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Na base aliada do governo multiplicam-se críticas ao atual ministro do Desenvolvimento Regional, Daniel de Oliveira Ferreira. O senso comum é que Ferreira não tem se empenhado como deveria no suporte a candidatos próximos ao presidente Jair Bolsonaro, seja no ritmo da liberação de verbas, seja com a participação efetiva na campanha.
Jair Bolsonaro e Fernando Collor firmaram uma espécie de pacto pré-eleitoral: Collor terá um ministério em um eventual segundo mandato de Bolsonaro caso perca a eleição para o governo de Alagoas. A essa altura, não dá nem uma coisa nem outra: tanto Bolsonaro quanto Collor estão atrás nas pesquisas.
Alguns dos maiores frigoríficos do Paraguai, como o Grupo Concepción, estão ofertando expressivos volumes de carne bovina no mercado brasileiro. Trata-se de uma consequência da redução dos embarques para a Rússia, devido às dificuldades do país europeu em honrar os contratos após o banimento da Swift, plataforma de pagamentos internacionais. A ofensiva dos vizinhos paraguaios tem mobilizado os frigoríficos nacionais: há o temor de que a superoferta de carne no país vizinho alimente também o contrabando do produto.
Há um forte burburinho no setor de que a Compass, de Rubens Ometto, pretende promover a fusão da Gás Brasiliano e da Comgás. O grupo está com a faca e o queijo na mão para unir as duas distribuidoras. Dona da Comgás, a empresa assumiu o controle da Gas Brasiliano com a aquisição dos 51% da Gaspetro que pertenciam à Petrobras.
Há outras peças que se encaixam nesse mosaico. A fusão e o consequente aumento dos investimentos na rede de distribuição de São Paulo serviriam como uma valiosa moeda de troca para a Compass negociar com as autoridades do estado a prorrogação do contrato de concessão da Gas Brasiliano, que vai até 2029. Seria um movimento fundamental para sincronizar toda a operação em território paulista.
No fim do ano passado, ressalte-se, a empresa de Ometto conseguiu estender o contrato da própria Comgás até 2049. A associação entre Comgás e Gas Brasiliano daria origem a um player dominante no maior PIB do país. Juntas, as duas empresas atendem a 552 dos 645 municípios de São Paulo, somando 12 milhões de consumidores. A Compass mira em um segmento especial: dos grandes consumidores. O novo grupo teria um peso ainda maior para competir na venda de gás a indústrias, na concorrência direta com a Naturgy, leia-se a espanhola Gas Natural, que hoje divide esse mercado com a Comgás e a Gas Brasiliano.
A equipe econômica da campanha de Jair Bolsonaro reza unida para que o FMI não publique nenhum dos seus relatórios até o segundo turno. Ninguém tem dúvida de que os aspectos das contas fiscais, notadamente o orçamento, serão questionados. Vale a mesma torcida para os pronunciamentos das empresas de rating, mas, com estas últimas, tudo indica que a assessoria de Guedes tem conversado dia sim, dia não.
A presidente da Caixa, Daniella Marques, quer montar um ecossistema de fintechs dentro do banco. O plano passa por aquisições e pela gestação de projetos próprios, que deverão ser vinculados à Caixa Tem, o braço digital da CEF.
Mais um fator de tensão para a campanha de Jair Bolsonaro: ontem circulava no Palácio do Planalto a informação de que o Coaf também está escarafunchando movimentações financeiras de Rogéria Nantes, primeira esposa de Bolsonaro. e mãe do trio Flavio, Carlos e Eduardo.
A disputa pela linha 7 do Metrô de São Paulo promete ser quente. A espanhola Acciona pretende participar do leilão, previsto para este ano. Tem tudo para bater de frente com a CCR, outra forte candidata. A Acciona, ressalte-se, já opera a Linha 6 do metrô paulistano.
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A Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos produziu um estudo que será encaminhado aos candidatos ao governo de São Paulo. O relatório contém propostas para viabilizar a expansão das redes de metrô e trens urbanos no estado. Olhando-se para o curriculum vitae dos candidatos, é um material sob medida para Tarcisio Freitas pintar e bordar.
A startup portuguesa Pleez ensaia sua entrada no Brasil. A plataforma de restaurantes recebeu um aporte para financiar sua expansão para outros países. A food tech desenvolveu um algoritmo próprio de entregas.
A Ser Educacional, do empresário Janguiê Diniz, estuda cindir seus cursos de medicina, criando uma empresa à parte – a exemplo do que já fizeram concorrentes como Ânima Educação e Cogna. Nos últimos dois anos, o grupo enfileirou seguidas aquisições nessa área, entre as quais a Unifacimed, Unijuazeiro, Unesc e Unifasb. Nesse período, a participação dos cursos de medicina na receita total da Ser Educacional mais do que dobrou, saindo de 8% para 17%. A expectativa é que chegue aos 20% já no ano que vem.
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