04.01.19
ED. 6026

Autódromo do Rio perde velocidade

Os planos do prefeito Marcelo Crivella de brigar com São Paulo pela realização do Grande Prêmio de Fórmula-1 engataram uma marcha à ré. O consórcio liderado pela norte-americana CSM Sport & Entertainment, por ora candidato solitário à construção de um autódromo no Rio, estaria condicionando sua participação à mudança do local do projeto. Os investidores buscam alternativas de terrenos na Zona Oeste, mais precisamente em Jacarepaguá e em Vargem Grande. A área originalmente escolhida para receber o Autódromo, no bairro de Deodoro, fica na Floresta do Camboatá, um trecho remanescente de Mata Atlântica. É um motivo forte para o projeto de R$ 700 milhões derrapar. A CSM, gigante global do marketing esportivo, e seus parceiros consideram elevado o risco de que as obras, mesmo depois de iniciadas, venham a ser embargadas na Justiça por órgãos ambientais.

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