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Tag: Agência Nacional de Mineração

Destaque

Falta de verbas na ANM ameaça leilões minerais de 2026

15/01/2026
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O Brasil e seus paradoxos: o país que pretende se credenciar como um dos protagonistas na corrida global por minerais críticos para transição energética é o mesmo que pode ficar um ano inteiro sem colocar novos direitos minerários em disputa por uma razão prosaica — falta de orçamento para fazer o básico. Nos bastidores, a diretoria da Agência Nacional de Mineração (ANM) trabalha com um cenário extremo: atravessar todo 2026 sem realizar um único leilão, dada a aridez orçamentária e a compressão de despesas discricionárias, justamente aquelas que financiam o “chão de fábrica” da regulação. O problema deixou de ser uma abstração e ganhou forma em dezembro, quando a agência travou a aprovação do edital da 9ª Rodada de Disponibilidade de Áreas, pacote com mais de sete mil áreas para pesquisa e lavra. O que se diz à boca miúda no setor é que a decisão se deu exatamente pela falta de recursos para seguir adiante com o certame. Em contato com o RR, a ANM saiu pela tangente. Disse que a suspensão do edital foi “uma decisão difícil, tomada após avaliação técnica e jurídica, orientada por um princípio central: a previsibilidade regulatória e a segurança jurídica do processo são condições inegociáveis para a correta destinação de áreas em disponibilidade e para a proteção do interesse público, do mercado e dos próprios proponentes”. A agência afirma ainda que “a suspensão do edital e do leilão não representam recuo do instrumento, mas uma medida de responsabilidade institucional para que a próxima rodada seja conduzida com robustez técnica, integridade de dados, estabilidade sistêmica e segurança jurídica — condições essenciais para proteger o interesse público, o ambiente de investimentos e o próprio mercado minerário brasileiro”. Perguntada especificamente sobre suas restrições orçamentárias, o impacto sobre os leilões e o risco de suspensão das licitações previstas para 2026, a ANM não se manifestou.
Esse episódio é apenas a ponta do iceberg. O estoque de áreas represadas é muito mais amplo: há um backlog com mais de cem mil blocos a serem ofertados, refletindo anos de acúmulo e incapacidade operacional de transformar áreas disponíveis em oportunidades efetivas para a iniciativa privada. Segundo informações filtradas pelo RR, sem recursos, a ANM não tem conseguido sequer custear as ações preparatórias — análises, saneamento de base de dados, diligências, instrução processual, modelagem, publicidade, sistemas e suporte técnico — todo o rito que antecede a licitação e dá segurança jurídica ao certame. O resultado é um contrassenso adicional: enquanto o discurso público fala em “estratégia de minerais críticos”, o Estado não garante a engrenagem mínima que materializa essa estratégia em títulos, cronogramas e leilões.
O represamento dos leilões afeta igualmente as pequenas e médias mineradoras e os grandes grupos do setor, ainda que por mecanismos distintos. As primeiras dependem de acesso a novas áreas para ganhar escala. Sem terrenos para pesquisa, não há como montar portfólio, atrair sócios, levantar capital e amadurecer projetos até o ponto de virarem mina. Já os big players, sem as novas licenças, se veem obrigados a disputar ativos já titulados no mercado secundário, inflando preços e concentrando oportunidades. Esse movimento cria um incentivo perverso: em vez de avançar em novas fronteiras geológicas, o setor passa a reciclar ativos existentes, elevando valuations e reforçando a concentração.
Os efeitos colaterais vão além do mercado. Municípios mineradores pressionam por novos projetos, empregos e arrecadação, mas a oferta de áreas — o gatilho inicial de todo o ciclo econômico mineral — permanece travada em Brasília por uma crise de custeio. Há também um risco reputacional: em um ambiente global em que cadeias de suprimento exigem rastreabilidade, compliance e previsibilidade regulatória, a incapacidade de licitar áreas por falta de orçamento transmite um sinal de fragilidade institucional justamente quando o mundo, notadamente Estados Unidos e China, trava uma disputa acirrada por minérios estratégicos. Cada rodada de leilões que não ocorre pode representar um ciclo de investimento perdido.

