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Infraestrutura
O governo Lula anda a passos de quelônio no setor ferroviário. Enquanto a repactuação de grandes contratos de concessão, casos de Carajás e da Vitória Minas, com a Vale, e da Ferrovia Centro-Atlântica, leia-se VLI, empacam, resta se contentar com operações menores. Ao menos um contrato ferroviário parece estar bem engatilhado para atualização antes do fim de sua outorga. A Ferrovia Tereza Cristina (FTC), concessionária que opera 164 km de malha no Sul de Santa Catarina, entrou na fase de audiência pública da ANTT sobre prorrogação antecipada do contrato de concessão, indicando que uma renovação está sendo preparada antes mesmo do vencimento formal do prazo original, previsto para 2027. A FTC é controlada por um bloco de acionistas privados que inclui Santa Lúcia Concessões Públicas Ltda., Administração e Empreendimentos Vasone Ltda. e Apply Comércio e Empreendimentos Ltda.
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