Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
09.08.17
ED. 5679

Um problema a menos

A Arteris (Brookfield e a espanhola Abertis) tem interesse na compra da MGO Rodovias, que opera a BR- 050 entre Minas e Goiás. O ativo estaria avaliado em R$ 500 milhões. No Ministério dos Transportes há uma discreta torcida pela operação. O receio é que as nove empreiteiras de médio porte que controlam a concessão não tenham musculatura para investir R$ 1,5 bilhão até 2020. Procurada, a MGO negou a venda. Já a Arteris não quis se pronunciar.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

25.07.17
ED. 5668

Brookfield pilota criação da maior holding rodoviária do Brasil

A Brookfield já tem R$ 60 bilhões em ativos no Brasil e quer mais. Neste momento, “mais” significa a criação da maior holding de concessões rodoviárias do país, a partir de duas operações em paralelo conduzidas pelos canadenses. De um lado, o grupo negocia a aquisição da carteira da Odebrecht Transport (1,8 mil quilômetros de estradas em seis estados); do outro, movimenta-se para assumir o controle da Arteris, que reúne um colar de nove concessões, com mais de 3,2 mil quilômetros. A Brookfield já detém 56% da empresa e pisa no acelerador para ficar com o restante das ações, pertencente à espanhola Abertis.

Estima-se que as duas negociações envolvam um investimento somado da ordem de R$ 5 bilhões. Mais à frente, todas estas estradas se encontrariam, com a fusão das concessões da Odebrecht e da Arteris sob o mesmo guarda-chuva. A Brookfield teria, então, uma operação integrada com faturamento superior a R$ 6 bilhões e mais de cinco mil quilômetros sob administração, deixando para trás a atual líder do setor, a CCR (3,5 mil quilômetros). Procurada pelo RR, a Odebrecht Transport informou que “segue com seu plano de reestruturação que inclui a busca por novos investidores para seu portfólio de rodovias”.

Brookfield e Abertis não quiseram comentar o assunto. Segundo fonte próxima à Brookfield, o acordo com a Odebrecht Transport deve ser sacramentado até o fim de agosto. No caso da Arteris, o timing é uma variável ainda mais importante. Isso porque a própria Abertis está à venda na Espanha. A Brookfield considera fundamental comprar a participação dos sócios e tomar o controle da Arteris antes da venda do grupo ibérico e, automaticamente, da entrada de um novo acionista na empresa brasileira. Esse investidor, eventualmente, pode vir a ser um obstáculo aos planos dos canadenses. Segundo a mídia local, os candidatos mais fortes à aquisição da Abertis são a italiana Atlanta e a também espanhola ACS, de propriedade de um dos homens mais ricos do país, Florentino Perez, presidente do Real Madrid.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

02.03.17
ED. 5569

Arteris deixa governo paulista na saudade

Entre os grupos que fizeram forfait no leilão das rodovias de São Paulo, a ausência que mais causou mal estar no Palácio Bandeirantes foi a da Arteris, leia-se Brookfield e a Abertis. Nos dias que antecederam à apresentação das propostas, representantes da empresa garantiam a participação na concorrência. No governo paulista havia grande expectativa de que a simples presença da Arteris elevaria a linha de corte das ofertas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

25.01.17
ED. 5546

Curva fechada

Encalacrada por uma dívida de R$ 3,5 bilhões, a Triunfo está em conversações com a espanhola Arteris para a venda da concessionária Concebra. A operação tornou-se praticamente inevitável depois que o BNDES decidiu executar as fianças bancárias de um empréstimo-ponte de R$ 800 milhões à Concebra.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

28.12.16
ED. 5526

Brookfield e Abertis em estradas opostas

A Brookfield fez uma nova proposta à espanhola Abertis para deixar o capital da Arteris, dona de nove concessões rodoviárias no país. O modelo passa pelo spin off da companhia: cada sócio seguiria seu caminho com parte dos ativos. Não é de hoje que Brookfield e Abertis se desentendem sobre o plano de expansão da Arteris. Com o tanque cheio de dólares, o grupo canadense defende que a concessionária parta para novas aquisições. Mas encontra pela frente uma cancela chamada Abertis.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

23.08.16
ED. 5439

Bifurcação

 A Brookfield não quer mais ser minoritária na Arteris, concessionária de rodovias. Formalmente, os canadenses negam, mas, segundo fonte do RR próxima ao gupo, pesam as divergências com a espanhola Abertis, dona de 51% do negócio, e o alto endividamento da empresa, na casa dos R$ 6 bilhões. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Arteris.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

11.08.16
ED. 5431

Pé no asfalto

 A espanhola Abertis é forte candidata a disputar o leilão da rodovia entre Jataí (GO) e Uberlândia (MG), que deverá fazer parte da primeira fornada de concessões do governo de Michel Temer. Por meio da Arteris, uma sociedade com a Brookfield, a empresa ibérica já administra mais de três mil quilômetros em estradas no país.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

