BNDES ajuda a soldar acordo entre Mota-Engil e Bamin

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BNDES ajuda a soldar acordo entre Mota-Engil e Bamin

  • 23/02/2026
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O BNDES é a linha que deve costurar a operação de transferência dos ativos da Bamin (Bahia Mineração) – leia-se Eurasian Resources Group, do Cazaquistão – para a portuguesa Mota-Engil. As tratativas envolvendo o banco de fomento contemplam dois cenários. A participação do BNDES se daria por meio de um financiamento puro e simples ou pela garantia de compra de debêntures incentivadas, segundo uma fonte próxima à Bamin.  O pacote a ser repassado à Mota-Engil envolve três ativos que formam uma “corrente logística” única:  a mina de minério de ferro de Caetité (BA); a concessão para a construção e gestão do trecho 1 da Fiol (Ferrovia de Integração Leste-Oeste), de 537 km; e o Porto Sul, em Ilhéus. Ao todo, o que está em jogo é a execução de um investimento de R$ 15 bilhões. O governo fez de tudo para colocar o complexo mínero-logístico – e a conta – no colo da Vale. Mas a empresa se esquivou. A Mota-Engil surge como a solução mais exequível. Esta seria a primeira investida dos portugueses na produção de minério de ferro. Por meio da Luso Global Mining (LGM), o grupo detém operações de extração de ouro na Costa do Marfim.

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