Buscar
Rodolfo Landim, ao que parece, já dá como certo que a Caixa Econômica vai ceder o terreno na área do gasômetro, no Rio de Janeiro, para a construção do futuro estádio do clube. Landim conversa com um grande grupo europeu especializado em gestão de arenas, interessado no negócio.
O TCU está marcando em cima o novo acordo firmado entre a Caixa Econômica e o Corinthians para o pagamento da dívida de R$ 611 milhões, referente ao empréstimo para a construção da Arena Itaquera. Um dos pontos nevrálgicos é o prazo de carência: o clube só voltará a pagar o principal da dívida em 2025.
A China Communications Construction Company (CCCC) tem projetos para o Porto de Suape (PE). Trata-se de uma espécie de meia-volta, volver. No ano passado, a CCCC vendeu para a Cosan um terminal de uso privado no Porto de São Luís.
A Wellington Management, gestora com mais de US$ 1,4 trilhão em ativos, está rondando empresas da área de saúde no Brasil.
A chinesa Jiangsu Communication Clean Energy Technology, que já tem negócios em geração térmica no Brasil, planeja investir na construção de usinas eólicas no Nordeste.
A Brasil ao Cubo, especializada em construção modular off-site em estrutura metálica, vai expandir sua capacidade de produção. É também candidata à compra de outras “construtechs”. A empresa tem pedigree: entre seus acionistas estão a Dexco (ex-Duratex), dos Setúbal, e os Gerdau.
Com o apoio do presidente da Câmara, Arthur Lira, parlamentares da base governista penduraram um jabuti no projeto de lei que modifica a Taxa de Cobrança da Fiscalização Ambiental, arrecadada pelo Ibama. As concessionárias de veículos foram excluídas no rol de empresas consideradas poluidoras. A medida não tem o aval da área técnica do próprio Ibama, que trata as autorizadas como poluidoras em função dos serviços de lavagem e troca de óleo lubrificante nesses estabelecimentos.
Davi Alcolumbre, presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, confidenciou a aliados que pretende marcar a sabatina dos novos indicados ao STJ apenas para depois das eleições. Será um novo chá de cadeira, cujo alvo principal é Jair Bolsonaro. Alcolumbre adotou o mesmo expediente na nomeação de André Mendonça para o STF. Se serve de “benchmarking”, a sabatina de Mendonça demorou quatro meses.
Procura-se um lugar para Damares Alves. Ontem, circulava no Palácio do Planalto a informação de que Damares poderá voltar ao Ministério da Família nos próximos dias. Seria a solução para a falta de solução: sua candidatura ao Senado perdeu fôlego e as articulações de Jair Bolsonaro e aliados para emplacar a ex-ministra como candidata ao governo do Distrito Federal – ver RR de 26 de julho – também enfrentam forte resistência dentro de seu próprio partido, o Republicanos.
O RR decidiu fazer algumas observações sobre fatos fiscais discutíveis e, algumas vezes, oportunistas que contraditam o próprio discurso do governo. São números impressionistas, que não levam em consideração, por exemplo, a correção pela inflação. Mas trazem à tona inquietações submersas em relação ao que move determinadas decisões do governo. Vamos a elas:
Todos os direitos reservados 1966-2026.