Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
18.05.17
ED. 5621

Cartão vermelho milionário

O que se diz na BR Malls é que Carlos Medeiros, ejetado da presidência da empresa pela Dynamo e pela Squadra Investimentos, levou para casa uma indenização da ordem de R$ 20 milhões. É praticamente a metade da remuneração de toda a diretoria em 2016. Ou cerca de R$ 2 milhões para cada ano de Medeiros no cargo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

15.05.17
ED. 5618

BlackRock às compras

Dona de uma participação de 5% na BR Malls, a gestora norte-americana BlackRock é forte candidata a um voo solo com a compra de shopping centers no Brasil.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

shopping-rr-25
05.05.17
ED. 5612

Fundos de investimento fazem uma faxina na BR Malls

A deposição do desafeto Carlos Medeiros da presidência da BR Malls – antecipada pelo RR na edição de 17 de janeiro – foi apenas o primeiro ato. Os fundos que assumiram o comando da gestora de shopping centers, à frente Dynamo e Squadra Investimentos, estão debruçados sobre um plano de reestruturação da companhia baseado no binômio aporte de capital e venda de ativos. As duas gestoras de recursos pretendem liderar um aumento de capital na BR Malls de até R$ 3 bilhões por meio de uma oferta de ações em bolsa.

A redução do portfólio, por sua vez, passará pela transferência de parte ou mesmo do controle integral de alguns empreendimentos. Segundo o RR apurou, a BR Malls já teria pré-elencado 16 shoppings – de um total de 44 – que devem ser colocados na gôndola. São centros comerciais de menor porte que não estão entre os três maiores de suas respectivas cidades ou regiões, a exemplo do Casa & Gourmet, no Rio, e Independência Shopping, em Belo Horizonte.

Os fundos querem se livrar do que consideram o pior dos legados da gestão de Carlos Medeiros, todo -poderoso da BR Malls por mais de uma década: um portfólio com excesso de ativos de baixa rentabilidade. No entendimento dos investidores, a antiga administração privilegiou a quantidade em detrimento da qualidade. Por esse ângulo, a premissa é que a BR Malls precisa “perder tamanho para crescer”.

Outra prioridade é aumentar os investimentos na modernização e manutenção dos empreendimentos. Pesquisas de opinião feitas recentemente pela empresa teriam mostrado expressivos índices de insatisfação dos usuários com o estado de conservação de shoppings da BR Malls. Coincidência ou não, entre as grandes administradoras do país, a companhia está entre as lanterninhas no quesito investimento em manutenção. No ano passado, destinou para esta finalidade apenas 4% do seu capex, mesmo percentual da Aliansce e atrás de Multiplan (5%) e Iguatemi (8%).

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

BR Malls
17.04.17
ED. 5600

É tempo de “harmonia” na BR Malls

A Dynamo, que tomou as rédeas da BR Malls, não perdeu a oportunidade de dar uma estocada no executivo Carlos Medeiros, ex-todo-poderoso da empresa. Em relatório encaminhado a investidores na última terça-feira, afirmou que o Conselho de Administração da gestora de shoppings tem agora uma “composição mais harmônica e está preparado para pensar estrategicamente o futuro da BR Malls.” Na empresa, ninguém tem dúvidas quanto ao alvo da indireta mais do que direta. Medeiros saiu recentemente do board por pressão da Dynamo e de sua aliada, a Squadra Investimentos. Em maio, deixará a presidência da BR Malls, cargo que ocupa há mais de dez anos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

brmalls-rr-5584
23.03.17
ED. 5584

Tempos difíceis

A BR Malls está dando descontos de até 30% no aluguel de lojas em seus shoppings. Não é para menos. A taxa de inadimplência em seus empreendimentos chegou a 5,5%. Para efeito de comparação, a concorrente Multiplan conseguiu parar nos 2,5%.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

08.02.17
ED. 5556

Domínio completo

A Dynamo e a Squadra Investimentos não entraram nos shoppings da BR Malls a passeio. Além de trabalhar pela saída de Carlos Medeiros da presidência, conforme adiantou o RR na edição de 17 de janeiro, a dupla também pressiona por mudanças na área financeira, hoje nas mãos do executivo Frederico Villa. Procurada, a Dynamo nega. Já a Squadra não se pronunciou.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

brmalls-rr-5540
17.01.17
ED. 5540

Fundos preparam o tiro de misericórdia na BR Malls

A deposição de Carlos Medeiros do Conselho de Administração da BR Malls é apenas o primeiro tiro desferido contra o executivo, que acumula também a presidência da empresa. O objetivo maior do pelotão liderado pelas gestoras Dynamo e Squadra é tomar o poder na companhia, colocando um ponto final no longevo mandato de Medeiros, à frente da gestão há uma década. No que depender do apetite dos fundos, uma boa aposta para a data do fuzilamento é o próximo dia 16 de março. Nesse dia, o board da BR Malls se reunirá pela primeira vez com a nova formação, já com os integrantes indicados pela Dynamo e pela Squadra – um deles, Claudio Bruni, ex-Multiplan e ex-BR Properties, é visto como um candidato à presidência da administradora de shopping centers.