18.04.16
ED. 5350

Canoa furada

 A Brookfield começa a achar que embarcou numa canoa furada ao se associar à Arteris. Além da queda de receita das concessões rodoviárias do grupo, na ordem de 10%, a intenção dos espanhóis de comprar novos ativos no Brasil tem causado fortes divergências. A Brookfield se pergunta como a Arteris, engasgada com uma dívida de R$ 6 bilhões, vai financiar as aquisições. Os canadenses não querem nem saber a resposta. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Brookfield e Arteris.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

15.04.16
ED. 5349

Itaú e Ultra avançam no pedágio eletrônico

 Os Setúbal e o Grupo Ultra estão dispostos a pagar o pedágio que for necessário para a montagem de uma grande operação de cobrança eletrônica em rodovias. Por pedágio leia-se a compra da Move Mais, pertencente ao grupo paulista Dux. A aquisição daria um novo gás à ConectCar, controlada pelo Banco Itaú e pela Ipiranga. A empresa saltaria de 20% para perto de 30% de market share no segmento de cobrança eletrônica de pedágios, reduzindo consideravelmente a distância para a líder do setor, a norte-americana FleetCor.  O negócio de cobrança eletrônica é estratégico tanto para o Itaú quanto para a Ipiranga, por conta da sinergia com o varejo bancário e a atividade de distribuição de combustíveis. Além das agências bancárias, os 7,2 mil postos da rede funcionam como pontos de venda dos serviços da ConectCar.  O objetivo da ConectCar é dar uma rápida resposta à sua maior concorrente. A FleetCor, que já era dona da DBTrans, comprou recentemente o controle da STP, até então pertencente ao trio CCR, Raízen e Arteris. Passou a ter mais de 40% de participação no mercado. Com isso, a aquisição da Move Mais tornou-se fundamental para os planos do Itaú e da Ipiranga. Mesmo porque trata-se de uma das últimas empresas do setor capazes de fazer diferença no ranking nacional. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: ConectCar e Move Mais.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

03.02.16
ED. 5301

Brookfield joga pôquer com a Invepar

  A desistência de participar da disputa pela compra da parte da OAS na Invepar é a aposta mais arriscada da Brookfield Infrastructure no mercado brasileiro este ano. A estratégia do blefe foi toda arquitetada pelo presidente da companhia, Sam Pollock, que convenceu o grupo canadense de que o preço e o acordo de acionistas acertado entre a OAS e os fundos de pensão na criação da Invepar podem ser modificados na bacia das almas. Pollock aposta que ninguém bancará no leilão o valor de R$ 1,35 bilhão ofertados pela Brookfield pelos 24,4% da construtora baiana na holding de concessões. Desta forma, voltará à mesa de negociações com a faca e o queijo para ofertar menos e ainda exigir da Previ, Funcef e Petros um novo acordo de acionistas que entregue a gestão da Invepar e não exija exclusividade de sociedade nos futuros leilões de rodovias. A Brookfield é sócia da espanhola Arteris – operadora de estradas em São Paulo – e tudo o que menos quer é ficar amarrada à Invepar. Pollock sabe que o blefe faz parte desse jogo de pôquer, mas um eventual fracasso será exclusivamente debitado na sua conta. A Brookfield não comentou o assunto.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

16.11.15
ED. 5248

Arteris

 O resultado da Arteris em 2015 deverá ser o mais baixo desde que o grupo espanhol se instalou no Brasil, há 18 anos. Na média, a queda de receita das concessões chega a 10%. Não por acaso, a S&P já rebaixou o rating da Arteris, levando junto a nota de crédito do presidente da subsidiária brasileira, David Almazán. Seu mandato vence em abril e na empresa ninguém aposta na renovação. A Arteris admite que a receita com pedágio foi impactada pela interrupção da cobrança dos eixos suspensos de caminhões vazios nas rodovias federais. Mas garante que parte do faturamento será reequilibrada na próxima revisão tarifária.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

02.10.15
ED. 5219

Muito asfalto e pouco crédito

O rebaixamento da nota de crédito da Arteris Brasil pela Standard & Poor’s vai custar caro ao grupo espanhol. Diante da dificuldade de obter crédito a um custo palatável, a subsidiária vai recorrer à matriz para cumprir o programa de investimentos de suas nove concessões rodoviárias no país. Tamanho do espeto: cerca de R$ 1 bilhão.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

29.07.15
ED. 5173

Praça do pedágio

A espanhola Arteris estaria negociando a compra da concessionária BR-153, um dos ativos colocados à  venda pelo Grupo Galvão.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.05.15
ED. 5112

Buraco na pista

Vai ser difícil para a Arteris fechar suas contas no Brasil em 2015. Os espanhóis terão obrigatoriamente de desembolsar quase R$ 9 bilhões em suas concessões rodoviárias. Isso no ano em que o grupo prevê uma perda de receita entre 5% e 10% e uma queda de lucro de até 20%.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.