#Agência Nacional de Mineração

Política

Tremor em Minas Gerais vira munição para oposição junto ao TCU

17/12/2025
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No fim do dia de ontem corria nos gabinetes da Câmara a informação de que a bancada mineira da oposição, à frente o sísmico Nikolas Ferreira (PL-MG), pretende acionar o TCU pedindo uma investigação sobre a gestão orçamentária da ANM (Agência Nacional de Mineração). O pano de fundo é o recente tremor de 4.4 na Escala Richter detectado na região de Araxá no último dia 12. A própria agência admitiu que a escassez de verbas compromete o envio de equipes técnicas para avaliar o possível impacto dos abalos sobre estruturas de minas e barragens na região: “É importante destacar que estamos enfrentando um cenário orçamentário desafiador. Essa limitação afeta nossa capacidade de realizar fiscalizações presenciais imediatas”, informou a instituição em nota, dando um prato cheio para Ferreira e aliados. A oposição quer atacar por todos os flancos: mira tanto no governo, pelo contingenciamento de verbas das agências reguladoras, quanto na direção da ANM. O discurso de que o atual comando da entidade falha na gestão dos poucos recursos orçamentários que recebe está na ponta da língua dos parlamentares mineiros.

#Agência Nacional de Mineração

Destaque

Sob pressão e sob suspeita: o colapso anunciado da Agência Nacional de Mineração

31/10/2025
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A Agência Nacional de Mineração (ANM) está sob fogo cruzado. O tiroteio combina pressões políticas, cerco de órgãos de controle, notadamente o TCU, e suspeições criminais, tudo em meio à ameaça de colapso operacional.  Segundo informações filtradas pelo RR, há uma articulação de parlamentares e prefeitos de Minas Gerais e do Pará, com o apoio do próprio ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, para defenestrar o diretor-geral da ANM, Mauro Henrique Sousa. Por trás da ofensiva está a urgência dos municípios em aumentar sua arrecadação. Prefeitos mineiros e paraenses, estados que concentram mais de 75% da produção mineral no Brasil, acusam a direção da ANM de negligência na cobrança e no repasse dos fundos da CFEM (Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais). A conspiração dos alcaides contra o comando da agência é potencializada por “escavações” feitas pelo Tribunal de Contas da União no órgão regulador. De acordo com uma auditoria do TCU divulgada no fim do ano passado, o volume de sonegação no recolhimento da CFEM chegou a 70% entre 2017 e 2022. A perda de arrecadação estimada é da ordem de R$ 20 bilhões. Significa dizer que os municípios mineradores, aos quais cabe a fatia de 60% da CFEM, deixaram de receber algo como R$ 12 bilhões. Há duas semanas, o Tribunal de Contas de uma nova estocada na ANM. Em acórdão aprovado no dia 15 de outubro, apontou “fragilidades estruturais persistentes” em áreas essenciais como “integridade e controle interno”. O RR encaminhou uma série de perguntas à Agência Nacional de Mineração, mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria.
Nesse aluvião, é praticamente impossível decantar a ofensiva dos prefeitos e do TCU da agenda policial que cerca da ANM. A agência reguladora está no centro de uma investigação criminal, que levou à recente prisão de um de seus diretores, Caio Mario Seabra. A Polícia Federal apura a existência de um suposto esquema de corrupção no setor minerário, com fraudes na concessão de licenças. Em Brasília, as investigações da PF têm alimentado ilações sobre os reais motivos por trás do elevado número de mineradoras que não recolhem a CFEM, conforme aponta a auditoria do TCU. Por que tantos sonegadores passam pela peneira da ANM? A agência se defende apontando para o próprio caixa. De fato, o órgão regulador vive um estado de penúria. No último dia 16, a direção da agência encaminhou um comunicado a diversos ministérios informando que “que não terá condições de execução de suas atividades de outorga, gestão e fiscalização do setor mineral brasileiro a partir do mês de outubro de 2025” por “insuficiência orçamentária”. No ofício, a agência afirma que será obrigada a “suspender a entrada de novos processos minerários” por falta de verbas e de funcionários para proceder as devidas análises.

