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02.01.18
ED. 5777

Pedido redobrado

No recente encontro que tiveram durante a inauguração de um campo de futebol do MST em São Paulo, Lula reforçou o pedido para que o embaixador Celso Amorim dispute a eleição ao governo do Rio. Assim fica difícil recusar…

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26.12.17
ED. 5773

A esquerda em marcha até o dia 24 de janeiro

Líderes de partidos de esquerda e a direção do MST têm feito seguidas reuniões para montar a estratégia do Dia D de Lula, 24 de janeiro de 2018. Já a partir do dia 22, uma segunda-feira, haverá uma série de protestos em Porto Alegre em torno do julgamento do ex-presidente no Tribunal Regional Federal da 4a Região. Entre outras ações, o MST pretende instalar um acampamento em frente ao prédio do TRF. Guilherme Boulos, líder do Movimento, já está mobilizando artistas e celebridades da esquerda para reforçar o exército pró-Lula. Diante da astenia das ruas, há uma boa possibilidade de toda essa operação de guerra ter o efeito de um estalinho.

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23.05.16
ED. 5374

GSI marca os movimentos sociais sob pressão

  O governo Michel Temer se defende do “contragolpe”. O recriado Gabinete de Segurança Institucional (GSI), sob o comando do general Sergio Etchegoyen, tem se dedicado especialmente ao monitoramento de grupos sociais, a exemplo do MST e do MTST. A operacionalização está ancorada no Centro de Inteligência do Exército (CIE) e no Centro de Defesa Cibernética, localizados em Brasília. O trabalho dos órgãos de inteligência tem se concentrado notadamente no acompanhamento de redes sociais e de outros meios de comunicação digital, com o objetivo de se antecipar a protestos com maior poder de impacto sobre a população. Na semana passada, por exemplo, o Batalhão de Caçapava, no Vale do Paraíba paulista, passou três dias em regime de prontidão por suspeitas de que movimentos sociais realizariam um grande bloqueio na Presidente Dutra.  Além do fechamento de estradas, que tem forte impacto simbólico e efeitos sobre a própria economia, a área de defesa do governo monitora eventuais paralisações em vias urbanas nos grandes centros. Outro foco de preocupação é a possibilidade de ocupação de instalações estratégicas com maior potencial de riscos a segurança, como usinas geradoras, torres de transmissão de energia elétrica e ferrovias.

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08.03.16
ED. 5322

Organização

 Na última sexta-feira pela manhã, menos de duas horas após a operação da PF no apartamento de Lula, João Pedro Stedile e outros líderes do MST já arregimentavam integrantes do movimento no interior do Rio Grande do Sul para ir às ruas no dia 13 em defesa do ex-presidente. No dia seguinte, o próprio Stedile ainda subiria o tom, falando, inclusive, em “parar as estradas do Brasil” – conforme vídeo disponível no Youtube.

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