As exigência da Planner para a compra da empresa de fidúcia da Reag

Empresa

As exigência da Planner para a compra da empresa de fidúcia da Reag

  • 12/09/2025
    • Share

A negociação conduzida pela Planner para a aquisição da Companhia Brasileira de Serviços Financeiros (Ciabrasf), braço de fidúcia da Reag, é cheia de amarras e senões. A operação está condicionada à garantia de um acordo de exclusividade para a administração fiduciária dos fundos da própria Reag, cujo controle já foi vendido a um grupo de executivos. Mas não todos os fundos. A Planner está passando uma peneira para separar o joio do trigo, leia-se as carteiras “limpas” daquelas maculadas pela Operação Carbono Oculto, da Receita e da Polícia Federal. Como consequência, o valor final da Ciabrasf estaria condicionado ao volume de ativos que a gestora conseguirá reter ao longo dos próximos 12 meses. Em contato com o RR, a Planner confirmou ter assinado um protocolo de intenções para a aquisição da Ciabrasf. Consultada especificamente sobre as exigências apresentadas para o fechamento do negócio, a gestora não se manifestou. Limitou-se a dizer que a “conclusão da potencial operação está sujeita à verificação de condições precedentes usuais, incluindo, entre outras, due diligence jurídica, de compliance e contábil-fiscal satisfatória, aprovações regulatórias aplicáveis, bem como à negociação e assinatura dos documentos definitivos”.

#Reag

Leia Também

Todos os direitos reservados 1966-2026.

Rolar para cima