Os últimos exercícios do Pátria Investimentos na Smart Fit

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Os últimos exercícios do Pátria Investimentos na Smart Fit

  • 28/05/2025
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Informação que circula em um seleto grupo de gestores: o Pátria trabalha com o horizonte de zerar sua posição na Smart Fit no fim deste ano ou no início de 2026. O timing é regido pelo block trade em bolsa realizado há cerca de 15 dias, quando a firma de investimentos ofertou 16,5% da rede de academias. Na ocasião, o Pátria firmou um lock up de seis meses, comprometendo-se, portanto, a só voltar a vender ações da empresa ao fim desse período.

A gestora chegou ter 40,45% do capital, mas a partir de 2023 passou a reduzir gradativamente sua participação acionária. Mesmo após o recente leilão, ainda permanece com uma fatia de 13,6%, por meio do seu fundo V. Trata-se do segundo maior acionista, atrás da família Corona, com 14,9%.

Na operação, ressalte-se, o Pátria firmou um lock up de seis meses, comprometendo-se, portanto, a só voltar a vender ações da Smart Fit ao fim desse prazo. A cotação do papel, ressalte-se, acumula uma alta de aproximadamente 42% desde o início do ano, apensar da companhia viver um momento de contrastes financeiros. No ano passado, a receita líquida da Smart Fit chegou a R$ 5,5 bilhões, alta de 31% em comparação ao exercício anterior. Em contrapartida, a empresa perdeu rentabilidade: no mesmo período, o lucro caiu 54%, fechando em R$ 539 milhões.

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