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16.03.17
ED. 5579

Feitos um para o outro

A Samsung – quem diria? – virou motivo de chacota entre os cartolas da CBF. Em novembro, a empresa rompeu o contrato de patrocínio com a entidade por conta das denúncias contra Marco Polo del Nero. Três meses depois, o grupo enfrenta o maior escândalo da sua história, com a revelação do pagamento de propina a aliados do governo da Coreia do Sul.

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17.11.16
ED. 5497

Padrasto Noel II

 A Samsung espera o pior Natal dos últimos cinco anos na venda de celulares no Brasil. Além da crise econômica, a empresa ainda enfrenta o impacto negativo causado pelo “incendiário” modelo Note 7, recolhido em todo o mundo.

• Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Samsung.

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20.10.16
ED. 5479

Fogo na roupa

 O cancelamento das vendas do “explosivo” Galaxy Note 7 deverá render à Samsung um prejuízo de R$ 400 milhões no Brasil. O valor se refere aos mais de 100 mil smartphones que ela esperava comercializar no curtíssimo prazo – uma pequena fração diante dos US$ 2 bilhões que serão gastos para recolher 2,5 milhões de celulares em todo o mundo. Procurada, a Samsung não se pronunciou sobre as perdas.

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30.09.16
ED. 5466

Celulares da Xiaomi tocam bem baixinho no Brasil

 A chinesa Xiaomi deve passar como um meteoro pelo Brasil. Apenas um ano após a sua chegada, a gigante asiática da área de tecnologia, com faturamento anual em torno de US$ 25 bilhões, estaria se preparando para deixar o país. Os sinais de despedida vêm dos mais diversos lados. Nos últimos três meses, a empresa teria dispensado mais de uma dezena de funcionários do seu escritório de São Paulo. A produção local de smartphones foi suspensa. De acordo com informações filtradas junto à Vivo, um dos principais parceiros comerciais dos chineses no Brasil, desde junho a Xiaomi vem reduzindo o volume de handsets entregues à operadora. A distribuição de aparelhos para o varejo, notadamente sites de comércio eletrônico como Americanas.com e Submarino, estaria praticamente suspensa. Os novos modelos importados que eram aguardados para meados deste ano sequer chegaram ao Brasil. Procurada pelo RR, a Xiaomi nega que esteja deixando o país. Informa que “apenas decidiu não lançar novos produtos no curto prazo”. A empresa confirma que interrompeu a produção no Brasil devido a mudanças nos incentivos fiscais para a produção local, mas garante que a decisão é temporária. Sobre os cortes de pessoal, a Xiaomi diz que “decidiu centralizar a maior parte do seu know how de marketing e mídia no escritório central, em Pequim”.  Uma das maiores fabricantes de smartphones do mundo e sensação das bolsas asiáticas, com valor de mercado da ordem de US$ 50 bilhões, a Xiaomi chegou ao Brasil com o discurso afiado. Prometia atingir, em poucos anos, o top three do setor, ficando atrás apenas da Samsung e da Apple. Deu tudo errado. No segundo semestre de 2015, os chineses teriam comercializado apenas 35 mil celulares, menos da metade do esperado. Em 2016, mesmo após uma dose extra de investimentos em marketing, a Xiaomi não decolou: de janeiro para cá, as vendas não passaram dos 15 mil aparelhos. Consultada, a empresa informa que não divulga seus números por país. Algumas decisões equivocadas dos asiáticos contribuíram para o mau desempenho. Uma delas, a opção inicial de oferecer smartphones por meio do próprio site e de parceiros quase exclusivos, como a Vivo, em detrimento do varejo convencional.  A se confirmar, a melancólica saída do Brasil talvez seja o primeiro grande fracasso na biografia do empresário chinês Lei Jun, fundador da companhia. Dono de um patrimônio pessoal de mais de US$ 10 bilhões, Jun é chamado de “Steve Jobs chinês” e faz de tudo para alimentar a comparação, a começar pela calça jeans e pela camisa preta que costuma usar na apresentação de seus produtos. Parece uma cor adequada para a passagem da Xiaomi pelo Brasil.

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08.09.16
ED. 5450

Linha de fundo

 A relação entre a CBF e a Samsung, patrocinadora da seleção brasileira, é uma bola prestes a sair pela linha de fundo.

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03.08.16
ED. 5425

Samsung x Pelé

 A Samsung tenta fechar um acordo com Pelé para encerrar a ação movida pelo ex-atleta na Justiça dos Estados Unidos. O Rei cobra mais de US$ 30 milhões da empresa por uso indevido da sua imagem em material publicitário. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Samsung.

