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16.11.17
ED. 5746

Vai ter Natal na Ricardo Eletro

Os executivos da Ricardo Eletro começam a respirar aliviados. Grandes fabricantes de eletrodomésticos e eletroeletrônicos, como Whirlpool e LG, estão normalizando o fornecimento de produtos para a rede varejista. A medida vem na esteira do acordo entre a empresa e seus credores, que assumirão o controle do negócio. Houve um momento em que os dirigentes da Ricardo Eletro temeram por um Natal de prateleiras quase vazias.

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14.07.17
ED. 5661

Breve estadia

Prestes a assumir o controle da Máquina de Vendas em troca de uma dívida de R$ 1,5 bilhão, os bancos credores não vão ficar muito tempo vendendo geladeira e liquidificador. Já abriram canais de negociação com potenciais candidatos à aquisição da rede varejista, dona da bandeira Ricardo Eletro. Entre os pretendentes está a chilena Falabella, que, recentemente, manteve gestões para a compra da ViaVarejo.

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Ricardo Nunes, dono da Máquina de Vendas, tem feito o que pode para evitar o fechamento de lojas da Ricardo Eletro. Não está fácil…

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24.01.17
ED. 5545

Banco de reservas

Se as negociações com o Casino para a compra do controle da ViaVarejo não decolarem, a chilena Falabella tem um Plano B para o Brasil: a Máquina de Vendas, leia-se Ricardo Eletro.

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02.02.16
ED. 5300

Máquina de Vendas é um território dividido ao meio

  O adversário mais duro de Corrado Varoli, recém-contratado para comandar a reestruturação da Máquina de Vendas, não será a recessão econômica, a queda do consumo ou mesmo a má performance da companhia. O ex-presidente da Goldman Sachs na América Latina terá como maior desafio gerar resultados em uma empresa rachada ao meio pelas disputas entre seus controladores, Ricardo Nunes e Luiz Carlos Batista. Que o diga o ex-Pão de Açúcar Enéas Pestana, antecessor de Varoli na árdua tarefa de reerguer a rede varejista. Pestana pouco saiu do lugar nos seis meses em que ficou à frente da gestão. Fechamento de pontos de venda, redefinição do modelo de lojas, negociação de uma fatia do capital: praticamente tudo o que ele recomendou ou ensaiou executar esbarrou nas divergências entre Nunes e Batista.  Desde a fusão entre a Ricardo Eletro e a Insinuante, em 2010, a coabitação societária entre o acelerado e mercurial Ricardo Nunes e o cauteloso e contido Luiz Carlos Batista nunca foi um mar de rosas. As divergências se agravaram no ano passado, durante a gestão de Richard Saunders, que assumiu a presidência após vender sua rede varejista, a Eletro Shopping, para o grupo. Saunders foi alçado ao comando para ser uma espécie de algodão entre cristais, um elemento neutro entre os dois acionistas. A tal solução pacificadora, no entanto, acabou se revelando um paiol. No entendimento de Batista, Saunders tornou-se um títere movimentado pelos dedos de Ricardo Nunes. Suas principais medidas – cortes de custos e demissões de executivos – teriam por trás a assinatura do fundador da Ricardo Eletro. Pior: suas mexidas se concentraram no Nordeste, nas lojas da Insinuante, justamente o território de Batista. O curto circuito foi inevitável. Saunders deixou o cargo em maio do ano passado. E, se ele era mesmo uma extensão de Nunes na gestão executiva, agora não há mais intermediários: o empresário se impôs e, no início deste mês, assumiu a presidência no lugar de Enéas Pestana. Tem a missão de frear uma queda nas vendas que chegou aos 10% em 2015.  Entre os executivos egressos da Ricardo Eletro habituados a psicografar os movimentos de Ricardo Nunes, há quem diga que, no fundo, no fundo, o empresário se arrependeu da fusão com a Insinuante. No seu mundo ideal, a associação seria desfeita e ele voltaria a mandar e desmandar numa empresa só sua. Será que Corrado Varoli se credenciaria a desatar uma fusão?

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01.07.15
ED. 5153

Efeito colateral

A estratégia da Sony de espalhar quiosques próprios por shoppings de todo o país tem criado uma série de atritos com grandes revendedores como Casas Bahia e Ricardo Eletro.

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