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planos
06.06.17
ED. 5634

Bênção ministerial

A Louis Dreyfus, a japonesa Zen-Noh Grain e a Amaggi, da família do ministro Blairo Maggi, costuram um megaconsórcio para disputar concessões ferroviárias. O trio já tem negócios conjuntos no Brasil na originação de grãos e no setor portuário. A Louis Dreyfus e a Zen-Noh entram com a grana. A Amaggi, prioritariamente com o sobrenome. Consultadas, as três empresas não comentaram o assunto.

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 Executivos da chinesa Cofco Agri procuraram o secretário de PPI, Moreira Franco, e o ministro dos Transportes, Mauricio Quintella, para manifestar o interesse do grupo em disputar a licitação da “Ferrogrão”. A companhia não virá sozinha. A Cofco terá o apoio do China Development Bank, a maior agência de fomento do país asiático. O comboio deverá incluir ainda a China Railway Construction Corporation (CRCC), que seria o operador da ferrovia. Orçada em mais de R$ 12 bilhões, a “Ferrogrão” será uma espécie de aorta no sistema circulatório da produção nacional de grãos. Com 933 quilômetros de extensão entre as cidades de Sinop (MT) a Miritituba (PA), a nova linha férrea será a maior e mais importante artéria de escoamento de soja e congêneres do Centro-Oeste.  A julgar pelo número e pelo porte dos pretendentes, a “Ferrogrão” tem tudo para ser a locomotiva da primeira leva de concessões do governo Temer. Bunge , ADM e Cargill são tratados em Brasília como nomes certos na licitação. A Amaggi, controlada pela família do ministro Blairo Maggi, também estuda sua participação no leilão. Assim como todos estes grupos, o interesse da Cofco pelo empreendimento caminha pari passu às suas operações na área de grãos no Brasil. Nos próximos dois anos, os chineses deverão investir mais de US$ 1,2 bilhão no país na produção de soja e derivados. O Brasil, aliás, foi escolhido para ser o centro das operações globais da Cofco International, o braço agrícola do conglomerado chinês – ver RR edição de 29 de setembro. A seguintes empresa não retornaram ou não comentaram o assunto: Cofco Agri.

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06.09.16
ED. 5449

Terminal da Algar

 A Algar Agro, braço agrícola do grupo Algar, decidiu ser uma das sócias do Tegram, terminal de grãos controlado pela CGC, Louis Dreyfus, Amaggi e Nova Agri. A negociação ainda é mantida a sete chaves, mas sua participação deverá ser de 20%, semelhante à de cada integrante do quarteto. Consultada, a Tegram nega a operação. • Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não se pronunciaram: Algar Agro.

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01.09.16
ED. 5446

Santo de casa

 A Amaggi, grupo de agribusiness do ministro Blairo Maggi, tem interesse em disputar a concessão da “Ferrogrão”. Mas só se o governo confirmar o financiamento do BNDES para o projeto, orçado em quase R$ 12 bilhões. A ferrovia, de 930 quilômetros, será fundamental para o escoamento da produção de grãos do Centro-Oeste.

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 Cargill, Louis Dreyfus , Bunge e Amaggi buscam mais um sócio para a construção da ferrovia entre Sinop (MT) e Miritituba (PA), orçada em R$ 11,5 bilhões.

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