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Energia
Grandes investidores em galpões logísticos estão monetizando o “andar de cima”. A instalação de painéis solares no teto de centros de distribuição tem se revelado uma linha estratégica de receita e um fator de atratividade para inquilinos intensivos em energia, como empresas de automação ou de cargas refrigeradas, a exemplo de laboratórios farmacêuticos. O fundo IBBP11, da inVista Brazilian Business Park, vem concentrando seus aportes em estruturas com sistemas fotovoltaicos. A GLP Capital Partners também tem dado prioridade a galpões com a disponibilidade de energia solar. Nesses casos, a geração própria tem figurado como uma renda imobiliária complementar. Em regiões onde a tarifa industrial supera o valor de R$ 1,20/kWh, o payback desses sistemas pode ficar entre quatro e seis anos. Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), mais de 40% das novas instalações de geração distribuída no país se dão em coberturas industriais e galpões de grande porte.
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