Dona de 12% das ações ordinárias, a dupla Dynamo/Squadra conta com o apoio de outros fundos para defenestrar Medeiros da gestão executiva. Um deles seria o norte-americano BlackRock, notório pela agressividade com que entra no capital de companhias e varre administradores. Não é de hoje que o executivo enfrenta forte resistência entre os acionistas da empresa. A fragilização de Medeiros está diretamente vinculada ao avanço da Dynamo no capital da BR Malls, que, nos últimos meses, saltou de 2% para 9%, o suficiente para torná-la a maior acionista individual. Curiosamente, o executivo é contestado em um momento em que a companhia apresenta melhores resultados.

Entre janeiro e setembro do ano passado, teve um lucro de R$ 318 milhões, contra um prejuízo de R$ 21 milhões no mesmo intervalo em 2015. É bem verdade que, em igual período, as margens caíram 8,7 pontos percentuais e a perda do Ebitda chegou a 36%. Na balança, mais do que os próprios resultados, o que pesa contra Medeiros é a corrosão de uma gestão extremamente centralizadora ao longo de dez anos.

No mercado, costuma-se dizer em tom sarcástico que, apesar do capital pulverizado, a BR Malls sempre teve dono e é possível encontrá-lo na sala da presidência. O desenfreado aumento da remuneração dos administradores e decisões financeiras também ajudaram a desgastar a atual gestão, notadamente a emissão de US$ 400 milhões em títulos perpétuos realizada em 2012. Indexados ao dólar, os papéis arrasaram com os resultados da companhia no segundo semestre de 2015, quando a moeda americana passou dos R$ 4.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

13.10.16
ED. 5474

Liquidação

 Após uma frustrada tentativa de take over da BR Malls, a israelense Gazit Globe está se desfazendo no mercado do que ainda lhe resta de ações na administradora de shopping centers. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Gazit Globe.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

  A Brookfield, que acaba de fechar a aquisição da Nova Transportadora do Sudeste junto à Petrobras , avança agora sobre o mercado de shopping centers. Os canadenses querem comprar o controle da BR Malls, maior empresa do setor no país. Com 45 shoppings, a companhia faturou no ano passado R$ 1,3 bilhão. Tem ainda a melhor margem NOI (Net Operating Income) do segmento, em torno de 90% – ou seja, cada R$ 100 de receita líquida geram R$ 90 de caixa. Apesar destes números luzidios, a BR Malls não escapou ilesa ao impacto da crise econômica sobre o setor de shopping centers. Vide a depreciação do seu valor de mercado. Hoje, sua ação é negociada a R$ 12, praticamente a metade da máxima histórica de R$ 23, alcançada em 2012. Não por acaso, a Brookfield está convencida de que este é o momento propício para dar o bote sobre a BR Malls, antes que uma recuperação do consumo se reflita na valoração do ativo. Aliás, assim também pensavam a norte-americana Blackstone e a israelense GazitGlobe, que recentemente fizeram frustradas investidas sobre a empresa brasileira – esta última por meio de uma mal-sucedida tentativa de take over em bolsa (ver RR edição de 18 de julho).  A Brookfield almoça, janta, devora Brasil. Já são mais de R$ 45 bilhões em participações sob o seu guarda-chuva. Somente no último ano, além da malha de gasodutos da Petrobras, os canadenses compraram ativos no setor elétrico, concessões rodoviárias e imóveis. No caso da BR Malls, a operação passaria quase que obrigatoriamente por uma Oferta Pública para Aquisição (OPA) em bolsa, uma vez que a empresa tem o controle difuso e nenhum acionista soma mais do que 6% das ordinárias.  Procurada, a Brookfield nega a investida sobre a BR Malls. No entanto, segundo informações filtradas junto à própria administradora de shoppings, os canadenses já teriam mantido conversações com o presidente da companhia, Carlos Medeiros. Qualquer negociação de compra da BR Malls passa obrigatoriamente pela sua sala. Egresso da GP Investimentos, que fundou a BR Malls em parceria com o norte-americano Sam Zell, Medeiros está no cargo há mais de uma década e é conhecido no setor como “o executivo que manda no acionista”. Com enorme ascendência sobre a babel de investidores institucionais que coabitam o capital da empresa, é voz decisiva em qualquer decisão estratégica da BR Malls. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: BR Malls.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

