Buscar
A Cofco estaria conversando com o governo de Goiás para investir em armazenagem de grãos no estado. O grupo chinês, uma das maiores tradings globais de commodities agrícolas, tem projeto similar no Mato Grosso.
A disputa pelo mercado brasileiro de papel tissue esquentou. Segundo o RR apurou, a chilena CMPC e a japonesa Oji Holdings vêm mantendo negociações com a Kimberly-Clark para a compra de seus ativos nesse segmento no país. O pacote engloba três fábricas e marcas líderes nas áreas de papel higiênico e produtos de cozinha, como Neve e Kleenex.
De acordo com a mesma fonte, os valores sobre a mesa giram em torno de US$ 180 milhões. A rigor, o Plano A da Kimberly-Clark era se desfazer de todas as suas operações em tissue na América Latina de uma só vez. No entanto, os norte-americanos recuaram e já admitem a venda dos ativos por país, diante da dificuldade de encontrar um comprador para um único bloco. Procuradas, CMPC, Oji não quiseram se manifestar. A Kimberly-Clark informou que “por política da companhia, não comenta rumores ou especulações no mercado a respeito de suas operações. A organização reforça o seu compromisso nas localidades em que está presente, pautado em 150 anos de estreita parceria com os clientes e respeito aos consumidores e aos seus colaboradores”.
A CMPC tem feito movimentos contundentes no mercado de papel tissue no Brasil. No ano passado, por meio da Softys, pagou cerca de R$ 1,1 bilhão pelo controle da Carta Fabril. A eventual aquisição dos ativos da Kimberly-Clark permitiria aos chilenos duplicar seu market share – hoje em torno de 12% – e assumir a liderança do ranking no segmento, deixando para trás a também japonesa Daio Paper. Além disso, impediria a entrada de um novo player no setor, como a Oji Holdings, um gigante na produção de tissue na Ásia.
O general Braga Netto, candidato a vice-presidente, vai ganhar mais espaço na campanha de Jair Bolsonaro, seja com a participação em eventos políticos, seja com uma maior aparição na mídia. Um dos objetivos é capitalizar o recall do general na área de segurança pública, agenda que perdeu tonicidade durante o governo Bolsonaro e pouco tem aparecido em seus discursos. Braga Netto foi o comandante da intervenção federal no Rio de Janeiro em 2018, durante a gestão de Michel Temer. Em tempo: Bolsonaro foi aconselhado a anunciar a recriação do Ministério da Segurança e confirmar desde já a indicação do seu candidato a vice para a Pasta. Ocorre que Lula foi mais rápido no gatilho e revelou ontem a intenção de ressuscitar a Pasta.
De primeira: o GIC (fundo soberano de Cingapura), que já foi um dos principais acionistas da Rede D ´Or, vai partir para a compra de healthcares no Brasil.
O governo pretende vender até novembro um lote de imóveis que pertenciam à Eletrobras e permaneceram com a União após a privatização. A modelagem do negócio está a cargo do BNDES.
Segundo o RR apurou, o fundo britânico Actis pretende investir pesado na produção de hidrogênio verde no Brasil. Parte dos projetos deverá ser conduzida por meio da Ômega Energia, da qual os ingleses compraram 19% do capital. Fontes próximas ao Actis citam, inclusive, a disposição do fundo de aumentar sua participação na empresa.
As operadores de telefonia entraram no radar da Secretaria Nacional do Consumidor, vinculada ao Ministério da Justiça. A Senacon deverá investigar se TIM, Claro e Vivo, além de concorrentes menos votadas, estão efetivamente entregando a capacidade de 5G prometida.
Rogério Fasano quer ampliar seus domínios no Rio. O projeto do empresário é abrir um restaurante na Barra da Tijuca. Pode ser até que o projeto cresça e vire um hotel.
O governo pretende realizar ainda neste ano a sexta rodada de oferta pública de áreas para mineração. O edital está em gestação na ANM (Agência Nacional de Mineração). Segundo o RR apurou, cerca de 80% das licenças que serão colocadas sobre o balcão ficam no Pará.
Simone Tebet está penando para fechar uma agenda de encontros políticos no Ceará e em Pernambuco na semana que vem. Prefeitos e lideranças do MDB nos dois estados têm se esquivado. Guiados pelo ex-senador Eunício de Oliveira, só querem saber de Lula.
Todos os direitos reservados 1966-2026.