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Luis Roberto Barroso

02.12.20

Seguro morreu de velho

O RR apurou que o ministro Luis Roberto Barroso, presidente do TSE, vai para Macapá no fim de semana acompanhar presencialmente as eleições municipais, adiadas por conta do apagão que atingiu a cidade.

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27.11.20

Luís Roberto Barroso vai à caça de “laranjas” e “fantasmas”

O presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, pretende colocar as contas eleitorais em pratos limpos, com o apoio da Polícia Federal. Segundo uma fonte do RR próxima a Barroso, já a partir da próxima semana a PF vai começar a convocar para depor líderes partidários e suspeitos de participar de doações irregulares a candidatos e partidos. Entram nesse rol os mais de cinco mil doadores que se declararam desempregados e, ainda assim, contribuíram com cerca de R$ 21 milhões, segundo dados da Justiça Eleitoral. A suspeita é que uma parte expressiva desses CPFs tenha sido usada sem conhecimento do “contribuinte”. Barroso pretende puxar o fio que tornará possível desbaratar esquemas de candidaturas “laranjas” dentro dos próprios partidos e doadores fantasmas em vários estados do país. De acordo com o informante do RR, já existem candidatos suspeitos de receber contribuições irregulares no Rio e em São Paulo.

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18.11.20

Risco mais do que anunciado

O adiamento da eleição em Macapá não foi uma decisão monocrática do presidente do TSE, ministro Luis Roberto Barroso. Antes do veredito, Barroso consultou o diretor-geral da Polícia Federal, Rolando de Souza, e o nº 1 da Abin, Alexandre Ramagem. Ambos foram categóricos quanto à falta de segurança para a realização do pleito. Relatórios da área de Inteligência apontaram para o risco de convulsões e ataques a zonas eleitorais no rastro do apagão que atinge a cidade há mais de duas semanas

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13.11.20

O “blockchain” de Luis Roberto Barroso

Por falar em hacker: segundo o RR apurou com uma alta fonte do TSE, no pronunciamento que fará em rede nacional amanhã, véspera das eleições, o presidente da Corte, Luis Roberto Barroso, vai dedicar boa parte do tempo para falar da segurança das urnas eletrônicas. As circunstâncias exigem que Barroso blinde a Justiça Eleitoral. A invasão ao sistema do STJ alimentou as teorias da conspiração sobre fraudes eleitorais. Um prato cheio para Jair “Trump” Bolsonaro, useiro e vezeiro em levantar suspeitas contra as urnas do TSE.

De acordo com a mesma fonte, hoje, a partir das 20h, a área de tecnologia do TSE vai desabilitar os acessos VPN (rede privada em cima de rede pública), impedindo o acesso remoto e externo para qualquer computador instalado dentro do tribunal. A partir de amanhã, qualquer navegação na internet e no sistema de e-mail da Corte também estarão proibidos.

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09.11.20

Eleição sob risco no Amapá

O RR apurou que o presidente do TSE, o ministro Luís Roberto Barroso, pretende viajar ao Amapá para avaliar in loco se o estado tem ou não condições de realizar as eleições municipais marcadas para o próximo domingo. A região entrou em colapso após a quebra de um transformador: há dias boa parte da população está sem acesso a energia e água potável. Barroso e seus pares no TSE estão preocupados: o conserto do equipamento é complexo e só deve ser concluído na próxima semana, após a data prevista para o pleito.

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10.09.20

Faxina na pauta do TSE

Informação auscultada pelo RR diretamente do gabinete do ministro Luis Roberto Barroso, presidente do TSE: Barroso quer acelerar o julgamento dos processos que envolvem abuso do poder político e econômico por governadores ou ex-candidatos a governos do estado. A ordem é limpar a pauta até 2022, quando muitos dos atuais réus deverão estar na disputa novamente. Um dos primeiros julgamentos que deve ser concluído é o do ex-governador da Paraíba Ricardo Coutinho. O relator do processo, ministro Og Fernandes, já votou pela inelegibilidade de Coutinho. O ex-governador é acusado de ter liberado em larga escala benefícios da Previdência estadual da Paraíba com fins eleitoreiros.

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19.08.20

Poderio eleitoral das milícias acende alerta no TSE

O inimigo agora é outro. Há uma crescente preocupação por parte do ministro Luis Roberto Barroso, presidente do TSE, com a influência das milícias sobre as eleições municipais de novembro. Por influência, entenda-se desde o voto de cabresto, adaptado a ferro e fogo à realidade da periferia e das comunidades, ao aumento do número de candidaturas apoiadas ou encabeçadas por milicianos e impulsionadas pelo dinheiro do crime. Informações compartilhadas pela Polícia Federal junto ao TSE identificaram a presença ativa destes grupos no processo eleitoral de 18 estados.

Na Suprema Corte eleitoral, a percepção é de que este será o primeiro pleito com interferência realmente pesada do establishment paralelo do crime. De 2018 para cá, houve não apenas um aumento do  poder das milícias como uma disseminação maior desses grupos por praticamente todos os estados do país. Além disso, o fato de se tratar de uma eleição municipal potencializa a contaminação pelo crime organizado dada a maior e imediata proximidade das milícias com a política local, leia-se prefeitos e, sobretudo, vereadores.

Na semana passada, o TSE começou a consultar os tribunais regionais eleitorais sobre a necessidade de envio de tropas federais para as eleições de novembro. Os ministros do Tribunal discutem também a possibilidade de convocação do Exército para áreas de maior risco. São medidas dissuasivas, de efeito pontual e limitado, uma vez que o combate às milícias está nas mãos das polícias militar e civil estaduais e, em última instância, da Justiça. Rio de Janeiro e Ceará surgem como os principais motivos de apreensão para Barroso e seus pares no TSE. São os estados onde a milícia mais se cristalizou, com seguidas demonstrações de violência. Nas eleições municipais de 2016, 13 candidatos a vereador na Baixada Fluminense, no Rio, foram assassinados durante a campanha. Segundo investigações do Ministério Público à época, sete deles eram ligados a milícias. Já o Ceará tem sido alvo de ataques criminosos, muito em função do crescimento de grupos milicianos e do seu imbricamento com as próprias forças policiais.

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