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10.06.22

Luz apagada

Há um zunzunzum no setor elétrico de que a Petros pretende se desfazer da sua participação na Norte Energia, controladora de Belo Monte. A fundação divide uma fatia de 20% com sua prima-irmã Funcef.

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Mais mudanças à vista no capital da Norte Energia: além da Cemig, a Petros também planeja vender sua participação no consórcio, dono da Usina de Belo Monte. O fundo de pensão tem 10% do capital.

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28.01.22

novo “inimigo” da Marfrig

A decisão da Petros de embarreirar o aumento de capital da BRF deve ser creditada ao novo diretor de investimentos da fundação, Paulo Werneck. No cargo desde novembro. Werneck é o principal responsável pela mudança de postura do fundo de pensão. Antes da sua chegada, a Petros chegou a vender um pedaço da sua participação na BRF para o Marfrig, apoiando o avanço desta última sobre o controle da primeira. Agora, a fundação exige que a empresa de Marcos Molina pague um prêmio de 140% sobre o valor da ação caso passe dos 33,33% do capital, disparando a pílula de veneno prevista no estatuto da BRF.

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20.01.22

Bilhete único 1

Previ, Petros e Funcef querem vender sua participação de 48,5% na Hmobi, nova controladora do Metrô do Rio. O restante das ações está nas mãos do Mubadala.

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22.11.21

Marcos Molina avança em seu projeto de ocupação da BRF

Marcos Molina, dono da Marfrig, começa a dar as cartas na BRF. Na condição de maior acionista individual (31,6%), Molina articula com outros sócios relevantes, a exemplo da Previ e da Petros, mudanças na gestão da companhia. Segundo uma fonte próxima ao empresário, ele estaria aguardando apenas o fim do mandato de Pedro Parente como chairman da BRF, em abril de 2022, para substituir o atual CEO do grupo, Lorival Luz.

Entende-se a cautela com o timing. Luz é bastante ligado a Parente. Qualquer mexida agora abriria um desnecessário flanco de atrito com o ex-ministro da Casa Civil, hoje o principal “avalista” da empresa junto ao mercado. A própria dupla Previ e Petros sempre esteve alinhada a Parente, mas joga o jogo, à medida em que o quadro de forças na companhia vai se alterar de forma mais substancial a partir do ano que vem.

No mercado, há quem aposte que a compra de uma parcela da fatia dos fundos de pensão seria a próxima tacada de Molina. Procuradas pelo RR, Marfrig e BRF não quiseram se manifestar. Além de assumir as rédeas da gestão executiva, outra preocupação de Marcos Molina é povoar o Conselho da companhia com nomes de sua confiança para fortalecer ainda mais sua posição. Na prática, é como se Molina já estivesse transformando a BRF e a Marfrig em um só grupo, sob a sua regência, sem necessariamente promover uma fusão entre as duas – até o momento, uma possibilidade ainda envolta em brumas.

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26.08.21

Apagando a luz

A Petros estuda a venda da sua participação no Consórcio Norte Energia, dono da usina de Belo Monte. O fundo de pensão detém 10% do negócio.

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27.07.21

Só falta a Petros…

Após as trocas de comando na Previ e na Funcef, o novo alvo do governo é o presidente da Petros, Bruno Dias. O assunto já estaria sobre a mesa do ministro da Casa Civil, general Luiz Eduardo Ramos, que, em breve, passará a ser de Ciro Nogueira. Dias é próximo da superintendente da Susep, Solange Vieira. O que, ainda que indiretamente, significa ser próximo de Paulo Guedes.

 

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05.07.21

Saída em bloco

Previ, Petros e Funcef reabriram conversações para a venda conjunta das suas participações na Invepar. Segundo o RR apurou, a maior pressão pelo negócio vem do fundo de pensão do BB.

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11.06.21

Porta de saída

Circula no mercado a informação de que a Petros estuda a venda de parte ou até mesmo da totalidade da sua participação na BRF, de 9,9%. A operação se daria por meio de um leilão das ações em bolsa. Seria uma chance de a Marfrig aumentar ainda mais a sua fatia no capital da BRF.

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11.06.21

Ponto final

Procurados pelo RR, os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: Petros e Marabraz.

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