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31.05.22

Sem tempo ruim

A Springs Global, leia-se Coteminas, vai acelerar o plano de expansão de lojas físicas da Artex e da MMartan – informação confirmada ao RR pela própria empresa. O total de inaugurações em 2022 deverá superar o número de pontos de venda abertos no ano passado – sete. Ou seja: o projeto de crescimento do braço varejista da Coteminas, de Josué Gomes da Silva, parece imune, inclusive, aos seguidos prejuízos da empresa – somente no primeiro trimestre do ano, as perdas chegaram a R$ 64,8 bilhões.

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05.05.22

Cobertor curto

A Ammo Varejo, braço da Coteminas que controla as marcas MMartan e Artex, deverá empurrar seus planos de IPO apenas para 2023. Será um sinal de descrença de Josué Gomes da Silva, presidente da Fiesp, com a economia?

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13.12.21

Um passo em falso de Josué

A Springs Global, leia-se Coteminas, ainda está no meio do processo de venda da norte-americana Keeco, mas já tem uma certeza: terá prejuízo ao se desfazer da sua participação na rede de artigos para o lar, comprada em 2018. Trata-se de um raro mau negócio conduzido por Josué Gomes da Silva. Acontece nas melhores famílias.

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28.11.18

O CEO de Zema

Na sua peregrinação em busca de uma liderança empresarial para o seu governo, Romeu Zema chegou à letra “J”, do multipartidário Josué Gomes da Silva, da Coteminas.

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06.09.18

Compasso de espera

A ordem na Springs Global, a holding controladora da Coteminas, é segurar investimentos na Argentina. No rastro da crise local, o desempenho da operação portenha tem derrubado os números do grupo da família Alencar na América do Sul.

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03.05.18

Coteminas põe água em fervura societária

Por recomendação da área jurídica da Coteminas, o empresário Josué Gomes da Silva recolheu os flaps. No último dia 26 de abril, o Conselho de Administração da Companhia Tecidos Santanense, também controlada pelos herdeiros de José Alencar, decidiu cancelar a compra da Tropical Agroparticipações. Assim como as duas empresas têxteis, a Tropical pertence à família Gomes da Silva, o que deflagrou a reação dos minoritários da Santanense. Conforme o RR informou na edição de 12 de abril, investidores entraram com uma representação na CVM contra os acionistas controladores, acusando-os de abuso de poder econômico e de sangrar o caixa da companhia, transferindo recursos da tecelagem para a própria holding. A compra da Tropical Agroparticipações custaria à Santanense R$ 175 milhões. A cifra equivale a dois terços de todo o seu patrimônio (R$ 263 milhões). Apesar do passo atrás de Josué Gomes da Silva e demais acionistas da Coteminas, a contenda com os minoritários da Santanense ainda está longe de terminar. Os investidores questionam também empréstimos de R$ 107 milhões que teriam sido feitos pela tecelagem para a holding a taxas inferiores às praticadas no mercado.

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12.04.18

Acionistas da Santanense acusam Coteminas de sangrar a empresa

O empresário Josué Gomes da Silva está no epicentro de um contencioso que promete dar muito pano para manga. Minoritários da Companhia Tecidos Santanense, controlada indiretamente pela Coteminas por meio da Oxford Comércio e Participações, entraram com uma representação na CVM contra a companhia. Josué e demais acionistas do grupo têxtil são acusados de abuso de poder de controle e de deliberadamente sugar recursos do seu caixa para a própria holding da família.

Ao longo de 2017, a Santanense emprestou para a Coteminas cerca de R$ 71 milhões – no total, os créditos contra a controladora somam hoje R$ 107 milhões. Tamanha generosidade com a empresa-mãe tem custado caro à tecelagem. Em vez de amortizar o próprio passivo, a Santanense viu sua dívida líquida subir de R$ 138 milhões para R$ 177 milhões no ano passado. Pior: segundo o RR apurou, a empresa teria captado recursos no mercado a 160% do CDI e feito empréstimos à Coteminas cobrando 120% do CDI.

Na visão dos minoritários, é como se a Santanense tivesse virado uma espécie de agência de fomento particular da holding, à custa do próprio caixa. Para os minoritários da Santanense, a gota d ́água veio no mês passado. Em reunião realizada no dia 23 de março, o Conselho de Administração da companhia, presidido por Josué Gomes da Silva, aprovou a aquisição da Tropical Agroparticipações S/A pelo valor de R$ 175 milhões. A Tropical, cujo único ativo é uma fazenda de 31 mil hectares no Piauí, pertence ao próprio Josué e a outras empresas da família.

A companhia foi fundada há pouco mais de um ano – 25 de janeiro de 2017. No dia 28 de março, foi a vez do board da Coteminas se reunir e autorizar a venda da Tropical para a Santanense. Mais uma vez, os herdeiros de José Alencar tiraram de uma mão e passaram para a outra, “socializando” a conta com os minoritários da subsidiária. Procuradas, Coteminas, Santanense e CVM não quiseram se pronunciar.

A cifra a ser paga pela Tropical – baseada em laudo de avaliação da Mercatto Assessoria – equivale a 63% de todo o patrimônio da Santanense, em torno dos R$ 263 milhões. Os investidores se perguntam se a companhia têxtil tem sangue suficiente para sobreviver às seguidas transfusões para a holding e seus controladores. Além disso, mesmo que o seu estatuto permita a exploração de propriedades rurais, ainda não está claro para os minoritários da Santanense o que a empresa fará com a fazenda, localizada na cidade de Baixa Grande do Ribeira, mais precisamente na Subida da Serra do Mico s/no.

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09.02.18

Semente partida

A associação entre a Coteminas e a Sojitz parece viver sua última safra. Segundo o RR apurou, o grupo japonês quer se desfazer da sua participação de 43% na CGG Trading, braço dos herdeiros de José Alencar no agronegócio. Os representantes da Sojitz na administração da empresa já teriam, inclusive, retornado ao Japão. As dificuldades financeiras da CGG e os desentendimentos societários falaram mais alto.

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22.12.17

Água rasa

As propostas recebidas pela CGG Trading para a venda do seu terminal de grãos no porto de Itaqui (MA) estariam bem abaixo do valor desejado, em torno de US$ 160 milhões. Procurada, a CGG, braço da Coteminas, confirmou a venda do ativo, mas disse que não faria comentários sobre os valores por conta de acordos de confidencialidade.

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07.06.17

A lavoura de Josué Gomes da Silva

Josué Gomes da Silva, que recusou até ministérios para assumir o management da Coteminas e, mais precisamente, comandar a reestruturação da CGG Trading, começa a colher os primeiros resultados. O braço agrícola do grupo concluiu a renegociação com os bancos para o alongamento da dívida, que, segundo a empresa, gira em torno dos R$ 500 milhões. Josué e seus executivos têm ainda outra missão tão ou mais árdua do que esgrimir com banqueiros: afastar as incertezas que pairam sobre a CGG. Desde o início do ano, circulam no mercado rumores sobre a continuidade de suas atividades. Consultada pelo RR, a CGG diz que segue operando normalmente os contratos de milho para a safra de 2017 e soja, para 2018. Garante ainda ter “incrementado seu quadro de funcionários”.

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