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27.06.17
ED. 5648

Rodoanel, capítulo final

Promete ser acirrada a disputa pelo trecho norte do Rodoanel, o último segmento a ser licitado. O RR apurou que o Pátria Investimentos e a EcoRodovias, dos herdeiros de Cecilio do Rego Almeida, vão entrar no leilão. O governo paulista quer colocar o edital na rua até 30 de julho.

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30.03.17
ED. 5589

Gafisa desiste de morar em Alphaville

A Gafisa pretende vender sua fatia de 30% no capital da Alphaville Urbanismo. A participação está avaliada em aproximadamente R$ 500 milhões. Em 2013, a Gafisa negociou os outros 70% para o Pátria Investimentos e o fundo norte-americano Blackstone. Na ocasião, com o mercado imobiliário ainda no Olimpo, a Alphaville respondia por mais de 40% dos resultados do grupo. No ano passado, só se fez notar no balanço da Gafisa pelo prejuízo de pouco mais de R$ 20 milhões.

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22.03.17
ED. 5583

CCR vai para o acostamento no leilão de rodovias paulistas

A dois dias do leilão de concessões rodoviárias em São Paulo, os investidores ainda pressionam o governo Alckmin a fazer ajustes de última hora nas regras do jogo. O lobby mais agudo vem da CCR. A companhia ameaça ficar de fora da disputa pelos lotes da Rodovia dos Calçados (Itaporanga-Franca) – concessão que exigirá investimentos da ordem de R$ 5 bilhões. A empresa alega que a taxa referencial de retorno prevista, de 9,8%, não é factível com as estimativas de receita da concessão. Este, aliás, é outro ponto de divergência. Segundo a CCR, há um hiato de mais de 10% entre as suas projeções de tráfego na rodovia e os números que balizaram o edital elaborado pelo governo paulista. O histórico recente da CCR não recomenda classificar sua pressão como bravata. Na semana passada, a empresa ficou de fora do leilão de aeroportos por não concordar com os estudos do governo federal e a taxa de retorno. Em fevereiro, deixou de participar em cima da hora da disputa pela Rodovia do Centro-Oeste Paulista, cuja licitação foi vencida por um fundo da Pátria Investimentos.

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 A Hidrovias do Brasil , que está entrando na navegação de cabotagem, planeja investir cerca de R$ 1 bilhão na operação ao longo dos próximos dois anos. Entre outros projetos, o desembolso prevê a encomenda de mais duas embarcações. A Hidrovias, leia-se Pátria Investimentos, já pagou R$ 680 milhões na compra de duas barcaças da Log-In. • A seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Hidrovias do Brasil.

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28.09.16
ED. 5464

Longe da bolsa

 A compra de participações por meio de fundos pipe (private investment in public equity), focados em companhias listadas em Bolsa, caiu para segundo plano na estratégia da Pátria Investimentos. A participação de 23% na Locamerica, única empresa aberta da carteira de R$ 16 bilhões da gestora, está sendo vendida em seguidas doses e deverá ser zerada até o fim do ano.

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26.09.16
ED. 5462

Novo quadro clínico

 A Alliar, empresa de medicina diagnóstica controlada pela Pátria Investimentos e por 75 médicos, vai fazer uma oferta pública de ações para vender 30% do capital. A companhia fatura R$ 1 bilhão por ano, tem 100 unidades de atendimento, comprou 23 laboratórios desde 2011 e é a terceira maior do país, atrás apenas da Dasa e Fleury. Procurada, a Alliar disse que “ainda não se manifestou publicamente sobre o assunto”.

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 Lotes e lotes de ações da Gafisa na Bovespa. No mercado, ninguém tem dúvida de que a Pátria Investimentos ficou com uma parte expressiva do que foi negociado.

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 A Hidrovias Brasil, associação entre a Pátria Investimentos e a Promon, vai investir em projetos de navegação na Argentina.

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O Blackstone vai mergulhar mais fundo na Hidrovias do Brasil. A gestora norteamericana, que já investiu US$ 100 milhões e detém 11% do capital, negocia um novo aporte na empresa. O controle pertence ao fundo P2 Brasil, leia-se Pátria e Promon.

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13.07.15
ED. 5161

O fundo P2

O fundo P2, leia-se Pátria Investimentos e Promon, é candidato a  compra da OAS Soluções Ambientais. Oficialmente, o private equity nega qualquer negociação.

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