pressão de políticos do Nordeste pró-Campelo é grande. E o ministro das Comunicações, Fabio Faria? De acordo com a mesma fonte, está em cima do muro.

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27.12.21

Tudo junto e misturado

Entre os executivos da TIM Brasil, o duplo chapéu de Pietro Labriola é visto como uma evidência de que a Telecom Italia planeja se desfazer da operadora. Desde a semana passada, Labriola acumula a direção da empresa brasileira com o comando do grupo, em Milão, em substituição a Luigi Gubitosi. Com um pé lá e outro cá, caberia ao executivo arrumar a casa para a negociação do controle. Os italianos têm sobre a mesa uma proposta de 33 bilhões de euros do fundo KKR pela Telecom Italia, oferta essa vinculada à posterior venda da TIM Brasil.

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18.12.20

Ópera bufa do 5G

A proposta do CEO da TIM Brasil, Pietro Labriola, de que o leilão de 5G seja realizado apenas no terceiro trimestre de 2021, foi detonada nos bastidores pela cúpula da Claro. A justificativa de Labriola de que, antes da licitação, o ideal é que o Cade analise a venda dos ativos de telefonia celular da Oi, soou como conversa para boi dormir. Sem dó, os executivos da empresa mexicana dizem que é papo de quem não tem o mesmo fôlego dos rivais para cacifar os bilhões de investimento no 5G.

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11.09.19

Piede sinistro

Há apenas cinco meses no cargo, o presidente da TIM Brasil Pietro Labriola já “perdeu uma vida”. Os italianos ainda não engoliram a derrota para a Claro na disputa pela Nextel. Era um cavalo encilhado que não podia passar…

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17.05.18

Elliot quer tirar o Brasil da área de cobertura da Telecom Italia

A súbita ascensão do Elliot na Telecom Italia lança um nevoeiro de incertezas sobre a TIM Brasil. A operadora brasileira tornou-se uma companhia espremida entre dois donos com visões antagônicas em relação ao futuro do grupo no país. Para todos os efeitos ainda a maior acionista individual da Telecom Italia, a Vivendi defende um projeto de longo prazo para o mercado brasileiro. Longo prazo, no entanto, não é da natureza do Elliot, um carcará que pega, mata e come seus ativos, regurgitando-os sob a forma de realização do lucro no menor espaço de tempo possível.

A julgar pelos primeiros sinais que chegam de Roma, o fundo abutre de Paul Singer já começa a fazer pressão pela venda da TIM Brasil. A ave de rapina norte-americana só tem olhos para o quanto a empresa brasileira despejaria no caixa da Telecom Italia e, consequentemente, no seu. Tomando-se como base apenas o valor de mercado da TIM, portanto, sem qualquer prêmio de controle, as cifras giram em torno dos US$ 10 bilhões. O bote do Elliot sobre a Telecom Italia embaralhou todo o quadro de forças da companhia.

A rigor, a Vivendi segue com a gestão executiva, personificada na figura do CEO Amos Genish, ex-presidente da Vivo. No entanto, não se sabe até que ponto os franceses e o próprio Genish terão poder de voto e de veto dentro do grupo em questões de tamanha magnitude como esta. O fundo abutre tomou para si o board da Telecom Italia ao assumir dois terços das cadeiras e expurgar dez representantes da Vivendi e de acionistas minoritários. Por ora, enquanto o destino da TIM Brasil não ganha contornos mais nítidos, tudo leva a crer que não haverá mudanças na direção da companhia.

Stefano de Angelis deverá ser mantido na presidência da empresa. Sob sua gestão, a operadora até tem apresentado bons resultados, como o lucro de R$ 1,2 bilhão no ano passado. No entanto, de Angelis é considerado um executivo opaco se comparado aos antecessores, notadamente Luca Luciani, tão fulgurante quanto controverso – Luciani foi afastado da Telecom Italia depois do escândalo conhecido como Sim Card, quando foi constatado que ele inflou artificialmente a base de assinantes da empresa. De Angelis, por sua vez, é o oposto: dirige a TIM Brasil sem sobressaltos, mas também sem um grande investimento ou plano mais ousado. Seu baixo perfil é justamente o que deve fortalecê-lo e garantir sua permanência no cargo. Aos olhos do Elliot, talvez o executivo seja o homem certo no lugar certo, o “gondoleiro do tédio” que conduzirá a TIM Brasil na direção de um novo controlador.

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08.05.18

Cemig Telecom à venda

A Cemig vai anunciar ainda neste mês o modelo de venda da Cemig Telecom. O negócio deverá ser realizado por meio de leilão na B3. A TIM Brasil é a principal interessada na rede de fibra óptica da estatal mineira.

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