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08.10.20

Teto de gastos

Segundo fonte envolvida nas negociações, a Ser Educacional está disposta a chegar, no máximo, a R$ 5 bilhões em sua oferta pelos ativos da Laureate no Brasil. Pelo acordo firmado, o grupo de Janguiê Diniz tem direito de preferência. Seus concorrentes são a Ânima Educação e Yduqs.

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18.09.20

Quem dá mais pelas universidades da Laureate?

O RR apurou que fundos internacionais, entre os quais o norte-americano Carlyle, também demonstraram interesse na aquisição dos ativos da Laureate no Brasil. A operação, por sinal, podia ser fechada na Sotheby ́s, tamanho o leilão promovido pelo grupo norte americano de educação. Também estão no páreo Ânima, Yduqs e Ser Educacional, conforme o RR antecipou na edição de 26 de agosto.

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26.08.20

Ser Educacional prepara o bote sobre a Laureate

A Ser Educacional, do empresário Janguiê Diniz, trabalha em um agressivo plano para galgar posições no ranking do setor. Segundo o RR apurou, a empresa prepara um follow-on, mediante uma oferta primária de ações. O valor da operação poderá chegar à casa de R$ 800 milhões.

De acordo com a mesma fonte, o objetivo da companhia é levantar recursos para disputar a compra dos ativos da norte-americana Laureate no Brasil. São 11 universidades, entre as quais as paulistas Anhembi Morumbi e FMU e a IBMR, no Rio de Janeiro, um pacote avaliado em aproximadamente R$ 3 bilhões. Diniz e seus executivos tratam a oferta de ações e a investida sobre os ativos da Laureate como o teste de madureza da Ser, um passo capaz de colocar o grupo no top three da área de educação.

A empresa mais do que duplicaria de tamanho, saltando de 200 mil para aproximadamente 460 mil alunos. Ficaria atrás apenas da Cogna Educação (ex-Kroton) e Yduqs (antiga Estácio), que somam, respectivamente, 850 mil e 600 mil estudantes matriculados. Por sua vez, o Ebitda da Ser pularia de R$ 300 milhões para cerca de R$ 550 milhões. Procurada, a Ser não se pronunciou. A Laureate, por sua vez, informou que “não comenta estratégias de M&A”. O sentimento entre Janguiê Diniz e seus executivos é que a Ser Educacional vive um momento de turning point: ou se consolida como uma predadora ou será presa fácil na cadeia alimentar da área de educação.

No passado recente, a própria Yduqs teria sondado Diniz em torno da eventual aquisição da empresa. O avanço sobre a operação da Laureate no Brasil é um movimento bastante arrojado dadas as atuais circunstâncias do setor. A pandemia derrubou os resultados dos grandes grupos da área de educação. A Cogna fechou o segundo trimestre com uma queda de 80% de seu Ebitda no comparativo com o mesmo período em 2019. A Yduqs carrega um recuo de 12% no primeiro trimestre. Outro dado preocupante é a disparada da inadimplência: em um ano, o índice de alunos matriculados com mensalidades atrasadas subiu de 15% para 26%.

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30.07.20

Avanço sobre a Laureate

A Yduqs, antiga Estácio, estaria em negociações para a compra dos ativos da norte-americana Laureate no Brasil. O pacote inclui 11 universidades, entre as quais Anhembi Morumbi e a gaúcha Unitter. A receita somada da Laureate no país gira em torno dos R$ 2 bilhões.

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16.10.18

Laureate avança sobre as salas de aula da Ilumno no Brasil

Há mais uma grande operação de M&A se desenhando na área de educação no Brasil. A Laureate – dona, entre outras redes, da Universidade Anhembi Morumbi – estaria em negociações para a compra dos ativos da também norte-americana Ilumno no país. A operação giraria em torno dos US$ 600 milhões. A joia da coroa é a Universidade Veiga de Almeida, no Rio de Janeiro.

Com a aquisição, a Laureate saltaria de 270 mil para quase 330 mil alunos no Brasil, entre cursos a distância e presenciais. O faturamento do grupo, por sua vez, sairia de R$ 1,7 bilhão para aproximadamente R$ 2,3 bilhões. Mais do que isso: a Laureate se consolidaria como o quarto maior conglomerado de ensino superior do país, credenciando-se a ser um dos grandes adversários da dupla Kroton e Estácio, líderes do setor. A Ilumno, por sua vez, colocaria um ponto final na sua errática trajetória no mercado brasileiro.

Em 2014 o grupo chegou a vender todas as suas operações no país para a Anima Educação, mas o negócio foi misteriosamente desfeito poucos meses depois. De lá para cá, os norte-americanos já ensaiaram sua saída do Brasil em pelo menos duas ocasiões. A mais recente ocorreu, no início do ano, após uma frustrada tentativa de venda dos ativos para a Ser Educacional, do empresário cearense Janguiê Diniz.

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24.08.16

Multiplicação

 O grupo norte-americano Laureate decidiu seguir a política do grão em grão para crescer no Brasil. Estaria negociando a compra da Faculdade Sumaré, com dez unidades em São Paulo. Procurada pelo RR, a Sumaré negou a informação. Já a Laureate não se pronunciou.

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