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05.10.17
ED. 5719

Despedida na Magnesita

A GP está se desfazendo do que restou da sua participação na Magnesita, após a venda da empresa para a austríaca RHI.

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26.06.17
ED. 5647

Bye, bye, Magnesita?

Burburinho do momento no mercado: a Magnesita fecha o capital na Bovespa e passa a ser listada na Bolsa de Londres. Sentido faz: a austríaca RHI, nova controladora da fabricante de refratários, já tem capital aberto na City.

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03.05.17
ED. 5610

A indesejável herança da Magnesita

A austríaca RHI, nova controladora da Magnesita, tem feito o que os financistas da GP Investimentos não conseguiram: reduzir o endividamento da fabricante de refratários. Sob o condão dos europeus, a relação dívida líquida/ebitda da companhia caiu de 4,1 para três nos últimos 12 meses. A meta dos austríacos é diminui-la para 2,5 vezes até o terceiro trimestre, livrando-se da herança deixada pela GP.

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28.12.16
ED. 5526

Austríaca RHI entra no radar da Lava Jato

A Lava Jato está triscando na austríaca RHI, que acaba de se unir à Magnesita para criar a maior fabricante de refratários do mundo. O Ministério Público do Rio, que colabora com a força tarefa de Curitiba nas investigações relacionadas a Sérgio Cabral, apura as circunstâncias dos benefícios tributários concedidos pelo governo do Rio à RHI Refratários Brasil Ltda. Segundo investigações preliminares, a empresa teria recebido 11 isenções fiscais desde agosto, quando a situação nas contas públicas do estado já era calamitosa.

Ressalte-se que o grupo austríaco não tem qualquer site de produção no Rio. Seu próprio centro de decisões no país está sediado em Belo Horizonte. Procurado pelo RR, o governo do Rio disse que não poderia revelar a “quantidade de incentivos” concedidos à RHI “em razão do sigilo fiscal”. A Secretaria de Fazenda informou que a RHI Refratários Brasil “encontra-se enquadrada no Tratamento Tributário Especial (TTE), criado para empresas tipicamente importadoras que utilizam os portos fluminenses”. A RHI, por sua vez, confirmou que possui “Regime Especial de diferimento parcial de ICMS na importação de produtos pelo Estado do Rio.”

Esse Regime Especial, segundo a companhia, “foi diferido em 29 de Julho de 2016 com base na Resolução SEFAZ no 726 de 19 de fevereiro de 2014”. A empresa negou, no entanto, que tenha recebido isenções fiscais do governo fluminense. A RHI disse ainda não ter conhecimento de qualquer investigação sobre seus negócios no Brasil no âmbito da Lava Jato. O fio da meada que o Ministério Público está desenrolando leva a 2011, quando as relações entre a RHI e autoridades do Rio se intensificaram.

Nesse ano, durante o governo de Sérgio Cabral, a empresa anunciou um investimento de 85 milhões de euros na construção de uma fábrica em Queimados, na Baixada Fluminense. A companhia chegou a comprar o terreno, por sinal outro trecho nebuloso na biografia dos austríacos no país. Conforme o RR publicou na edição de 14 de setembro de 2011, a RHI pagou à época R$ 11,7 milhões pela propriedade que, cinco dias antes, segundo registros em cartórios locais, havia sido negociada por apenas R$ 2,5 milhões. O empreendimento foi continuamente adiado.

Em 2012, segundo informação confirmada pela própria companhia ao RR, a RHI suspendeu a instalação da fábrica. Os procuradores têm motivos para acreditar que nem em um século o projeto sairia do papel. A percepção é que a fábrica da RHI nunca passou de um holograma.

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09.12.16
ED. 5513

RHI engole a Magnesita

A definição do alto comando da maior fabricante de refratários do mundo confirmará o que já se sabia: a associação entre a Magnesita e a RHI não passa de uma aquisição em pele de fusão. O presidente da nova companhia será indicado pelo grupo austríaco, que nomeará também a maioria esmagadora do board. A GP, controladora da velha Magnesita, deverá ter apenas um assento no Conselho de Administração.

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10.11.16
ED. 5493

Fora da bolsa

 A fusão com a austríaca RHI deverá levar ao fechamento de capital da Magnesita na Bovespa. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Magnesita.

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17.10.16
ED. 5476

Malha fina

 A CVM identificou uma movimentação atípica com as ações da Magnesita alguns dias antes da divulgação da associação com a austríaca RHI, há duas semanas. Nos dez pregões anteriores ao anúncio, o papel subiu aproximadamente 25%. Procurada, a CVM informou que “não comenta casos específicos, inclusive para não afetar trabalhos de análise ou apuração que entenda necessários”. Para bom entendedor…

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10.10.16
ED. 5472

Conexão Londres

 A incorporação da Magnesita pela austríaca RHI foi a primeira grande alquimia societária conduzida por Fersen Lambranho a partir de Londres, para onde se mudou há dois anos. Um dos comandantes em chefe da GP, principal acionista da fabricante de refratários, Fersen se dedica ainda à montagem de um novo fundo de investimentos. A operação se dará com a placa da Splice, braço da GP na Suíça.

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