fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
26.11.21

Via rumo à Bolsa

A Via (antiga Via Varejo) estuda a cisão da sua operação de e-commerce. O passo seguinte seria a busca de um sócio ou mesmo o IPO da nova empresa.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.10.19

Via Varejo já “reembolsa” Michael Klein

A volta ao controle da Via Varejo está se revelando um investimento de curtíssimo prazo e alta rentabilidade para Michael Klein. O rápido retorno poderá vir da iminente venda de 13 galpões pelo valor aproximado de R$ 2 bilhões. A título de exercício: se a bolada for distribuída sob a forma de dividendo em 2020, Klein, dono de 26% do capital, embolsará mais de R$ 500 milhões. Cobre, com folga, os cerca de R$ 300 milhões que aportou na compra de ações do Grupo Pão de Açúcar

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

13.06.18

Circuit breaker

Ontem circulou nas mesas do mercado a informação de que a Via Varejo está preparando uma oferta de recompra de ações, na tentativa de estancar a queda do papel. Em menos de dois meses, a companhia perdeu cerca de 35% do seu valor em bolsa. Na quarta-feira da semana passada, a cotação chegou a cair 12% em determinado momento do pregão.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

16.05.17

Ganho indireto

A título de registro: desde que o Casino anunciou o processo de venda da Via Varejo, e fevereiro, as ações da empresa acumulam alta de 25%. Ou seja: por ora, os franceses já ganharam mesmo sem efetivar a operação.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

11.05.17

As contas da Americanas

Do recente aumento de capital de R$ 2,4 bilhões, a Americanas vai separar R$ 1,3 bilhão para a expansão da rede. Tudo crescimento orgânico, ressalte-se. Se houver uma aquisição pelo caminho – algo como uma Via Varejo ou, vá lá, uma BR Distribuidora – o calibre do tiro terá de ser bem maior.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

21.03.17

Plano B da ViaVarejo

No limite, o Pão de Açúcar cogita cindir o Ponto Frio das Casas Bahia e negociar cada uma em separado para destravar a venda dos ativos da ViaVarejo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

08.03.17

Cencosud põe a rede Prezunic na gôndola

Os dois maiores grupos varejistas do Chile trilham caminhos opostos no Brasil. No momento em que a Falabella disputa a aquisição da ViaVarejo, o Cencosud, seu grande rival, estaria preparando a venda de uma de suas bandeiras no país: o Prezunic, cadeia de supermercados com 31 lojas no Rio de Janeiro. Segundo o RR apurou, a Goldman Sachs já teria sido contratada para conduzir a operação. A rede carioca estaria avaliada em aproximadamente US$ 500 milhões.

A recente estratégia de converter alguns dos pontos de venda para o modelo atacarejo, com a bandeira Prezunic Desconto, não tem rendido os resultados esperados. Pelo contrário. Teria ocorrido aumento dos custos operacionais e redução das margens. Além disso, a rede sofre na disputa direta com seus grandes concorrentes regionais, a exemplo do Guanabara e do Mundial, que mantêm políticas de preço extremamente agressivas. Procurado pelo RR, o Cencosud nega a venda do Prezunic.

O que não dá para negar são os maus resultados e a queda da participação da operação brasileira nos negócios do grupo. Em 2011, o Brasil representava 32% de todo o faturamento da companhia. Em 2016, esse número chegou a 23%. Projeções internas indicam que este índice deve beirar os 20% ao longo deste ano. No ano passado, a receita consolida no país caiu 5,3%.

A margem Ebitda recuou 48%. A família Paulmann, controladora do Cencosud, já não consegue mais explicar aos demais acionistas as razões para as seguidas perdas no Brasil – país onde o grupo desembolsou cerca de R$ 4 bilhões em investimentos. No balanço do terceiro trimestre do ano passado, a culpa foi da Olimpíada, que dificultou o acesso às lojas do Prezunic no Rio de Janeiro. No relatório anual de 2016, os maus resultados foram atribuídos “à moratória do Rio e de Minas Gerais”.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.05.16

Figura e fundo

 Um cavaleiro da távola redonda de Michael Klein garante que ele está blefando quando anuncia peremptoriamente o interesse na recompra da ViaVarejo . Klein estaria usando um expediente para forçar uma renegociação do acordo de acionistas firmado com o Casino, que vence daqui a dois meses, A partir de então, o empresário passará a ser um minoritário sem qualquer direito especial.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

12.04.16

Corte na gôndola

 A Via Varejo bateu o martelo: segundo o RR apurou, seu plano de investimentos para 2016 ficará em torno dos R$ 200 milhões. É quase metade do desembolso do ano passado, que, por sua, vez, já havia sido 40% inferior ao de 2014. Procurada pelo RR, a Via Varejo não comentou o assunto.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

30.10.15

Carrefour embala primeira aquisição da “Era Abilio Diniz”

 Os planos de Abilio Diniz de liderar um processo de consolidação no varejo brasileiro por meio do Carrefour começam a sair do papel. O grupo negocia com a chilena Cencosud a compra dos supermercados Prezunic, do Rio de Janeiro. São 31 lojas, com faturamento anual próximo dos R$ 3,5 bilhões. A empresa estaria avaliada em aproximadamente R$ 1,2 bilhão, algo em torno de US$ 280 milhões – abaixo, portanto, dos US$ 380 milhões que os chilenos pagaram à família Cunha, fundadora da rede varejista, há quatro anos. Entre os próprios funcionários do Prezunic, a venda para o Carrefour é tratada como favas contadas. Há vários sinais de que a casa já está sendo arrumada para a chegada do novo morador. Nas últimas semanas, os chilenos teriam feito várias demissões na rede varejista. Boa parte das lojas entrou em reforma, com mudanças de layout e troca de equipamentos. Além disso, em quase todas as unidades haveria um alto índice de ruptura, leia-se falta de mercadorias – um indicativo de que a Cencosud teria interrompido a reposição de estoques, algo comum no varejo quando uma rede está prestes a ser passada à frente. Consultado pelo RR, o grupo nega a venda do Prezunic.  Em termos de receita, o Prezunic, isoladamente, pouco ajudará o Carrefour a reduzir a distância para o Pão de Açúcar – hoje na casa dos R$ 30 bilhões, se acrescido o faturamento da ViaVarejo. No entanto, o negócio tem forte valor simbólico, seja por quem compra, seja por quem vende. No caso do Carrefour, a operação confirmará o que se espera do grupo desde a chegada de Abilio Diniz, isso para não falar do fortalecimento do grupo no Rio de Janeiro. Atualmente, os franceses têm apenas 12 lojas no estado. Curiosamente, o Prezunic teria o mesmo destino de outras três redes de supermercados fundadas pela mesma família Cunha – Dallas, Continente e Rainha –, todas compradas pelo Carrefour no fim dos anos 90.  Do outro lado, a venda do Prezunic despejará ainda mais combustível nas especulações em torno do próprio futuro da Cencosud no Brasil. A negociação pode ser interpretada como uma última tentativa dos chilenos de reequilibrar sua operação no país antes de partir para a solução radical: a saída em definitivo do mercado brasileiro, este, sim, um movimento com maior potencial de impacto sobre o ranking do setor. Ao todo, o grupo chileno fatura cerca de R$ 10 bilhões no país.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.