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20.07.17
ED. 5665

Generosidade

De volta às manchetes pela ordem de prisão expedida pela Justiça espanhola, Ricardo Teixeira é um homem prudente e um pai preocupado com o futuro dos seus. Segundo fonte próxima à família, o ex-presidente da CBF teria transferido boa parte do seu patrimônio para os herdeiros.

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22.06.17
ED. 5645

Ricardo Teixeira pode ser o gol contra de Neymar

No staff de Neymar, a maior preocupação neste momento atende pelo nome de Ricardo Teixeira. O temor é que as investigações da Justiça espanhola contra o ex-presidente do Barcelona Sandro Rosell e o ex-dirigente da CBF se espraiem pela já controversa transferência do craque para o clube catalão. Neymar foi contratado na gestão de Rosell, preso há um mês acusado de lavagem de dinheiro. O grande parceiro de Rosell no Brasil era Teixeira, que teria, digamos assim, prestado uma consultoria informal na venda de Neymar. A tabelinha entre os cartolas é antiga. Teixeira fechou o patrocínio da Nike à seleção brasileira quando Rosell era executivo da empresa. Desde então, sempre vestiram a mesma camisa.

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09.08.16
ED. 5429

Cunha manda CPI do Futebol para escanteio

 A CPI do Futebol é o mais novo exemplo do poder que Eduardo Cunha mantém na Câmara dos Deputados – ainda que um exemplo relativamente prosaico se comparado a algumas de suas maiores façanhas. Nos últimos dias de trabalho da CPI, encerrada há duas semanas, o ex-presidente da Câmara escalou alguns de seus melhores beques na Casa para garantir o esvaziamento da pauta, chutar as votações para escanteio e, sobretudo, proteger atuais e ex-dirigentes da CBF.  O desempenho da zaga de Eduardo Cunha – liderada pelos deputados Washington Reis (PMDB-RJ) e André Moura (PSC/CE), dois de seus mais fiéis aliados – não poderia ter sido melhor. A CPI chegou ao fim sem que o atual presidente da CBF, Marco Polo del Nero, tenha sido sequer convocado a depor. Os dois últimos caciques da entidade, José Maria Marin e Ricardo Teixeira, também escaparam ilesos. É mais um tento na lista de serviços prestados por Cunha à entidade. O parlamentar tem uma estreita relação com a CBF desde os tempos de Teixeira. Mais recentemente, foi o artífice da indicação do deputado mineiro Marcelo Aro para a diretoria de Ética e Transparência da Confederação.

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 Marco Polo del Nero e Ricardo Teixeira têm o corpo fechado no Congresso Nacional. Há cerca de dez dias, o próprio Renan Calheiros suspendeu a convocação dos cartolas pela CPI do Futebol, em curso no Senado. Agora, a blindagem se dá na Câmara dos Deputados. Parlamentares da bancada da bola se movimentam com o objetivo de esvaziar a CPI da Máfia do Futebol, instaurada há apenas um mês. O camisa 10 do time é o deputado Marcelo Aro (PHS-MG). Uma de suas missões mais importantes é exatamente barrar os pedidos de convocação de Del Nero, que reassumiu na semana passada a presidência da CBF, e de Ricardo Teixeira, ex-nº1 da entidade – ambos já protocolados pelo deputado Arnaldo Jordy (PPS/ PA). No melhor dos mundos para a CBF, seria aprovado apenas o pedido de depoimento do antecessor de Del Nero, José Maria Marin, que já está purgando seus pecados junto à Justiça norte-americana.  A CBF – em especial Marco Polo del Nero – confia bastante em Marcelo Aro. O parlamentar, que se notabilizou por fazer micagens com um boneco do ex-presidente Lula durante as sessões da comissão do impeachment, vem de uma longeva linhagem de cartolas. Há mais de 40 anos, sua família manda e desmandam no futebol mineiro. Seu avô – José Guilherme Ferreira, chefe do gabinete militar do governador Magalhães Pinto na década de 60 – dirigiu a Federação local. Já seu pai e seu tio foram afastados da entidade, no início dos anos 2000, por denúncias de formação de quadrilha, falsificação de documentos e desvio de recursos. A bola agora está com Marcelo de Aro.

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 A CPI do Futebol no Senado deverá trazer à luz um personagem que só costuma entrar em campo quando os refletores se apagam: o lobista Vanderberg Machado, que tem serviços prestados para Ricardo Teixeira, José Maria Marin e Marco Polo del Nero.

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 Romário avança sobre a CBF. Hoje, a CPI do Futebol vai votar o requerimento de quebra do sigilo fiscal e bancário do Comitê Organizador da Copa de 2014, que foi presidido por Ricardo Teixeira e, depois, por José Maria Marin.

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Marco Polo Del Nero está em busca de um nome para assumir a diretoria jurídica da CBF no lugar de Carlos Eugênio Lopes, o “Carlô”, último remanescente da era Ricardo Teixeira. Por falar em CBF, o senador Romário só se refere ao ex-deputado e hoje secretário-geral da entidade, Walter Feldman, como “O Vazador”.

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Romário, como sempre, não perdoa seus adversários. Com uma certa dose de sadismo, o senador pretende deixar o presidente da CBF, Marco Polo del Nero, seu grande desafeto, para o grand finale da CPI do Futebol. Antes, quer ouvir os ex-presidentes da entidade Ricardo Teixeira e Jose Maria Marin.

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27.07.15
ED. 5171

Baú de memórias

O súbito reaparecimento de Ricardo Teixeira na mídia causou calafrios em Marco Polo Del Nero. Na última sexta-feira, todos se perguntavam na CBF: “Será que ele vai começar a falar?”

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19.06.15
ED. 5145

Troca de guarda

Em meio ao “Fifagate”, o diretor jurídico da CBF, Carlos Eugênio Lopes, balança no cargo. “Carlô” – sua alcunha no mundo da bola – é o último remanescente dos tempos de Ricardo Teixeira no primeiro escalão da entidade.

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