#Agência Nacional de Mineração

Política

Delação premiada à vista chacoalha Agência Nacional de Mineração

25/09/2025
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Ontem, no fim da tarde, uma informação causou furor na Agência Nacional de Mineração (ANM). Chegaram à diretoria da ANM relatos de que o ex-presidente da Fundação Estadual de Meio Ambiente de Minas Gerais (FEAM), Rodrigo Gonçalves Franco, sinalizou à Polícia Federal a disposição de fechar um acordo de delação. Franco foi preso no último dia 17 no âmbito da Operação Rejeito, que investiga um esquema de “venda” de licenças ambientais, autorizações de pesquisa e lavra e de decisões administrativas favoráveis a mineradoras, envolvendo servidores da ANM, da FEAM e de outros órgãos públicos. Acusado de receber propina, Franco foi exonerado da presidência da Fundação quatro dias antes da operação da PF ser deflagrada. O próprio governador Romeu Zema disse publicamente que tinha conhecimento de indícios de irregularidades na FEAM por meio de “burburinhos e fofocas”.

#Agência Nacional de Mineração

Governo

Diretor da Agência de Mineração é a nova presa de Alexandre Silveira

14/06/2024
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Nem de longe a Agência Nacional de Mineração é um “troféu” do tamanho da Petrobras. Mas, depois da ofensiva que levou à demissão de Jean Paul Prates, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, trabalha agora para detonar o diretor-geral da agência reguladora, Mauro Henrique de Souza. A relação entre ambos é cheia de arestas. E as circunstâncias jogam a favor da ofensiva do ministro. Souza está todo enrolado em meio às investigações conduzidas pela Polícia Federal em torno da exportação de 27 mil toneladas de manganês sem origem legal comprovada. A operação teria sido autorizada pelo próprio diretor-geral da ANM. Souza tem mandato até 2026, mas isso é apenas um detalhe. No setor, o entendimento é que basta um sopro um pouco mais forte para derrubá-lo do cargo. Como se não bastasse a disposição do ministro, o número 1 da ANM também não conta com a simpatia de outros diretores da agência reguladora.

#Agência Nacional de Mineração #Alexandre Silveira

Governo

Diretor-geral da Agência de Mineração está na corda bamba

23/04/2024
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O diretor-geral da Agência Nacional de Mineração (ANM), Mauro Henrique Moreira Sousa, balança no cargo. Ainda que seu mandato vá até dezembro de 2026, há pressões políticas, notadamente de parlamentares de Minas Gerais e do Pará, pela sua degola. No fim do ano passado, de forma monocrática, Sousa aumentou o número de municípios brasileiros com direito a receber repasses da CFEM (Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais). A medida desagradou políticos dos dois estados, que respondem por mais de 80% da arrecadação da CFEM. Na última semana, a própria diretoria colegiada da ANM derrubou a decisão de Sousa. Além disso, a Polícia Federal investiga a exportação de cerca de 27 mil toneladas de manganês sem origem legal comprovada, que teria sido autorizada pelo presidente da Agência.

#Agência Nacional de Mineração #CFEM #Mauro Henrique Moreira Sous

Destaque

Petrobras e Adnoc esbarram nos “pontos cegos” da Braskem

22/02/2024
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Petrobras e Adnoc (Abu Dhabi National Oil Company) estão se deparando com entraves maiores do que o previsto na due diligence da Braskem. Segundo informações obtidas pelo RR, ambas já adiaram por duas vezes a conclusão dos trabalhos e, dentro da estatal, já se admite a possibilidade de o processo não terminar sequer no mês de março. Petrobras e Adnoc têm requisitado seguidamente informações adicionais à Braskem, na tentativa de elucidar “pontos cegos” da companhia – segundo o RR apurou, expressão que vem sendo utilizada pelos próprios executivos da estatal.

A empresa brasileira e o grupo de Abu Dhabi teriam identificado algumas toxinas de ordem contábil na Braskem. São dados um tanto quanto difusos que têm exigido uma atenção especial. Aliás, mais do que especial. Compliance é, foi e por muito tempo será um gerador de insegurança para quem quer que faça negócio com os Odebrecht.