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 O sinal de alerta está aceso no Banco Itaú, Nike , Vivo, Samsung e demais patrocinadores da seleção brasileira. O motivo é a truculência com que a CBF vem tratando seus ex-parceiros. A entidade entrou na Justiça contra a BRF, com quem manteve contrato até o início deste ano. A justificativa é que a Sadia está fazendo “marketing de emboscada” em sua campanha publicitária para a Olimpíada ao vestir seu tradicional mascote com uma camisa verde e amarela. Ou seja: ao que tudo indica, Marco Polo Del Nero e cia. entendem que a CBF tem a primazia sobre as cores da bandeira. A BRF não está sozinha. Segundo o RR apurou, a Confederação também está abrindo um processo contra a Michelin, que patrocinava a seleção brasileira até fevereiro. A alegação é de que a empresa francesa não teria cumprido cláusulas do contrato relativas ao prazo e aos valores da rescisão. Procurada, a BRF confirmou o processo e disse lamentar a “postura da CBF”. Como apoiadora oficial da Rio 2016, a empresa afirma ter o direito contratual de usar os uniformes das equipes brasileiras, cujas cores “não são exclusivas da entidade”. A CBF não quis comentar o assunto. A Michelin também não se pronunciou.  Ao olhar para a BRF e a Michelin, os atuais patrocinadores da CBF temem o efeito do “eu sou você amanhã”. A percepção é de que a entidade iniciou uma caça às bruxas em represália aos ex-parceiros. E não são poucos. A escalação inclui ainda nomes como Gillette e Unimed. Não por coincidência, o turnover publicitário cresceu consideravelmente nos últimos dois anos, em meio aos seguidos escândalos envolvendo os ex e atuais cartolas da entidade. Ricardo Teixeira sumiu do mapa. O também ex-presidente José Maria Marin cumpre regime de prisão domiciliar em Nova York. Já Marco Polo Del Nero não sai do Brasil nem a decreto, temendo ter o mesmo destino de Marin, seu antecessor, preso na Suíça e extraditado para os Estados Unidos.

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10.05.16
ED. 5365

É a economia…

  A Samsung voltou uma casa em sua estratégia para o mercado brasileiro de smartphones. Os sul-coreanos, que haviam concentrado a força de vendas em aparelhos de maior valor agregado, decidiram aumentar a produção da chamada linha J. A realidade falou mais alto: estes handsets, mais simples e baratos, já respondem por cerca de 30% da receita da Samsung no Brasil. Procurada pelo RR, a Samsung não comentou o assunto.

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09.03.16
ED. 5323

Celular da Microsoft no Brasil chama, chama e ninguém atende

  A Microsoft prepara-se para interromper a produção e comercialização de smartphones das marcas Nokia e Lumia no Brasil. De acordo com uma fonte próxima à empresa, em recente reunião com executivos do grupo nos Estados Unidos, a própria presidente da subsidiária brasileira, Paula Bellizia, teria defendido o fim da venda de handsets e a saída em definitivo deste mercado. Os motivos para a decisão são variados, a começar pelo mau desempenho do negó- cio. No ano passado, a comercialização de smartphones da companhia caiu mais de 20%, quase o dobro do declínio do mercado em geral, em torno de 12%. Ninguém melhor do que a executiva para reconhecer as limitações concorrenciais da Microsoft neste segmento. Até julho do ano passado, ela comandava a Apple no Brasil, empresa que disputa palmo a palmo com a Samsung a liderança do mercado de smartphones.  O mais curioso é que o share do Windows Phone, sistema operacional que concorre com o iOS (Apple) e Android (Google), cresceu em 2015 no Brasil, saindo de 3,9% para perto de 5,5%. No entanto, esse avanço se deveu basicamente às vendas de outros aparelhos que usam o sistema, como Samsung e LG. Se dependesse do santo de casa, ou seja, as marcas Nokia e Lumia, provavelmente a participação de mercado do Windows Phone no Brasil seguiria lá atrás.  O consenso na Microsoft Brasil é que a empresa deve se concentrar na produção de softwares e na venda de PCs e consoles de video game, o Xbox. Mesmo porque os resultados obtidos no core business também não são nada alvissareiros. No ano passado, as vendas de programas, por exemplo, caíram em torno de 15%. Nem mesmo o lançamento mundial do Windows 10, o novo sistema operacional da companhia e grande aposta comercial dos norte-americanos, foi capaz de frear a queda. Procurada pelo RR, a Microsoft não comentou o assunto.

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01.03.16
ED. 5317

Fila indiana

 A Samsung estuda romper o acordo de patrocínio com a CBF, juntando-se, assim, à BRF e à P&G . As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Samsung e CBF.

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20.01.16
ED. 5291

Celular sem voz

 A Samsung fechou o ano de 2015 com uma queda de quase 20% nas vendas de celulares no Brasil. Trata-se do pior resultado em uma década. Foi o suficiente para a companhia suspender a abertura de novas lojas pró- prias. Pelo contrário: difícil vai ser os mais de 220 pontos de venda da Samsung no Brasil passarem ilesos à crise. Procuradas a empresa Samsung não retornou o assunto.

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20.10.15
ED. 5230

Casco furado

 A acusação contra a Samsung Heavy Industries de pagamento de propina na venda de navios para a Petrobras jogou um balde de água fria nas pretensões do grupo. O alto comando decidiu investigar o caso e suspender a compra de um estaleiro no país.

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21.08.15
ED. 5190

Tá na mesma linha?

A CPI do Futebol pretende convocar executivos das empresas patrocinadoras da CBF, como Vivo, General Motors, Samsung e, sempre ela, a Nike.

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