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O Agibank avalia alternativas para a captação de recursos diante do iminente adiamento do seu IPO em Nova York, segundo informações filtradas pelo RR. Entre as hipóteses sobre a mesa, estaria um aumento de capital por parte dos atuais acionistas. Ou a entrada de um novo investidor, por meio de um aporte primário, com a consequente diluição das participações dos sócios. O controle do Agibank está nas mãos do fundador da instituição, Marciano Testa, com 70%. Os 30% restantes são divididos entre a Vinci Partners, de Gilberto Sayão, e a Lumina, de Daniel Goldberg. O plano do banco era protocolar o seu pedido de IPO nos Estados Unidos ainda neste mês, mas a operação deve ser postergada – conforme informou a Bloomberg no último dia 9. O pano de fundo é o abalo reputacional da instituição financeira a partir das suspeições levantadas pelo INSS. No fim do ano passado, a autarquia suspendeu a concessão de novos empréstimos consignados a aposentados pelo Agibank. Uma auditoria da CGU identificou supostas irregularidades em operações realizadas pelo banco. Conforme o RR antecipou, investidores internacionais já haviam sinalizado sua resistência a participar da oferta de ações por questões de compliance. O RR entrou em contato com o Agibank, mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria.
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