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24.03.20

Rádio-delação

A rádio-delação informa: segundo Sergio Cabral, Walter Faria, dono do cervejaria Petrópolis, teria sido um parceiro medalha de ouro para a conquista da Olimpíada pelo Rio.

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16.03.20

Pedágio

Ao que parece, nada escapava ao apetite e à capacidade de monetização de Sergio Cabral. Em sua delação, o ex-governador do Rio teria relatado a existência de um esquema de propinas que envolvia licitações para a compra de veículos para o estado.

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O folhetim da Lava Jato no Rio pode ter em breve um de seus capítulos de maior audiência: o juiz Marcelo Bretas cogita uma acareação entre Sergio Cabral e a ex-primeira dama Adriana Ancelmo. As denúncias de um contra o outro não batem.

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17.02.20

Contra-ataque

O ministro do STJ Humberto Martins deverá acionar o Supremo pedindo a quebra do sigilo da delação de Sergio Cabral. Vazamentos à mídia insistem em apontar Martins como um dos citados por Cabral. Oficialmente, o ministro diz não ter ciência do “acordo supostamente firmado por Sergio Cabral” e que, no STJ, sempre decidiu “contra os interesses” do ex-governador.

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13.02.20

O risco Gilmar

O receio dos advogados de Sergio Cabral é que o recurso de Augusto Aras contra o acordo de delação do ex-governador caia nas mãos de Gilmar Mendes. O ministro já negou dois pedidos de habeas corpus de Cabral. E olha que Gilmar não é de recusar esse tipo de solicitação…

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11.02.20

O Rio de Janeiro e o conservadorismo da desordem

Observatório

Por Christian Lynch, cientista político e professor do Instituto de Estudos Políticos e Sociais da UERJ.

Quem diz liberalismo, diz liberdade; quem diz socialismo, diz igualdade; quem diz conservadorismo, diz ordem. Essas associações, que fazem sentido no mundo ideológico, deveriam fazê-lo também no plano das políticas administrativas fluminense e carioca.Assim, por exemplo, o socialismo moreno de Brizola foi ideologicamente consequente quando cristalizou as favelas como solução prática para o problema da moradia e apostou na educação básica como mecanismo de solução de desigualdades. O liberalismo de Cabral, por sua vez, foi responsável pela política de grandes obras, muita especulação imobiliária, mas também de atração de novas empresas etc.

Nos últimos anos, porém, a proverbial desordem urbana em que a cidade mergulhou, com fôlego comparável dos anos 1980, levou muita gente a crer que a solução estivesse numa aposta conservadora. Políticos conservadores restabeleceriam a ordem. Lá veio, pois, a trinca mais conservadora de governantes desde o fim do regime militar: Bolsonaro, Witzel e Crivella. O resultado foi um espanto, porque nunca a desordem parece ter sido maior. Bolsonaro até agora fez pouco ou nada pelo Rio, que na prática a segunda capital federal do Brasil, com sua imensa concentração de servidores públicos e órgãos da União, civis e militares.

Até o Temer, que era paulista, deu mais atenção à cidade. A gestão Witzel também se apresenta pífia, haja vista a gestão desastrosa da crise hídrica, a maior desde os tempos de Lacerda. A conclusão a que se chega é a de mais um governador incapaz de lidar com a má gestão proverbial da CEDAE, cuja razão principal de existência parece não ser a de fornecer os serviços de água e esgoto minimamente decentes, mas o de servir eternamente de cabide de emprego para apaniguados de deputados estaduais. De Crivella é melhor nem falar, porque, pelo conjunto da obra, já recebeu o merecido título de pior prefeito da história do município. A desordem urbana, com as ruas degradadas pelo comércio irregular, pela população de rua completamente desassistida, é a maior em décadas. O resultado parece ser que, pelo menos no Rio, os atuais conservadores se revelaram um fracasso administrativo total.  Conseguiram inventar o que se julgava impossível: o conservadorismo da desordem, da inépcia e da lacração. Deus tenha misericórdia desta pobre cidade de São Sebastião.

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06.02.20

Presídio capa de revista

“Ilha de Caras”. Este é o apelido jocoso que integrantes do Ministério Público do Rio deram ao presídio Bangu 8. A menção ao arquipélago das celebridades remete aos figurões presos na unidade, notadamente Sergio Cabral e Eduardo Cunha. Refere-se também às “regalias” do local, onde as instalações estão a milhas de distância do padrão das penitenciárias brasileiras, inclusive do próprio Complexo de Bangu. Em tempo: desde segunda-feira, a ilha abriga mais um hóspede com alguma notoriedade, por coincidência ex-integrante do MP-RJ: o procurador aposentado Flavio Bonazza, acusado de receber R$ 1,3 milhão em propina.

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04.02.20

Legado Cabral

Aviso a quem estiver interessado em um Vacheron Constatin Patrimony, em ouro branco, um Cartier Ronde Louis, com pulseira de ouro, ou um conjunto de anel e brincos com 146 diamantes, assinado pelo joalheiro Antonio Bernardo: o juiz Marcelo Bretas pretende marcar para abril o leilão do acervo de joias que pertenceu a Sergio Cabral e Adriana Ancelmo. O trabalho de perícia e avaliação das peças deve ser concluído nas próximas duas semanas.

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08.01.20

A “Delaware” de Sergio Cabral

Ministério Público Federal do Rio de Janeiro vai pedir à Justiça a suspensão de pagamentos da Rio Previdência ao Banco do Brasil, referentes a operações de antecipação de recebíveis de royalties do petróleo. Montada durante o governo de Sergio Cabral, a engenharia financeira é alvo de investigação na CPI da Rio Previdência, na Alerj. À época, o fundo de pensão dos funcionários do estado fechou acordos similares nos Estados Unidos, operação que ficou conhecida pelo sugestivo nome de “Delaware”. O estado recebeu R$ 8 bilhões. Já pagou mais de R$ 19 bilhões.

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Há um frenesi nos gabinetes do Tribunal de Justiça do Rio. Corre a informação de que, em sua delação, Sergio Cabral prova por A mais B que um desembargador do TJ recebeu R$ 6 milhões para emitir sentenças favoráveis a uma determinada entidade de classe.

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