Últimas Notícias
Marcos Lisboa sonha em ser o “Posto Ipiranga” de Ciro Gomes
8/07/2025
Mudança na gestão da Renner é preâmbulo para futura troca de CEO
8/07/2025A dança das cadeiras na diretoria da Renner, anunciada no fim de maio, deixou uma coreografia reservada para um futuro não esperado muito distante. O que se diz no mercado é que a executiva Fabiana Taccola, há 13 anos na empresa, está sendo preparada para substituir Fabio Faccio como CEO da rede varejista. Na recente reestruturação, Fabiana passou a ocupar um cargo até então não existente, criado praticamente sob medida para ela: vice-presidente de Produto e Operações.
Todas as áreas da marca Renner, a joia da coroa do grupo, responderão diretamente à executiva – as demais bandeiras, Youcom, Camicado, Ashua e Repassa, foram reunidas em outra vice-presidência.
Em contato com o RR, a Renner informou que “o tema sucessão do CEO não está em pauta e que não há qualquer urgência nesse sentido no momento”. Ressaltou ainda que “todas as principais posições da empresa, inclusive a posição de CEO, sempre tem plano de sucessão em curso, garantindo a perenidade da Companhia”. Parece haver uma sintonia entre o posicionamento formal da Renner e as informações que circulam no entorno da rede varejista.
A sucessão não é para já, mas, sim, um processo a ser maturado. No setor, corre em petit comité que a saída de Fabio Faccio se daria em até dois anos. Tão ou mais importante é o simbolismo dessa eventual mudança. Não custa lembrar que Faccio, com 26 anos de casa, é o primeiro CEO da Renner após a era José Galló, uma lenda da companhia e do próprio setor de varejo. Galló, que ocupou a presidência da empresa por 27 anos, foi decisivo na escolha de Faccio como seu sucessor.
Melhoria da educação entra no radar do Olimpo do setor financeiro
8/07/2025
Reag Investimentos quer bater uma bolinha fora do Brasil
8/07/2025A Reag Investimentos, de João Carlos Mansur, quer pisar em gramados fora do Brasil. A Revee, sua controlada, está prospectando a compra de clubes de futebol e acordos para gestão de arenas esportivas em outros países, a começar pela Argentina. A empresa é uma das investidoras do consórcio que negocia a compra da SAF da Portuguesa de Desportos, ao lado da Tauá Partners e da XP Investimentos. O projeto prevê também a reforma e a gestão do Canindé, estádio do clube paulista. A Revee e o próprio Mansur participaram também da construção do Allianz Parque. Há pouco mais de um mês, ressalte-se, a companhia passou a ter ações negociadas no Novo Mercado da B3. A partir da reorganização societária, a Revee passará a operar com uma estrutura de capital própria e uma gestão independente em relação à própria Reag. Um dos desafios é alavancar recursos para aumentar seu portfólio de SAFs e de arenas. Não deve ser exatamente um problema para Mansur e seus sócios. A Reag bateu recentemente a marca de R$ 300 bilhões em ativos sob gestão.