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Qual o percurso do fio que junta Carlos Emanuel Miranda, apontado como “gerente da propina” do ex-governador Sergio Cabral, a FSB Comunicação e Regis Fichtner, ex-chefe da Casa Civil do governo do Rio? Três chances para acertar: 1. A agência de comunicação recebeu dinheiro por fora, como disse Miranda em juízo; 2. A empresa recebeu dinheiro pelos seus serviços pagos por dentro, direitinho; 3. Regis Fichtner e a FSB não têm nada a ver um com o outro.

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04.08.20

Três letras que fazem o chão tremer

A candidata da oposição à presidência da Firjan, Ângela Costa, contratou um tanque panzer para conseguir o seu intento. A agência de comunicações FSB, um potentado do setor, é uma especialista em dar nó em pingo d’água enlameado. A lama da citação não tem nada a ver com a Firjan; só qualifica a competência mais específica dos sujeitos. A FSB esteve ao lado de praticamente todos os investigados e encarcerados no Lava Jato. Chegou a ser muito combatida por prestar serviços por 10 anos às gestões de Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão, alternando a inexistência de contratos com documentos mais “espertos”. Era a contratada dileta do chefe do gabinete civil de Cabral, o inefável Regis Fichtner. Diga-se de passagem que a FSB inaugurou a era de assessoria do governo inteiro. Um bombom. Os caras são bons, indiscutivelmente, mas dão medo com suas “práticas eficientes”.

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07.05.20

O sobrenome pesa

Marco Antonio Cabral, filho do ex-governador Sergio Cabral, já busca apoio – político e, sobretudo, financeiro – para disputar uma vaga na Câmara dos Vereadores. Marco Antônio, não custa lembrar, foi reprovado no primeiro teste eleitoral pós-Lava Jato: não se reelegeu deputado federal em 2018. Em quatro anos, despencou de 190 mil para pouco menos de 20 mil votos.

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29.04.20

Amnésia pontual

A memória de Sergio Cabral costuma falhar quando o assunto é Arthur Menezes Soares Filho, o “Rei Arthur”, que fez a festa como um dos maiores prestadores de serviços para órgãos públicos do Rio, a exemplo do Detran. Segundo informações filtradas da PF, em sua delação, o ex-governador deixou várias lacunas em relação ao empresário, foragido em Miami.

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01.04.20

Declaração de renda

Após recuperar 27 pedras de diamantes e 4,5 quilos de ouro guardados por Sergio Cabral em bancos da Suíça, a Lava
Jato está agora levantando uma nova conta do ex-governador, no mesmo país. É mais um dos anéis entregues pelo próprio Cabral em sua delação na esperança de reduzir algumas décadas na sua pena, que, por ora, soma 280 anos.

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24.03.20

Rádio-delação

A rádio-delação informa: segundo Sergio Cabral, Walter Faria, dono do cervejaria Petrópolis, teria sido um parceiro medalha de ouro para a conquista da Olimpíada pelo Rio.

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16.03.20

Pedágio

Ao que parece, nada escapava ao apetite e à capacidade de monetização de Sergio Cabral. Em sua delação, o ex-governador do Rio teria relatado a existência de um esquema de propinas que envolvia licitações para a compra de veículos para o estado.

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O folhetim da Lava Jato no Rio pode ter em breve um de seus capítulos de maior audiência: o juiz Marcelo Bretas cogita uma acareação entre Sergio Cabral e a ex-primeira dama Adriana Ancelmo. As denúncias de um contra o outro não batem.

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17.02.20

Contra-ataque

O ministro do STJ Humberto Martins deverá acionar o Supremo pedindo a quebra do sigilo da delação de Sergio Cabral. Vazamentos à mídia insistem em apontar Martins como um dos citados por Cabral. Oficialmente, o ministro diz não ter ciência do “acordo supostamente firmado por Sergio Cabral” e que, no STJ, sempre decidiu “contra os interesses” do ex-governador.

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13.02.20

O risco Gilmar

O receio dos advogados de Sergio Cabral é que o recurso de Augusto Aras contra o acordo de delação do ex-governador caia nas mãos de Gilmar Mendes. O ministro já negou dois pedidos de habeas corpus de Cabral. E olha que Gilmar não é de recusar esse tipo de solicitação…

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