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Desde o último sábado, o comitê de campanha de Jair Bolsonaro está trabalhando em ritmo chinês na produção em massa de vídeos para as redes sociais. Trata-se de uma tentativa de compensar a perda de 170 inserções de 30 segundos na TV, por decisão da Justiça Eleitoral, que concedeu uma série de direitos de resposta a Lula.
Há um sinal de alerta no mercado brasileiro de venture capital. Além do Softbank (ver RR de 12 de setembro), agora é a gestora de venture capital Valor Capital que está puxando o freio de mão. Segundo a newsletter apurou, a empresa – pertencente ao ex-embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Clifford Sobel, e seu filho, Scott Sobel – decidiu reduzir os investimentos em venture capital.
Além disso, estuda se desfazer de uma parte adicional do seu fundo Valor Venture Fund II – em agosto, os norte-americanos repassaram uma parcela para a StepStone. A carteira inclui os principais aportes já feitos no país, que somam aproximadamente US$ 450 milhões. De acordo com a mesma fonte, a Valor Capital estaria sendo pressionada por investidores nos Estados Unidos a vender Brasil devido ao baixo retorno dos investimentos realizados.
A maior parte das empresas está performando abaixo das expectativas, caso da Loft, Kovi e Loopa. O RR também apurou que cotistas cobram maior transparência nos números das empresas e nas cartas trimestrais. Procurada, a Valor Capital não se pronunciou até o fechamento desta edição.
A Embraer mantém tratativas com a polonesa Lot para a venda de aeronaves modelo E195-E2. A Airbus também está na disputa. A Embraer leva uma vantagem: a Lot é a única companhia do mundo que opera com os quatro modelos E-Jets da primeira geração da fabricante brasileira -E170, E175, E190 e E195.
O IPO da Delly ´s entrou no cardápio do Pátria Investimentos. Segundo o RR apurou, a abertura de capital se daria no primeiro trimestre de 2023. A distribuidora de alimentos do Pátria fatura cerca de R$ 4 bilhões.
A healthtech mexicana Sofia, de venda de planos de saúde, estuda entrar no Brasil. A empresa recebeu um aporte de US$ 25 milhões para expandir sua operação na América Latina. Entre os investidores figuram a anglo-americana Index Ventures e a Ribbit Capital, dos Estados Unidos.
Jair Bolsonaro cogita comparecer à final da Taça Libertadores, em Guayaquil, no próximo sábado, dia 29 de outubro. A ideia divide seus assessores. Há quem considere um desperdício de agenda Bolsonaro fazer um “bate e volta” no Equador exatamente na véspera do segundo turno. Uma ala, no entanto, entre os quais estaria o ministro das Comunicações, Fabio Faria, acredita que o presidente poderia capitalizar a enorme repercussão do jogo entre Flamengo e Athletico.
O staff de comunicação da campanha chega a fazer projeções sobre a audiência da transmissão da partida. A estimativa é que a exibição do jogo supere os 45 pontos, o equivalente a mais de 11,6 milhões de lares ou 32 milhões de pessoas. Um detalhe importante: a partida será exibida pelo SBT, emissora de Silvio Santos, sogro de Faria.
Para além da audiência per si, a ida a Guayaquil teria um valor adicional para Bolsonaro: seria também uma oportunidade para um encontro com o presidente do Equador, Guillermo Lasso, um dos poucos líderes da direita ainda no poder na América do Sul.
Corre na Câmara que, nos últimos dias, um seleto grupo de parlamentares do Rio Grande do Sul, do candidato Onyx Lorenzoni, recebeu uma enxurrada de verbas do orçamento secreto.
Spoiler dos próximos programas de Jair Bolsonaro no horário eleitoral: Bolsonaro vai vincular duramente Lula ao presidente Alberto Fernández e à crise econômica argentina, com direito a cenas de prateleiras vazias em supermercados. A premissa do staff de campanha é que a Argentina cala mais fundo no eleitorado da classe média do que a já surrada vinculação do PT à Venezuela.
O preço das terras na divisa do Ceará com o Rio Grande do Norte disparou. O repique é atribuído a um grande grupo do setor de propriedades agrícolas, dono de uma carteira de mais de R$ 7 bilhões em ativos, que estaria comprando lavouras na região para o plantio de algodão.
A gestora norte-americana Amerra Capital tem planos de investir em geração renovável no Brasil.
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