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01.11.17
ED. 5737

Terreno fértil

Além da CNPC, a também chinesa Sinopec apresentou uma oferta firme à Petrobras para assumir a unidade de nitrogenados da estatal em Três Lagoas (MS), projeto de R$ 2 bilhões. Não custa lembrar que a empresa integrava, ao lado da Galvão Engenharia, o consórcio responsável pelas obras do complexo, que foi alvo de investigações do Ministério Público. Menos mal que a denúncia foi arquivada.

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07.06.17
ED. 5635

A sina da Petrobras

Quando não é o TCU, é o Ibama que cruza o caminho da Petrobras. Pendências de ordem ambiental podem melar a venda da fábrica de fertilizantes nitrogenados de Três Lagoas (MS) para a Sinopec. O mais doloroso é que os chineses já toparam retomar as obras, paradas há três anos, e pagar as dívidas com fornecedores, de R$ 40 milhões.

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12.05.17
ED. 5617

Mata borrão

Além da venda de Pasadena, a Petrobras abriu negociações para a entrada de um sócio na também controversa refinaria Abreu Lima, em Pernambuco. Segundo o RR apurou, há conversas com a chinesa Sinopec. Consultada, a Petrobras confirmou “a busca de parceiros para Abreu Lima”, mas não se pronunciou sobre a Sinopec.

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03.05.17
ED. 5610

Reta final

As negociações para a transferência da unidade de nitrogenados da Petrobras em Três Lagoas (MS) para a Sinopec avançaram nas últimas duas semanas. Os chineses já apresentaram uma oferta à estatal e têm se reunido com credores e fornecedores do empreendimento, cujas obras estão paradas há três anos. A Sinopec se compromete a pagar as dívidas de R$ 40 milhões.

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13.12.16
ED. 5515

O petróleo é deles

Os chineses avançam sobre o petróleo brasileiro. Sinopec e Sinochem estaria em conversações para a compra de parte das ações da Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP) em dois blocos na Bacia Sergipe-Alagoas e outros dois na Bacia Pará-Maranhão. A QGEP tem 100% das quatro áreas. Quer ficar, no máximo, com 30%.

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25.11.16
ED. 5503

Sinopec

 A Sinopec entrou em cena como a mais nova candidata à compra da BR Distribuidora. O grupo, que atua no Brasil na área de exploração e produção, tem mais de 30 mil postos de combustíveis na China.

• Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Sinopec e Petrobras.

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11.08.16
ED. 5431

Sinal Chinês

 A chinesa Sinopec já sinalizou à Petrobras seu interesse na compra dos gasodutos da estatal no Norte e no Nordeste, hoje reunidos na controlada TAG .

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18.01.16
ED. 5289

Galp coloca seus blocos na gôndola ao lado da Petrobras

 No momento em que os bancos de investimento povoam o mercado com soturnos relatórios e já projetam o brent abaixo dos US$ 20, a Galp Energia decidiu seguir os passos da Petrobras. Seguir os passos, neste caso, não é mera força de expressão. Os portugueses pretendem pegar carona no plano de desmobilização de ativos da estatal para vender participações em blocos de óleo e gás de braços dados com a companhia. O comensalismo também é visto com bons olhos na Petrobras: a expectativa é que a operação casada permita à dupla fechar acordos em condições um pouco mais favoráveis. Para a Galp, o foco principal é o campo de Carcará (BM-S-8), na Bacia de Santos. Dona de 14% do consórcio, a companhia já teria oferecido uma parcela de suas ações à Sinopec e à PetroChina, que vêm mantendo conversações para a compra de uma fatia da participação da Petrobras – a estatal é sócia majoritária, com 66%. A intenção dos portugueses é ficar com menos de 10% e reduzir seu risco em um dos projetos do pré-sal mais promissores e, ao mesmo tempo, mais afetados pela crise do setor e pela arritmia financeira de seu maior acionista e operador. A Petrobras suspendeu todos os investimentos no campo de Carcará, sendo seguida pela Galp e os demais sócios – Queiroz Galvão e Barra Energia.  Em outro front, a Galp quer reduzir sua presença no bloco BM-S-24, atualmente de 20%. É mais um ativo no pré-sal para o qual a Petrobras, detentora dos 80% restantes, busca comprador. Segundo informações filtradas junto à companhia, a indiana Videocon Industries manifestou interesse em assumir parte das ações. Sócio da própria estatal em blocos no Sergipe, o grupo controlado pelo empresário Venugopal Dhoot já anunciou a disposição de investir US$ 2,5 bilhões no Brasil, aproveitando-se da depreciação dos ativos de exploração e produção. No vácuo da Petrobras, a Galp também espera tomar o caminho das Índias.  Não obstante as circunstâncias serem extremamente adversas para a venda de ativos de E&P, a Galp vem sofrendo pressão de seus acionistas para reduzir a exposure no Brasil. O grupo não vive um momento dos mais auspiciosos do ponto de vista da sua liquidez. Enfrenta ainda um período de turbulência institucional, agravado por conflitos trabalhistas em Portugal. Na semana passada, inclusive, funcionários da empresa chegaram a convocar uma paralisação, acusando a Galp de descumprir acordos firmados com sindicatos locais. A empresa Galp não retornou o assunto.

