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11.04.17
ED. 5597

Mina sem fundo

A Anglo American vai investir mais R$ 1 bilhão no projeto Minas-Rio, para atingir a capacidade de 26 milhões de toneladas/ano – procurada, a empresa confirmou os números. Trata-se de uns trocados se comparados aos US$ 8 bilhões que o grupo desembolsou no empreendimento. O projeto já custou à Anglo American uma baixa contábil de US$ 4 bilhões e o pescoço da então CEO global Cynthia Carroll, que comprou o Minas-Rio de Eike Batista.

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14.11.16
ED. 5495

Fertilizantes

 A chinesa China Molybdenum, que comprou a operação de fertilizantes da Anglo American no Brasil, tem interesse em assumir a fábrica de nitrogenados da Petrobras em Três Lagoas (MS). A estatal já investiu quase R$ 3 bilhões no projeto, mas as obras estão paradas desde o ano passado.

• Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Petrobras.

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27.05.16
ED. 5377

Mosaic avança sobre o novo eldorado do fosfato

 A indústria brasileira de fertilizantes está em ebulição. No momento em que a China Molybdenum (CMOC) desembarca no país com a compra de ativos da Anglo American e a Vale busca um parceiro no setor, a Mosaic negocia a aquisição de um dos mais cobiçados “pedacinhos” de terra deste mercado. Os norte-americanos já teriam feito uma oferta pela mina de fosfato localizada entre as cidades de Presidente Olegário e Patos de Minas, deixando para trás concorrentes como a norueguesa Yara . Os direitos de pesquisa e lavra pertencem ao Grupo Magnor. A jazida, que ocupa uma área de 900 hectares, é a principal reserva de fosfato de Minas Gerais e uma das cinco maiores do país: o volume estimado gira em torno de 1,5 bilhão de toneladas. O investimento necessário para torná-la economicamente viável beira os R$ 3,5 bilhões.  Os norte-americanos consideram o negócio absolutamente estratégico para a montagem de uma operação integrada. A mina deverá garantir mais de um terço do fosfato consumido pelas misturadoras da Mosaic no Brasil, reduzindo em mais de 25% os custos da empresa com a aquisição do insumo – hoje integramente importado. A investida se dá pouco mais de dois anos depois de o grupo desembolsar US$ 350 milhões para ficar com os ativos de fertilizantes da conterrânea ADM no Brasil e no Paraguai. Maior produtora mundial de fertilizantes, a Mosaic não tem poupado adubo financeiro para expandir sua operação no Brasil. Além da aquisição dos negócios da ADM, desembolsou no ano passado cerca de US$ 10 milhões para ampliar sua fábrica de Catalão (GO). Mas nem só de flores é feita a lavoura da empresa no país. Há pouco mais de um ano, Tobias Grasso deixou a presidência da Mosaic no Brasil, sendo substituído por Floris Bielders. Consta que Grasso desgastou-se com os norteamericanos ao conduzir exatamente o processo de compra dos ativos da ADM. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Mosaic, Grupo Magnor e OAS.

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17.05.16
ED. 5370

Segundo ato

 Após pagar US$ 1,5 bilhão pelos negócios de fosfato e nióbio da Anglo American no Brasil, a chinesa CMOC tem um novo alvo. Os asiáticos já teriam aberto conversações para a compra do controle da Heringer. O objetivo da CMOC é montar uma grande operação integrada no país, desde a matéria-prima até a produção de fertilizantes. Procurada pelo RR, a Heringer não comentou o assunto.

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A Sinochem é candidata à compra das operações de fertilizantes da Anglo American no Brasil. O conglomerado chinês já atua no país no setor de petróleo e gás.

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17.02.16
ED. 5308

Bye, bye, Brazil

  A Glencore está fazendo as malas para deixar o Brasil. A intenção é ver o quanto rendem seus ativos e passá-los à frente. É mais uma que pretende partir do país: já estão na frente da fila a BHP Billiton e a Anglo American .

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17.09.15
ED. 5208

Anglo American

A Anglo American estaria em busca de um comprador para sua participação de 50% na Ferroport, joint venture com a Prumo Logística, antiga LLX. A empresa é dona de um terminal de minério no Porto de Açu. Formalmente, a Anglo American nega a operação.

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06.08.15
ED. 5179

Anglo American

O presidente da Anglo American no Brasil, Paulo Castellari Porchia, aguarda para os próximos dias a definição da cota de sacrifício que caberá à subsidiária na degola global de seis mil funcionários anunciada pelo grupo. Oficialmente, a Anglo afirma que não há previsão de cortes no Brasil “até o momento”.

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