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Política
No fim do dia de ontem corria nos gabinetes da Câmara a informação de que a bancada mineira da oposição, à frente o sísmico Nikolas Ferreira (PL-MG), pretende acionar o TCU pedindo uma investigação sobre a gestão orçamentária da ANM (Agência Nacional de Mineração). O pano de fundo é o recente tremor de 4.4 na Escala Richter detectado na região de Araxá no último dia 12. A própria agência admitiu que a escassez de verbas compromete o envio de equipes técnicas para avaliar o possível impacto dos abalos sobre estruturas de minas e barragens na região: “É importante destacar que estamos enfrentando um cenário orçamentário desafiador. Essa limitação afeta nossa capacidade de realizar fiscalizações presenciais imediatas”, informou a instituição em nota, dando um prato cheio para Ferreira e aliados. A oposição quer atacar por todos os flancos: mira tanto no governo, pelo contingenciamento de verbas das agências reguladoras, quanto na direção da ANM. O discurso de que o atual comando da entidade falha na gestão dos poucos recursos orçamentários que recebe está na ponta da língua dos parlamentares mineiros.
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