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18.05.20

Ferrugem no casco

O que já era ruim ficou muito pior: com a pandemia, o fiapo de esperança que Camargo Corrêa e Queiroz Galvão tinham de vender o Estaleiro Atlântico Sul (EAS) evaporou. Conversas que vinham sendo mantidas com investidores de Cingapura foram interrompidas. Em recuperação judicial, o EAS emborcou com uma dívida de R$ 1,4 bilhão – R$ 1 bilhão apenas com o BNDES. Hoje, trata-se praticamente de uma empresa fantasma. Não há mais do que 20 funcionários nas instalações do estaleiro em Pernambuco.

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Sem novos contratos à vista, o Atlântico Sul busca comprador para um terreno no Porto de Suape (PE). O estaleiro da Camargo Corrêa e da Queiroz Galvão precisa fazer dinheiro o quanto antes. Em recuperação judicial, soma mais de R$ 1,2 bilhão em dívidas e não tem mais do que R$ 150 milhões em caixa.

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23.08.19

Recuperação judicial

No que depender da Camargo Corrêa, o estaleiro Atlântico Sul vai entrar com pedido de recuperação judicial. A Queiroz Galvão, que está em RJ, é contra, mas deverá ser voto vencido. Só com o BNDES, a dívida do estaleiro é de R$ 1 bilhão.

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06.05.19

Fundos contestam “Bônus delação” da CCR

Fundos internacionais acionistas da CCR, entre os quais figura o canadense Green River Gold, se mobilizam para entrar na Justiça com o objetivo de suspender o pacote de remuneração da companhia a seus ex-executivos. A empresa controlada por Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa vai pagar R$ 71 milhões a exdirigentes investigados pelo Ministério Público, entre eles Renato Vale, que presidiu o grupo por 20 anos. Trata-se de uma espécie de “Bônus delação”: o pagamento, aprovado em assembleia geral no último dia 22 de abril, está vinculado à “colaboração ativa e efetiva” dos executivos à Justiça. Os fundos estrangeiros querem não apenas suspender a bonificação como exigem que a CCR entre com ações de responsabilidade civil contra os ex-colaboradores.

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30.11.18

Redenção das empreiteiras nacionais ganha espaço na agenda do governo Bolsonaro

O resgate das quatro grandes empreiteiras do país – Camargo Corrêa, Odebrecht, Andrade Gutierrez e Queiroz Galvão – está entre as premissas da equipe de Jair Bolsonaro para a reconstrução do setor de infraestrutura. Os principais defensores desta agenda seriam os auxiliares militares do presidente eleito. A descontaminação das grandes empresas de construção pesada é considerada essencial para a conclusão das mais de 2,7 mil obras paradas e o início de outras tantas. Esta retomada é necessária para que o país possa crescer acima dos 3,5% a 4%. Sem o avanço da infraestrutura, o teto do PIB é baixo.

O ajuste das contas públicas e mesmo o equilíbrio geral dos fatores poderão atrair recursos externos para os investimentos. Mas a equação da empreitada das obras permanece um dilema. Os assessores de Bolsonaro duvidam que mesmo a vinda em profusão de construtoras chinesas, por exemplo, não daria conta do conhecimento necessário para levantar os projetos de infraestrutura. Que empreiteira do país asiático conseguiria mobilizar a Amazônia em torno de grandes obras de energia e logística essenciais? As quatro grandes empreiteiras, que representavam mais de 50% do faturamento total do setor, foram praticamente interditadas com a operação Lava Jato. Agora, pagas as multas, punidos os gestores e controladores e fechados os respectivos acordos de leniência, estariam dadas as condições para a descriminalização ampla, geral e irrestrita das companhias.

Aliás, uma das autocríticas compartilhadas pelas equipes de Michel Temer e do futuro presidente é que as operações das empreiteiras deveriam ter sido preservadas. Uma coisa é a culpa dos homens; outra é o capital humano e a capacidade de contribuição das construtoras. Outro dado é que a Lava Jato mudou a intensidade do compliance das contratantes e das contratadas. As condições do passado para práticas de corrupção hoje são exíguas. Durante o processo de expurgo das big four, a construção pesada perdeu cerca de 400 mil postos de trabalho.

Uma parcela desse contingente era altamente especializada. Existe sempre a possibilidade de grupos estrangeiros sublocarem parte das empreiteiras nacionais, assumindo em bloco contratos, mão de obra etc. A receita parece trivial, mas, na prática, nunca deu certo, pelo menos na escala necessária. As diferenças de culturas e de conhecimento das peculiaridades locais não podem ser ignoradas. No Equador, por exemplo, onde houve um aumento expressivo do número de obras tocadas por companhias chinesas, operários dormiam amontoadosdentro de contêineres. O Brasil detém uma das melhores expertises internacionais no setor de construção pesada. O que mudou foi a higienização de expedientes inaceitáveis. A qualidade dos serviços permanece a mesma.

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19.09.18

Cimento africano

A Camargo Corrêa abriu conversações para a venda de até 40% de sua operação cimenteira na África. Sobre a mesa, fábricas no Egito, África do Sul e Moçambique. Um dos principais candidatos é a nigeriana Dangote. A companhia pertence a Alhaji Aliko Dangote, o homem mais rico de seu país. Sua fortuna é estimada em US$ 12 bilhões.

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18.07.18

A Geni da Camargo Corrêa e da Queiroz Galvão

O Estaleiro Atlântico Sul (EAS), leia-se Camargo Corrêa e Queiroz Galvão, vem tentando junto à Petrobras retomar a encomenda ao menos de dois dos sete petroleiros que havia sido feita pela estatal e posteriormente cancelada. A premissa é de que o contrato com a Petrobras é determinante para a venda do estaleiro ao fundo Apollo – negociação iniciada há cerca de dois meses. Ou seja: se a transferência do controle não sair e o estaleiro afundar de vez, Camargo Corrêa e Queiroz Galvão já terão a quem culpar.

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14.06.18

Camargo Corrêa à espera do salvo-conduto

A Camargo Corrêa estaria muito perto de deixar a lista de empresas proibidas de prestar serviços à Petrobras. A empreiteira já fechou um acordo de leniência com o Ministério Público Federal e está prestes a selar outro com a CGU – os valores da multa podem chegar a R$ 2 bilhões.

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15.05.18

À beira do naufrágio

Como se não bastasse a gravíssima crise financeira, o Estaleiro Atlântico Sul está societariamente rachado. A Camargo Corrêa defende a recuperação judicial; a Queiroz Galvão, por sua vez, jogou a toalha e quer encerrar as atividades da empresa. É bom decidirem logo: corroído por R$ 2 bilhões em dívidas e sem contratos, o estaleiro não aguenta mais duas marolas do mar.

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06.03.18

Novos podres

Os delatores da Camargo Corrêa estão jorrando novos podres da Linha 5 do Metrô de São Paulo.

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