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11.05.22

Um dormente a menos na Ferrogrão

O acordo entre a Rumo Logística, de Rubens Ometto, e o governo do Mato Grosso para a construção da ferrovia Olacyr de Moraes calou fundo no Ministério da Infraestrutura. O projeto cria um concorrente para a Ferrogrão e, consequentemente,  reduz a atratividade pelo empreendimento. No Ministério, já se fala em ajustes no traçado da linha férrea para reduzir os custos, estimados em mais de R$ 20 bilhões. Ou seja: vai ser difícil, muito difícil, o leilão da Ferrogrão sair do papel.

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10.03.22

Engatando

O GIC, o bilionário fundo soberano de Cingapura, quer engatar na concessão da Ferrogrão.

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Tarcisio Freitas tem feito gestões junto a ministros do STF na tentativa de acelerar o julgamento do processo sobre a concessão da Ferrogrão. Freitas quer deixar o Ministério com a data do leilão definida. No entanto, o ministro Alexandre de Moraes, relator da ação, mantém o assunto em banho-maria.

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02.02.22

Ferrogrão na mira

O Mubadala fez chegar ao ministro Tarcísio Freitas a informação de que vai disputar os leilões de concessão rodoviária programados pelo governo. O alvo primordial seria a Ferrogrão.

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20.01.22

O coronel Tarcisio em três atos

Mais uma que pode ser creditada na conta do ministro Tarcísio Freitas. A Citic, companhia de investimentos do governo chinês, estaria mantendo contatos com a Pasta da Infraestrutura com o objetivo de participar de concessões ferroviárias no Brasil. O alvo prioritário seria a Ferrogrão, que daria aos chineses uma posição privilegiada no escoamento de grãos do Centro-Oeste. A Citic é praticamente um fundo-Estado: seu “PIB”, leia-se o total de investimentos em carteira, soma US$ 1,4 trilhão.

Tarcísio Freitas começa a recrutar nomes de sua máxima confiança para coordenar sua campanha ao governo de São Paulo. Um dos mais cotados é o atual secretário executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, que foi seu assessor na Infraestrutura. Em tempo: Marcelo Queiroga, que não bate muito com Cruz, adoraria a mudança.

Nem tudo são flores para Tarcísio Freitas. Parlamentares do Rio, a exemplo do deputado Altineu Cortes (MDB), estão cobrando recursos para acelerar a reforma de um trecho da BR 493 no estado. Em ano eleitoral, a pressão para cortar fita de inauguração só aumenta. O projeto prevê a recuperação de 11 km dos 25 km da via, entre Itaboraí a Magé. Consultado, o Ministério informa que o DNIT está “realizando obras no trecho para eliminar pontos críticos”. Ainda segundo a Pasta, a previsão é de que, “no início de março sejam concluídas e liberadas três passagens inferiores, que representam sete quilômetros de duplicação”.

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26.11.21

Ferrogrão descarrila no STF

Má notícia para Tarcísio Freitas. Segundo uma fonte do STF, o ministro Alexandre de Moraes deve postergar para o próximo ano seu parecer sobre a ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) 6553, que trata da legalidade ou não da construção da Ferrogrão. Com isso, a probabilidade do Ministério da Infraestrutura leiloar a concessão da ferrovia ainda no primeiro semestre de 2022 cai consideravelmente. Por cautela, talvez seja o caso de Freitas começar a refazer suas contas. O desembolso previsto na Ferrogrão chega a R$ 25 bilhões. Essa cifra corresponde a 15% do total de investimentos estimados pelo governo com as concessões de infraestrutura programadas para 2022, ou seja, R$ 160 bilhões. A constitucionalidade da Ferrogrão é contestada devido ao seu traçado, que corta o Parque Nacional do Jamanxim, no Pará, área de proteção ambiental.

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26.10.21

Infraestrutura quer estimular produção de trilhos no Brasil

O Ministério da Infraestrutura tem feito estudos com o objetivo de incentivar a retomada da produção de trilhos no Brasil, praticamente extinta desde os anos 80. Uma das ideias sobre a mesa seria usar parte dos recursos arrecadados com as próprias concessões ferroviárias para financiar a instalação de uma fábrica do equipamento no país. Trata-se de um projeto complexo, a começar pela atração de um player internacional do setor. No governo, há quem defenda o resgate do velho modelo tripartite, ou seja, dividir o controle do negócio entre o capital privado nacional, um investidor estrangeiro e o Estado.

Nesse cenário, muito possivelmente o traçado desse projeto passaria pelo BNDES. Procurado, o Ministério da Infraestrutura não se manifestou. Ainda que Alemanha e Estados Unidos também tenham um grande parque fabril para a produção de equipamentos ferroviários, o mais provável é que esse projeto mire em um grupo chinês. Hoje, a maior parte dos trilhos usados no Brasil vêm do país asiático. Além disso, a chegada de um fabricante local poderia estar vinculada à eventual entrada da China Railway Corporation no país. Maior operador ferroviário da China, o grupo é apontado como candidato às próximas concessões do setor.

A falta de trilhos no mercado interno e os altos custos de importação são vistos no governo como um desestímulo a investimentos privados em ferrovias. É hora de afagar esse capital reticente. O que não falta é ativo para leiloar. Além dos projetos incluídos no PPI – como a Ferrogrão e a relicitação da Malha Oeste -, o Ministério da Infraestrutura lançou recentemente o Pró-Trilhos (Programa de Autorizações Ferroviárias). O programa prevê a licitação de dez novos trechos de ferrovias que somam um investimento de R$ 53 bilhões. O setor ferroviário é quase que 100% dependente da aquisição de peças no exterior.

O próprio governo é um dos principais atingidos. Hoje, a estatal Valec é a responsável pela construção de quatro grandes ferrovia – Norte-Sul, os trechos II e III da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, Ferrovia Transcontinental e a ligação da Norte-Sul com a Transnordestina. No ano passado, o governo chegou a criar um Comitê Técnico de Desenvolvimento da Transformação Mineral, cuja uma das funções seria a “realização de estudos para agregar valor aos produtos metalúrgicos de alta qualidade, o que inclui a produção de trilhos para expansão da infraestrutura ferroviária nacional”. De lá para cá, no entanto, nada aconteceu.

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25.08.21

Ferrogrão se transforma na ferrovia das manifestações

Os agricultores compraram o barulho da Ferrogrão. Após o protesto do último fim de semana em Sinop (MT), grandes produtores rurais do Pará também estariam organizando uma manifestação a favor da construção da ferrovia. Esperam contar com a presença de Tarcísio Freitas, que endossou os atos do final de semana passada. O maior adversário da Ferrogão são os ambientalistas. E o TCU, que deve fazer uma série de exigências em relação ao projeto.

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19.08.21

Nos trilhos 1

O ministro Tarcísio Freitas deverá comparecer às manifestações a favor da construção da Ferrogrão, marcadas para o próximo sábado, em Sinop (MT). Organizado por produtores rurais, o ato será uma resposta aos ataques de ambientalistas ao projeto.

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19.08.21

Nos trilhos 2

Tem chinês novo na rota da Ferrogrão: além da CRCC, a China Railway International também demonstrou interesse em participar do leilão da ferrovia.

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