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Um dos primeiros desafios da fintech nigeriana Moove, que comprou 60% da brasileira Kovi, é administrar as restrições de caixa da empresa. A startup, especializada na sublocação de veículos para motoristas de aplicativos, vem sofrendo já há algum tempo com limitações para novos investimentos. O último aporte de capital, de R$ 500 milhões, se deu em 2021. Os recursos teriam sido quase que inteiramente usados na expansão das operações no Brasil e no México. Faltou combustível suficiente para o plano idealizado pelo fundador da Kovi, Adhemar Milani Neto, de entrar em outros países da América Latina, como Colômbia, Chile e Peru. A Moove chega ao Brasil como o tanque cheio. No ano passado, recebeu um aporte de US$ 100 milhões da Uber. Antes, já havia levantado US$ 460 milhões, entre equity e emissão de dívidas.
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