A Braskem não carrega a quantidade de pecados da empreiteira, mas também foi tragada pela Lava Jato. A petroquímica chegou a ter um ex-presidente, José Carlos Grubisich, condenado pela Justiça dos Estados Unidos. Réu confesso, Grubisich admitiu a existência do que pode ser chamado de um “mini departamento de operações estruturadas”, leia-se uma área da Braskem que reservou cerca de R$ 1,4 bilhão para o pagamento de propinas a funcionários públicos e políticos. Procuradas pelo RR, Novonor, Petrobras e Braskem não se pronunciaram.

Além das questões contábeis, há outro fator de preocupação para Petrobras e Adnoc: os esqueletos ambientais que possam estar guardados nos armários da Braskem. Vide o desastre na mina de Maceió. A companhia controlada pela Novonor recebeu alertas da autoridades sobre os riscos de desmoronamento e foi cobrada pela Agência Nacional de Mineração para fazer testes de sonar na região.

Ignorou solenemente as exigências durante anos. Preferiu jogar areia sobre o caso. Literalmente. O crime na capital alagoana seria um fato isolado ou a revelação de um modus operandi de negligência e descaso com os preceitos mais básicos do ESG?

É uma dúvida que a Petrobras e a empresa de Abu Dhabi precisam equacionar o quanto antes em seu trabalho de auditoria, dado o impacto que a eventual existência de outros passivos ambientais pode ter, tanto do ponto de vista criminal, quanto reputacional ou econômico.

A Adnoc está chegando agora no pedaço. Já a Petrobras sabe bem o terreno em que está pisando. Sua relação histórica com a Braskem combina diferentes papéis: o de acionista, o de partícipe da complexa colagem societária que deu origem à empresa e como vítima dos malfeitos perpetrados pela família Odebrecht.

#Adnoc #Agência Nacional de Mineração #Braskem #Odebrecht #Petrobras

Mineração

Há novos ativos reluzindo no subsolo do Pará

9/05/2023
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A Agência Nacional de Mineração (ANM) e o Serviço Geológico Brasileiro têm feito, a quatro mãos, estudos para a oferta de novas concessões de pesquisa e lavra de ouro no Pará. Segundo informações apuradas pelo RR, grupos internacionais, a exemplo da canadense Aura Minerals e da australiana Beadell Resources, já demonstraram interesse pelas áreas. Ressalte-se que as regiões de Itaituba e Jacareacanga, no sudoeste do estado,  abrigam quase 40% das terras destinadas ao garimpo de ouro no país. Por essa razão, a ANM tem conduzido o processo com cautela, uma vez que essas áreas são extremamente visadas por garimpeiros clandestinos.  

#Agência Nacional de Mineração #Aura Minerals #Beadell Resources

Negócios

Leilão de jazidas de cobre e fosfato está ameaçado

5/12/2022
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Os leilões programados pela Agência Nacional de Mineração para o próximo dia 7 de dezembro pode entrar em stand by. Estão pipocando ações contra a licitação. O pacote engloba a concessão de uma reserva de cobre em Bom Jardim (GO), de fosfato em Miriri (PB) e de caulim em Rio Capim (PA). 

#Agência Nacional de Mineração

Mapa da mina

31/08/2022
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O governo pretende realizar ainda neste ano a sexta rodada de oferta pública de áreas para mineração. O edital está em gestação na ANM (Agência Nacional de Mineração). Segundo o RR apurou, cerca de 80% das licenças que serão colocadas sobre o balcão ficam no Pará.

#Agência Nacional de Mineração

Mapa da mina 1

15/08/2022
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O RR apurou que a Agência Nacional de Mineração (ANM) planeja realizar mais duas rodadas de concessão de alvarás de pesquisa e lavra até dezembro. O órgão até criou uma superintendência específica em sua estrutura para agilizar o trâmite de pedidos dos interessados.

#Agência Nacional de Mineração

Mapa da mina 1

20/04/2022
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Roraima e Pará serão os estados mais impactos pela iminente autorização para atividades minerais em terras indígenas.  Segundo informações filtradas da Agência Nacional de Mineração (ANM), do total de 3,5 mil pedidos de exploração em reservas, as duas unidades da federação respondem por mais de 80%. Em área, trata-se de aproximadamente nove milhões de hectares que poderão ser garimpados e Roraima e Pará. Ao todo, os pedidos pendentes na ANM equivalem a cerca de 12 milhões de hectares de terras indígenas na Amazônia.