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06.08.15
ED. 5179

Anadarko prepara saída em bloco do Brasil

Às vésperas da nova rodada de licitações da ANP, o setor de óleo e gás no Brasil está prestes a sofrer uma baixa. A Anadarko procura um comprador para as suas participações em três blocos, todos localizados na Bacia de Campos. Segundo o RR apurou, a chinesa Sinopec demonstrou interesse no BM-C-29 e no BM-C-30 – este último, na camada do pré-sal. Os norte-americanos detêm, respectivamente, 50% e 30% de cada um dos consórcios, além de ser a operadora nos dois campos. No caso do BM-C-32, a Anadarko teria aventado a venda da sua participação de 33% para os próprios sócios – a BP e a Maersk, donas, pela ordem, de 40% e de 27%. O negócio, no entanto, é pouco provável. Tanto a BP quanto a Maersk têm feito desinvestimentos em petróleo e gás no Brasil. Já há algum tempo a Anadarko é tratada por seus pares no setor como carta fora do baralho e forte candidata a deixar no Brasil. As operações explorató­rias da Anadarko no país exigem elevados investimentos e carregam uma alta dose de risco. A maior aposta, o campo de Wahoo, no bloco BM-C-30, ainda é um tiro no escuro. Até o momento, os norte-americanos não conseguiram encontrar petróleo em escala comercial e há meses repetem o mantra de que “avaliam as melhores opções para o desenvolvimento do campo”, uma metáfora para “estamos quebrando a cabeça para estancar os prejuízos”. Além dos problemas específicos relacionados às suas operações na Bacia de Campos, a possível venda dos ativos da Anadarko no Brasil faria parte de um processo maior, que passa por um redesenho das prioridades geoeconômicas do grupo. No ano passado, os norte-americanos venderam campos de óleo e gás na China para a Brightoil Petroleum. No momento, estariam negociando também ativos na África, notadamente em Moçambique, e na Colômbia, onde mantém investimentos conjuntos com a Ecopetrol. Procurada pelo RR, a Anadarko não quis se pronunciar.

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09.07.15
ED. 5159

Petrobras chama os chineses e avisa: Carcará pega, mata e come

O programa de desmobilização de ativos da Petrobras começa a sair do papel. Após a venda da fatia de 20% no Campo de Polvo e o anúncio da abertura de capital da BR Distribuidora, a estatal negocia sua participação no bloco BM-S-8, localizado na Bacia de Santos. Do outro lado da mesa estão as chinesas Sinopec e Sinochem, que já têm investimentos no pré-sal brasileiro. As conversas passam pela transferência de parte ou até mesmo da totalidade das ações em poder da estatal. Além de operadora do BM-S-8, a Petrobras é também a maior acionista do consórcio, com 66% – os demais sócios são Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP), a portuguesa Galp e Barra Energia, do ex-Repsol João Carlos de Luca. A negociação é fundamental para os planos da petroleira de levantar US$ 58 bilhões nos próximos quatro anos com a venda de ativos. Ao lado do BM-S-24, também em Santos, e do BM-C-33, na Bacia de Campos, o BM-S-8 forma a trinca de blocos no présal que já teriam sido colocados a  venda pela Petrobras. Todas estas concessões têm um ponto em comum: foram incorporadas a  carteira da companhia antes da promulgação da lei que a obriga a ter participações societárias e ser a operadora única de todos os campos no pré-sal. A venda da participação da Petrobras no BM-S-8 resolverá um problema para a própria companhia e seus sócios no campo. Certamente nenhum dirigente da QGEP, da Galp ou da Barra Energia admitirá publicamente tal desejo, mas todos querem a estatal longe do negócio. O estado de paralisia da Petrobras nos últimos meses afetou duramente a operação. Os aportes da estatal rarearam e, com isso, o cronograma das atividades de exploração e produção já estaria comprometido em quase dois anos. Os atrasos envolvem desde os estudos e testes geológicos até a contratação de equipamentos e prestadores de serviço. Tudo está fora dos trilhos no BM-S-8. A situação chegou a tal ponto que, segundo fontes próximas a  própria Galp, o grupo português chegou a cogitar sua saída do negócio. Coube aos demais sócios colocar panos quentes. A maior preocupação da Galp, QGEP e Barra Energia – donas, respectivamente, de 14%, 10% e 10% do consórcio – é o projeto Carcará. Trata-se da joia da coroa da carteira de participações das três petroleiras e uma das grandes promessas do pré-sal brasileiro. Os estudos feitos até o momento indicam um potencial de produção no local em torno de 3,2 milhões de barris diários em 2018 – para efeito de comparação, a projeção para o megacampo de Libra é de 4,2 milhões de barris/dia em 2020.

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