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planos

A China Molybdenum (CMOC) sinalizou ao Ministério de Minas e Energia a disposição de aumentar a produção na sua mina de fosfato de Chapadão, em Goiás. O projeto seria enquadrado no Plano Nacional de Fertilizantes. A CMOC tem outras operações no setor, por meio da controlada Copebras.

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02.05.22

Megawatts

Segundo informações filtradas do Ministério de Minas e Energia, a empresa indiana Adani Renewables planeja investir em energia renovável no Brasil.

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Roraima e Pará serão os estados mais impactos pela iminente autorização para atividades minerais em terras indígenas.  Segundo informações filtradas da Agência Nacional de Mineração (ANM), do total de 3,5 mil pedidos de exploração em reservas, as duas unidades da federação respondem por mais de 80%. Em área, trata-se de aproximadamente nove milhões de hectares que poderão ser garimpados e Roraima e Pará. Ao todo, os pedidos pendentes na ANM equivalem a cerca de 12 milhões de hectares de terras indígenas na Amazônia.

Mapa da mina 2

Vencedora há três anos de uma licitação para explorar minério no Complexo de Palmeirópolis, no Tocantins, a australiana Alvo Minerals vai acelerar os investimentos na área. Estudos técnicos que acabam de ser concluídos e apresentados ao Ministério de Minas e Energia o subsolo da região muito promissor, em especial para zinco, cobre, ouro e chumbo. O projeto vai consumir cerca de R$ 150 milhões.

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20.04.22

Energia solar

O Ministério de Minas e Energia pretende fazer algum barulho com as novas regras para a produção de equipamentos de geração solar no Brasil. O governo cogita até mesmo um evento, para alardear a redução dos custos da energia. Segundo o RR apurou, o Inmetro vai publicar a portaria com a nova regulamentação no início de maio.

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Informação que circula no Ministério de Minas e Energia: a petroleira chinesa Sinopec tem planos de investir em geração renovável no Brasil.

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12.04.22

O governo vai pagar para ver?

Os produtores de biodiesel têm feito pressão junto ao Ministério de Minas e Energia com o objetivo de brecar os planos do governo de flexibilizar as importações do insumo. Segundo o RR apurou, nas conversas com as autoridades, os empresários  pintam um cenário sombrio caso a medida seja levada adiante, com o risco de mais de 30 mil demissões no setor.

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Entre outras opções sobre a mesa, o Palácio do Planalto e o Ministério de Minas e Energia cogitam a hipótese de uma solução caseira para a presidência da Petrobras, leia-se a indicação de um executivo da própria estatal. A ideia teria começado a ser discutida já no fim de semana, quando surgiram os primeiros sinais de que Adriano Pires desistiria de assumir o comando da empresa. De acordo com informações que circulam na Pasta de Minas e Energia, dois nomes são vistos com bons olhos no governo: Fernando Assunção Borges, atual diretor executivo de Exploração e Produção, e Rafael Chaves, que responde pela diretoria de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade.

Ambos seriam “concorrentes” do secretário de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Caio Paes de Andrade, também cotado para o cargo. Fernando Borges tem a seu favor o fato de ser o diretor da Petrobras com mais tempo de casa – 38 anos. Com bom trânsito nas mais diversas áreas da empresa, seria um nome bem recebido dentro da estatal.

Já Rafael Chaves tem como principal handicap o relacionamento mais próximo justamente com a equipe de Paulo Guedes. Funcionário de carreira do BC, foi cedido à Petrobras em janeiro de 2019, no início da gestão de Roberto Castello Branco. Um dos argumentos a favor da solução interna é que essa opção agilizaria a posse do novo CEO, reduzindo a percepção de vácuo de comando na Petrobras. Ao contrário de um “forasteiro”, um diretor da Petrobras já passou por todos os ritos internos de conformidade exigidos para a nomeação e estaria automaticamente apto para assumir o cargo.

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30.03.22

AGU desata os nós para a construção do linhão de Tucuruí

O governo vai fazer um importante movimento na tentativa de viabilizar a construção da linha de transmissão de Tucuruí, um projeto de quase R$ 3 bilhões. Segundo o RR apurou, a AGU trabalha em uma proposta que será encaminhada à comunidade indígena Waimiri Atroari. O acordo prevê o pagamento de uma indenização financeira para cobrir os danos socioambientais causados pelo empreendimento. O valor ainda está sendo calculado, mas, conforme a mesma fonte, deverá passar dos R$ 100 milhões.

Dessa forma, o governo espera colocar um ponto final no litígio que se arrasta na 1a Vara Federal Cível da Justiça Federal do Amazonas. Cerca de 120 dos 700 quilômetros do traçado do linhão cortam o território dos Waimiri Atroari em Roraima. Estudos preliminares encomendados pelos indígenas apontam 37 impactos socioambientais decorrentes da construção do linhão, 27 deles classificados como irreversíveis.

O acordo com os indígenas é apenas um dos nós que o governo precisa desatar para tirar o projeto do papel. Na paralela, o Ministério de Minas e Energia intensificou as tratativas com a Transnorte Energia, consórcio encabeçado pela Alupar. Antes mesmo das obras começarem, a empresa exige da Aneel o reequilíbrio financeiro do contrato de concessão, sob o argumento de que os custos para a construção do linhão já subiram R$ 1 bilhão desde o leilão, no longínquo ano de 2011.

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25.03.22

Energia na fronteira

O RR tem informações de que o Ministério de Minas e Energia retomou conversações com o governo boliviano para a construção de até duas hidrelétricas binacionais, cada uma com capacidade de até 6 mil MW. As usinas seriam instaladas no Rio Madeira ou em afluentes. O problema é que, do lado brasileiro, os projetos estão indexados à Eletrobras. Nas contas do governo, parte do financiamento depende da venda da estatal.

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Segundo informação que circula nos gabinetes do Ministério de Minas e Energia, a estatal indiana Powergrid está garimpando ativos em transmissão no Brasil. A empresa deverá se juntar à Sterlite, conterrânea que já investe em linhas transmissoras no país.

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