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16/01/2026
Os candidatos do PT ao lugar de Haddad (Sim, Mantega está entre eles)
16/01/2026
O que falta para a Fortescue tirar do papel megaprojeto de R$ 18 bi?
16/01/2026Clientes. Essa é a resposta para a pergunta do título. A australiana Fortescue tem peregrinado em busca de compradores para o hidrogênio verde e amônia que pretende produzir em Pecém, no Ceará. Segundo informações que circulam no mercado, já bateu à porta de grandes grupos como Shell, Basf e TotalEnergies. O objetivo da companhia é fechar um colar de contratos de longo prazo que viabilizem o megaprojeto no Nordeste. O empreendimento é considerado hoje o mais avançado do país na área. A Fortescue planeja investir cerca de R$ 18 bilhões para implantar uma planta integrada de produção de hidrogênio e amônia verdes, com início de operação estimado para 2030 e foco prioritário na exportação. A empresa já concluiu a engenharia conceitual, obteve licença ambiental prévia e firmou um pré-contrato com o Porto do Pecém, assegurando acesso à infraestrutura logística necessária para embarque em larga escala.
Após cartórios, canadense Valsoft entra na saúde pública no Brasil
16/01/2026A Valsoft Corporation fechou seu segundo deal no Brasil. Os canadenses acertaram a compra da Fast Medic, especializada em sistemas de gestão para a saúde pública. A operação marca a entrada da Valsoft no segmento de tecnologia voltada ao SUS. Com sede em Curitiba, a Fast Medic fornece soluções consideradas “mission-critical” para prefeituras e secretarias municipais de saúde, com sistemas usados no controle de atendimentos, gestão de estoques de medicamentos, regulação de consultas e produção de dados para tomada de decisão. Em 2025, a Valsoft já havia comprado a VHL Sistemas, empresa catarinense de softwares para a gestão de cartórios. Os canadenses não atuam como um fundo de private equity tradicional. O grupo adota uma estratégia de “buy and hold”, mantendo as empresas adquiridas sob gestão local, mas oferecendo suporte operacional, capital e governança para expansão.
Plano de concessões hidroviárias deve encolher para um único leilão
16/01/2026O plano do governo Lula de realizar até quatro licitações de hidrovias em 2026, com potencial de movimentar R$ 5 bilhões em investimentos, dificilmente vai sair do papel. No Ministério dos Portos e Aeroportos, as estimativas mais otimistas apontam para a conclusão de apenas um certame: da Hidrovia do Rio Paraguai, previsto para o segundo semestre. E olhe lá! Diversos fatores têm dificultado a concretização do cronograma inicial do Ministério, a começar por desafios logísticos e ambientais — como o prolongado período de estiagem que reduz níveis de água e torna a navegação irregular. Além disso, a complexidade regulatória de criar um marco para hidrovias no Brasil, um modal historicamente marginalizado e politicamente sensível, tem gerado debates prolongados entre ministérios, agências reguladoras e entes subnacionais. A negociação de revisões em normas ambientais e de dragagem também permanece aberta, sem consenso. Finalmente, a agenda legislativa concorrente em 2026 — ano eleitoral — tende a reduzir o foco do Congresso em aprovar marcos legais.