18.07.16
ED. 5413

Gazit-Globe fracassa em tentativa de take over da BR Malls

  A Gazit-Globe – uma das maiores gestoras de shopping centers do mundo, com mais de 500 empreendimentos em 20 países –, tem muito a aprender com a Kroton. A investida dos israelenses para tomar o controle da BR Malls , dona da maior carteira de shoppings do país, falhou justamente naquilo que não pode faltar em um take over: capacidade de articulação e dinheiro. Segundo o RR apurou junto a um dos fundos sócios da companhia brasileira, a Gazit-Globe teria descumprido acordos com outros acionistas, que seriam peças fundamentais para a operação, a começar pelas gestoras norte-americanas Dodge & Cox e BlackRock – em certo momento, a dupla chegou a ter mais de 18% das ações da BR Malls.  De acordo com a mesma fonte, após acenar com a aquisição de mais de 20% do capital, a Gazit-Globe recusou-se a fechar a compra das participações de outros investidores, tudo para não ter de disparar a pílula de veneno e pagar o devido ágio pelo papel. E olhe que, no caso da BR Malls, o dispositivo previsto no estatuto é relativamente brando, conhecido no mercado como “placebo”. Ao atingir 20% das ações, a Gazit-Globe seria obrigada a fazer uma oferta pelo restante dos títulos, mas pagando apenas a maior cotação dos últimos 12 meses (algo em torno de R$ 13) – sem, portanto, o prêmio de controle normalmente fixado nas pílulas de veneno. Procuradas pelo RR, BR Malls e Gazit-Globe não quiseram se pronunciar.  Os israelenses, ao que tudo indica, pagaram para ver. Apostaram que, com apenas 8% do capital ordinário e alguns acionistas como aliados, conseguiriam tomar a gestão executiva da BR Malls pelas beiradas, sem ter de passar pelo rito de uma oferta de ações. Perderam a aposta. Mesmo porque do outro lado havia os acionistas que apoiam a administração de Carlos Medeiros, todo-poderoso da BR Malls desde os tempos em que a empresa era controlada pela GP Investimentos. A derrota foi inevitável. Os israelenses não conseguiram apoio sequer para mudar a cláusula do estatuto que veda a presença de concorrentes no Conselho. A Gazit-Globe já comunicou ao mercado a redução da sua participação no capital da empresa brasileira para 4,48%. É provável que muito em breve se desfaça do resto e vá procura outra praça de alimentação.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

23.11.15
ED. 5253

Gazit Globe prepara o bote sobre a BR Malls

 A israelense Gazit Globe desembarcou na BR Malls com 2% do capital. Há cerca de dois meses, atingiu o patamar de 5%. De lá para cá, com novas aquisições em mercado – algumas delas realizadas por meio de outros veículos de investimento –, já estaria perto dos 10%, tornando-se um dos três principais acionistas. A julgar pela célere escalada e pelo tamanho dos israelenses – um dos maiores grupos mundiais do setor, com mais de 530 centros de compra em 20 países –, a Gazit Globe não entrou nos shoppings da BR Malls a passeio. Toda a coreografia indica que os israelenses estão montando uma posição expressiva no capital com o objetivo de participar ou mesmo assumir a gestão da maior empresa do segmento no Brasil, com 46 empreendimentos e receita anual de R$ 1,5 bilhão. BR Malls e Gazit Globe não comentam o assunto.  O capital pulverizado da BR Malls favorece a ofensiva da Gazit Globe. No limite, o grupo nem precisa atingir os 20% das ações ordinárias – o que, pelo estatuto da empresa, detonaria a pílula de veneno e o obrigaria a fazer uma oferta por todos os títulos em mercado. A rigor, bastam 14% para se transformar no maior sócio individual, posição que hoje cabe à gestora norte-americana Dodge & Cox, com 13,8%. Uma composição com outros acionistas expressivos, como a própria Dodge ou a também norte-americana BlackRock, daria à companhia israelense as condições necessárias para assumir a gestão da BR Malls. A Gazit Globe já desembolsou mais de R$ 1 bilhão na compra de oito shopping centers no Brasil, mas nada que se compare ao gigantismo da BR Malls. Ao assumir a empresa nascida de uma costela da GP Investimentos – e até hoje comandada pelo GP Boy Carlos Medeiros –, o grupo israelense praticamente quintuplicaria sua Área Bruta Locável (ABL) no Brasil, superando os 500 mil metros quadrados de lojas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

26.08.15
ED. 5193

BR Malls

A BR Malls empurrou para o segundo semestre de 2016 qualquer projeto de novo shopping. * A empresa preferiu ficar em silêncio.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

16.07.15
ED. 5164

Ponta a ponta

O empresário Paulo Stewart, do grupo Saphyr, que comprou o Fashion Mall da BR Malls no ano passado, procura um sócio para o empreendimento. Não suporta mais carregar sozinho a baixa rentabilidade do negócio. Procurada, a Saphyr informou apenas que está adotando um plano de ações e investimentos para os próximos dois anos. Sobre a possibilidade de um novo acionista, nada comentou.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

06.07.15
ED. 5156

O sinal de alerta está aceso

O sinal de alerta está aceso na BR Malls. A inadimplência nos shoppings da empresa duplicou em 12 meses. Daí para uma onda de lojistas atrasando o aluguel é um pulo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

11.06.15
ED. 5139

Shopping center

A BR Malls teria oferecido o shopping Casa & Gourmet, no Rio de Janeiro, a  israelense Gazit-Globe. Faz todo o sentido. A BR Malls só pensa em reduzir o número de empreendimentos. Os israelenses, por sua vez, já fecharam oito aquisições no Brasil em seis anos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.