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Infraestrutura
A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, bateu o martelo: quer realizar a licitação da primeira leva de concessões de saneamento até julho. Ocorre que o timing político é um e o tempo real é outro. No BNDES, responsável pela modelagem do leilão, o prazo é considerado apertado demais. O processo mal entrou na fase de audiências públicas. A operação sequer foi destrinchada para os investidores do setor. E ainda há pressões políticas no estado para brecar a licitação, incluindo o risco de ações judiciais por parte dos funcionários da Compesa (Companhia Pernambucana de Saneamento e Abastecimento). O modelo traçado pelo BNDES prevê dois lotes: um composto por 24 municípios, e outro, formado pela Região Metropolitana do Recife, Zona Mata e Agreste.
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