Mapa da mina 2

Vencedora há três anos de uma licitação para explorar minério no Complexo de Palmeirópolis, no Tocantins, a australiana Alvo Minerals vai acelerar os investimentos na área. Estudos técnicos que acabam de ser concluídos e apresentados ao Ministério de Minas e Energia o subsolo da região muito promissor, em especial para zinco, cobre, ouro e chumbo. O projeto vai consumir cerca de R$ 150 milhões.

#Agência Nacional de Mineração #Ministério de Minas e Energia

Enxugando o setor

21/12/2021
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A Agência Nacional de Mineração (ANM) estuda regras mais rígidas para a concessão de jazidas de água mineral. A ideia é conter
a exploração desenfreada. Na agência, há um entendimento de que as normas ficaram frouxas demais, favorecendo a entrada no setor de empresas pouco ortodoxas. Um dos receios são as altas taxas de desperdício no processo de envasamento.

#Agência Nacional de Mineração

Aluvião

25/11/2021
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Nos gabinetes da Agência Nacional de Mineração corre à boca miúda que a canadense Barrick Gold está prospectando alvarás de pesquisa e lavra de ouro no Brasil.

#Agência Nacional de Mineração #Barrick Gold

Tudo como dantes no quartel de Bolsonaro

16/11/2021
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O pingue-pongue das decisões na área econômica chega agora ao setor de mineração. No regime militar o Departamento da Produção Mineral (DNPM) e a Companhia de Pesquisas de Recursos Minerais (CPRM) eram tratados como órgãos estratégicos. Eram eles os responsáveis pela aprovação de pesquisa, lavra e licenciamento. O monopólio foi desfeito, e a iniciativa, transferida para estados e municípios. Agora, a proposta de reforma do Código de Mineração desfaz a mudança e traz novamente para o Executivo a prerrogativa de tomar conta do setor. Remete o poder decisório à Agência Nacional de Mineração. Esta instituição “independente” é basicamente uma fusão informal do DNPM e da CPRM, ao menos no que diz respeito às suas principais funções. A proposta tem a bênção do governo. Cada vez mais a gestão Bolsonaro, seus generais e o Centrão se inspiram no regime militar.

#Agência Nacional de Mineração #Jair Bolsonaro

Minha pedra é ametista

14/09/2021
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A Agência Nacional de Mineração (ANM) já tem recebido consultas de mineradoras interessadas em explorar uma jazida de ametista descoberta recentemente no Rio Grande do Sul. A Agência tem certa pressa em conceder o direito de pesquisa e lavra. Teme-se que a nova reserva seja invadida por garimpeiros clandestinos. Na Bahia, por exemplo, a jazida de Sento-Sé foi alvo de mineradoras ilegais, inclusive da China.

#Agência Nacional de Mineração

Prefeitos à beira de um ataque de nervos

6/08/2021
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Victor Bicca, diretor-geral da Agência Nacional de Mineração (ANM), está na linha de tiro de uma penca de prefeitos, notadamente de Minas Gerais. O motivo é o adiamento da definição dos municípios com direito a receber recursos da Compensação Financeira sobre Extração Mineral (CFEM). Historicamente, o martelo é batido em junho. Desta vez, no entanto, a ANM adiou a definição para o fim de agosto. Não são poucas as Prefeituras que dependem desse cascalho para fechar o orçamento de 2022.

#Agência Nacional de Mineração

Endereço certo

23/07/2021
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As novas regras para a instalação de barragens, em discussão na Agência Nacional de Mineração (ANM), deverão vetar projetos em áreas com concentração populacional. Além disso, as mineradoras terão de contratar seguros que garantam o pagamento imediato de indenizações em caso de acidentes. Em tempo: na ANM, por razões óbvias, as novas normas são chamadas de “Lei Vale”.

#Agência Nacional de Mineração

Brumadinho

27/09/2019
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A Agência Nacional de Mineração (ANM) é uma mina exaurida. A ANM está penando para cumprir suas atividades em razão da asfixia orçamentária. O trabalho de fiscalização é um dos mais afetados. No país das barragens, faltam recursos para o deslocamento de fiscais e inspeções in loco em áreas de produção.

#Agência Nacional de Mineração

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