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03.08.22

Causa própria

A GM tem feito gestões junto ao Ministério de Minas e Energia. Busca o apoio do governo para o aumento do número de pontos de recarga para carros elétricos nas rodovias federais. A partir de setembro, a montadora começa a vender no Brasil o modelo Bolt EV.

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O ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, com ajuda de ex-companheiros do Ministério da Economia, toca celeremente o projeto de privatização da Petrobras. O prazo para apresentação da Emenda Constitucional encomendada pelo ministro Paulo Guedes é até o final de agosto.

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O ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, entrou na linha de tiro do Centrão. O motivo é a discordância de Sachsida em participar do estupro da Petrobras que está sendo praticado por políticos da base aliada. O ministro acha que a estatal é quem define os preços dos combustíveis, o que vai contra Ciro Nogueira e Arthur Lira, além dos palacianos de quatro costados. Em princípio, Paulo Guedes é quem segura Sachsida. A pergunta que não quer calar é se Guedes ainda consegue segurar alguém.

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O engenheiro Hailton Madureira, cotado para assumir a secretaria executiva do Ministério de Minas e Energia, já trabalha por conta. Assessor de Adolfo Sachsida no Ministério da Economia, Madureira tem auxiliado o “ex” e provavelmente futuro chefe na formulação de cenários para o setor elétrico.

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20.06.22

Falta de gás

Em meio à tunga na arrecadação proveniente do ICMS, surge mais um foco de atrito entre o governo federal e as unidades federativas. O Ministério de Minas e Energia tem pressionado os estados a adequar sua legislação local ao novo marco regulatório do gás. Até o momento, apenas sete deles redesenharam seu arcabouço regulatório. A mudança é vital para a abertura do mercado de distribuição de gás para novas empresas.

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08.06.22

Bola dentro das Minas e Energia

A falta de “aprovações governamentais” – termo usado pela Petrobras para justificar a suspensão da venda da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III à russa Acron – diz da missa apenas a metade. O próprio Ministério de Minas e Energia brecou a operação por receio de calote. Por duas vezes seguidas, segundo o RR apurou, a Acron teria adiado a apresentação de garantias financeiras para a conclusão do negócio. Tampouco comprometeu-se a investir os R$ 4 bilhões necessários para a conclusão das obras. Nos dois casos, alegou problemas de ordem operacional. “Problema de ordem operacional” para transações financeiras é exatamente o que mais a Rússia tem neste momento: o país está banido do Swift, o sistema bancário internacional.

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25.05.22

Militares batem em retirada da área de Minas e Energia

A área de Minas e Energia está sofrendo um processo de “desmilitarização”. A próxima baixa deverá ser o presidente de Itaipu, almirante Anatalicio Risden Junior. A troca no comando da estatal completaria uma trilogia de demissões de militares,juntando-se às recentes saídas do general Joaquim Silva e Luna da presidência da Petrobras e do também almirante Bento Albuquerque do próprio Ministério. Risden, cabe ressaltar, está no cargo como uma indicação direta e pessoal do colega de farda e ex-ministro.

Procurado, o Ministério de Minas e Energia não se manifestou. O governo já analisa nomes para a presidência de Itaipu. O RR apurou que o mais cotado é o da ex-governadora do Paraná Maria Aparecida Borghetti, atualmente no Conselho de Administração da hidrelétrica. As articulações não passam exatamente pelo gabinete do novo ministro de Minas e Energia, Alfredo Sachsida. A costura para a indicação de Maria Aparecida estaria sendo conduzida por Ciro Nogueira. Ou seja: Centrão na veia. A ex-governadora é mulher do deputado Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara e correligionário de Nogueira.

A possível troca na presidência de Itaipu coincide com um momento de razoável tensão bilateral. O RR teve a informação de que o governo do Paraguai já enviou ao Itamaraty o pedido formal para o início da renegociação do Tratado da hidrelétrica, que vence em 2023. Os paraguaios acenam, desde já, com algumas exigências, como o pagamento de um valor fixo e mensal à província de Canindeyu. Seria uma indenização tardia para cobrir prejuízos econômicos causados pelo desaparecimento de Sete Quedas, ainda nos anos 80.

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12.05.22

Mais um chinês no setor elétrico

Informação que circula no Ministério de Minas e Energia: a China Power prepara seu desembarque no Brasil. Os chineses estão em conversações para se associar a um dos grandes projetos em energia eólica do país.

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12.05.22

Recalibragem

Com o aumento de 32% no preço do etanol anidro somente este ano, o Ministério de Minas e Energia já discute a redução do índice de mistura do produto na gasolina, hoje em 27%. E a gritaria dos usineiros? O governo acredita estar com crédito: recentemente liberou a venda direta de etanol aos postos, antigo pleito do setor.

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A China Molybdenum (CMOC) sinalizou ao Ministério de Minas e Energia a disposição de aumentar a produção na sua mina de fosfato de Chapadão, em Goiás. O projeto seria enquadrado no Plano Nacional de Fertilizantes. A CMOC tem outras operações no setor, por meio da controlada Copebras.

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